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  • continente (2025-07, ip)

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          Amilcar Cabral: uma exposição
          PT/AHS-ICS/DIV-06Cu-2023-001 · Item · 2023
          Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

          Exposição "Amilcar Cabral," Palácio Baldaya, org. pelo IHC. Documento: da série JL-MNA-73: PAIGC actualités, nº 35. Foi digitalizado externamente e seguiu para exposição. Comissão Comemorativa dos 50 anos 25 de Abril

          "A exposição sobre Amílcar Cabral é inaugurada no ano em que passa meio século sobre o seu assassinato (1973, Conacri), e conta a história do revolucionário que – ao lado dos seus camaradas do PAIGC – contribuiu decisivamente para o fim do último império colonial europeu. Mostra objetos e correspondência de Cabral, mas também imagens, sons e textos que outras e outros lhe têm dedicado. É uma exposição sobre Amílcar Cabral e as suas vidas posteriores.

          “Amílcar Cabral foi uma figura destacada do século XX cuja memória permanece, seja no imaginário político ou no nome das ruas de vários países do hemisfério Sul, da África do Sul ao Brasil. A sua vida é hoje motivo de renovado interesse em África, assim como nas periferias de capitais europeias, em universidades ocidentais ou nos principais canais televisivos mundiais”, explica José Neves, membro da Comissão Científica da iniciativa.

          No Palácio Baldaya estarão 50 peças que permitem uma viagem pela vida do agrónomo e líder nacionalista, mas não só: “Cada uma das peças expostas leva-nos a momentos e lugares da vida de Cabral, enquanto indicia o tempo, o espaço e a experiência de quem o conheceu, vigiou, admirou, filmou, retratou ou cantou. Cabral está omnipresente, mas muitas das 50 peças que exibimos têm protagonistas próprios, da fotógrafa italiana Bruna Polimeni ao músico angolano David Zé, passando pelo líder ganês Kwame Nkrumah”, acrescenta o historiador.

          A partir da exposição, a Comissão Comemorativa 50 anos 25 de Abril vai promover iniciativas diversificadas – mesas redondas, concertos, visitas guiadas e cinema –, incidindo sobre temas como liberdade, colonialismo, luta anticolonial e descolonização.

          A iniciativa tem curadoria científica de José Neves e Leonor Pires Martins, consultoria de Alfredo Caldeira; Arquitetura de Ricardo Santos e Miguel Fevereiro; e Grafismo de Vera Tavares. Conta, enquanto parceiros, com a Junta de Freguesia de Benfica, a Fundação Amílcar Cabral, o Laboratório Associado IN2PAST, a Associação TCHIWEKA de Documentação, e a Fundação Mário Soares e Maria Barroso."

          Amílcar Cabral: uma exposição (2025)
          PT/AHS-ICS/DIV-06Cu-2025-07 · Item · 2025-07
          Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

          Versão itinerante – ou “pop-up” – da exposição Amílcar Cabral: uma exposição, apresentada no âmbito da Conferência Internacional “50 Anos das Independências das Colónias Portuguesas em África” (org. IHC-FCSH NOVA), realizada na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, entre 17 e 19 de julho de 2025.
          Inclui a imagem da capa de PAIGC Actualités nº 35, em salvaguarda pelo AHS e cedida para o efeito. Esteve patente 3 dias.

          PT/AHS-ICS/DIV-06Cu-2025-07 · Item · 2025-07-18
          Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

          O AHS participou na conferência internacional 50 anos das Independências das colónias portuguesas em África: histórias, processos, legados e memórias, organizada pelo Instituto de História Contemporânea (IHC) na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, entre 17 e 19 de julho de 2025.
          No Painel 9, João Pedro Santos e Inês Ponte apresentaram a comunicação “Ideias claras, vontade de ferro”: A União Geral de Estudantes da África Negra (UGEAN) no Espólio de José Carlos Horta.

          Decolonization in Portuguese Africa: capitulo
          PT/AHS-ICS/DIV-02B-201705 · Item · 2018
          Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

          Aires Oliveira, Pedro. "Decolonization in Portuguese Africa." Oxford Research Encyclopedia of African History. 24 May. 2017; https://oxfordre.com/africanhistory/view/10.1093/acrefore/9780190277734.001.0001/acrefore-9780190277734-e-41

          The dissolution of Portugal’s African empire took place in the mid-1970s, a decade after the dismantling of similar imperial formations across Europe. Contrary to other European metropoles, Portuguese rulers were unwilling to meet the demands for self-determination in their dependencies, and thus mobilized considerable resources for a long, drawn-out conflict in Angola, Guinea, and Mozambique from 1961 to 1974. Several factors can explain Lisbon’s refusal to come to terms with the “winds of change” that had swept Africa since the late 1950s, from the belief of its decision-makers that Portugal lacked the means to conduct a successful “exit strategy” (akin to the “neocolonial” approach followed by the British, the French, or the Belgians), to the dictatorial nature of Salazar’s “New State,” which prevented a free and open debate on the costs of upholding an empire against the anti-colonial consensus that had prevailed in the United Nations since the early 1960s.

          Taking advantage of its Cold War alliances (as well as secret pacts with Rhodesia and South Africa), Portugal was long able to accommodate the armed insurgencies that erupted in three of its colonies, thereby containing external pressures to decolonize. Through an approach that combined classic “divide and rule” tactics, schemes for population control, and developmental efforts, Portugal’s African empire was able to soldier on for longer than many observers expected. But this uncompromising stance came with a price: the armed forces’ dissatisfaction with a stalemate that had no end in sight. In April 1974, a military coup d’etat put an end to five decades of authoritarianism in the metropole and cleared the way for transfer of power arrangements in the five lusophone African territories. The outcome, though, would be an extremely disorderly transition, in which the political inexperience of the new elites in Lisbon, the die-hard attitude of groups of white settlers, the divisions among the African nationalists, and the meddling of foreign powers all played critical roles.

          PT/AHS-ICS/DIV-05M-012 · Item · 2025-07
          Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

          Neste número continuamos a refletir sobre fontes que o AHS tem vindo a salvaguardar relativas às lutas de libertação da Guiné-Bissau, de Moçambique, de Cabo Verde, de São Tomé e Príncipe, e de Angola - dialogando com os 50 anos das independências das antigas colónias portuguesas.
          Junto com o investigador Matheus Serva Pereira (ICS-ULisboa), organizámos uma série de iniciativas. A instalação no átrio do ICS-ULisboa, e sua versão em formato autocolante, evoca diversas facetas das lutas de libertação que se espalharam por estes territórios, e fora deles, seja no exilio, seja nas redes de solidariedade que se formaram. O evento Arquivos da Libertação gerou um fértil espaço de diálogo transnacional, e expectativas de continuidade. O tratamento arquivístico do espólio de José Carlos Horta levou-nos a participar numa conferência internacional, procurando salientar fontes sobre a UGEAN, tema também da escolha do arquivista neste número.
          Estes meses serviram ainda para rever alguns registos documentais, e sobre pessoas e entidades ligadas ao anti-colonialismo. Juntámos, por exemplo, dois assuntos ao catálogo, panafricanismo e anti-apartheid, mas temos ainda documentação por conhecer melhor, e entidades de que pouco hoje sabemos, como o Information & Tourist Bureau for Western Europe - Republic of Zambia, para além de documentos fora do catálogo.
          Relativo a outras frentes de luta, este número destaca ainda fontes sobre o anarquismo na primeira metade do século XX, através de uma secção no espólio de Pinto Quartin dedicada a brochuras publicadas fora de Portugal, resultado da colaboração da investigadora Daniela Spina com o AHS. Boas leituras. Inês Ponte

          https://doi.org/10.57854/gkmh-0t40/ulisboaics.2025