Número 1 da publicação "Deserção. Boletim do Comité de Refugiados na Holanda".
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Número 1 da publicação "Deserção. Boletim do Comité de Refugiados na Holanda".
Número 3 da publicação "Deserção. Boletim do Comité de Refugiados na Holanda".
Número 2 da publicação "Deserção. Boletim do Comité de Refugiados na Holanda".
Boletim do Comité de Refugiados na Holanda, organização associada aos Núcleos O Comunista/OCMLP (Cordeiro, 2020). Contém: s.n., ago. 1972; nº2; out. 1972 e nº3; fev. 1973.
Comité de Refugiados Portugueses na HolandaO "Congresso Internacional A Imprensa de Exílio(s)", organizado pelo Grupo Internacional de Estudos da Imprensa Periódica Colonial do Império Português (GIEIPC-IP), estimulou o AHS, o Centro de Documentação 25 de Abril e a Fundação Mário Soares e Maria Barroso, a trabalharam conjuntamente para levantar imprensa dedicada ao tema nos três arquivos, bem como sinalizar o seu tipo de acesso, livre ou por consulta presencial. Resultou em disponibilizar ao público o ficheiro "Imprensa de Exílio e Emigração (oposição à ditadura, 1926-1974)", uma primeira lista Excel de fontes de imprensa sobre a história das diversas correntes políticas da oposição à Ditadura Militar e ao Estado Novo que se organizaram no exílio, assim como sobre a história dos movimentos de libertação das ex-colónias portuguesas e organizações unitárias anticoloniais, cujos secretariados gerais e representações se estabeleceram também no exílio. Na perspectiva dos recursos das instituições de memória envolvidas neste projeto, a lista permite entender em que medida os 3 acervos se completam virtualmente, facilitando uma gestão articulada das políticas futuras de digitalização. Permitiu, ainda, propor uma reflexão em torno de modelos de harmonização da metainformação gerada por cada uma das instituições, para o caso da imprensa periódica. Neste trabalho foram identificados cerca de 200 títulos de imprensa deste tema partilhados pelas 3 instituições.
Com base nesse levantamento, o AHS consolidou no seu catálogo digital o assunto Imprensa em Exílio, para refletir as publicações que dispõe, que inclui oposição portuguesa e movimentos de libertação no exílio.
Boletim português de informação publicado pelo Comité Informação Portugal. Contém: exemplar sem número, 1973.
A Guiné-Bissau proclamou a independência em 24 de setembro de 1973, e Portugal demorou quase um ano a reconhecê-la. Mas 1975 é o ano que ganhou o nome das independências: Moçambique (25 junho), Cabo Verde (5 julho), São Tomé e Príncipe (12 julho), Angola (11 novembro). Estes países fazem 50 anos em 2025, e marcam igual tempo do fim do colonialismo português – bons motivos para termos começado a trabalhar em formas de celebramos em anos anteriores.
Há dois anos decidimos destacar no Mensário nº 2 as dinâmicas de difusão do Boletim PAIGC Actualités (1969-1974); no Mensário nº 6, relembrámos o projeto sobre a Descolonização Portuguesa, dirigido entre 1995 e 2003 pelo investigador Manuel Lucena e no Mensário nº 10, o AHS aproveitou a organização de um Congresso sobre Imprensa no Exilio para sistematizar e tornar acessíveis publicações do seu acervo produzidas por movimentos de libertação africanos.
É com base nesse trabalho que neste número a Escolha do Arquivista trata a ligação da rede de apoio aos movimentos de libertação africanos e a deserção de portugueses nos Países Baixos, explorando vários fundos do AHS, grande parte proveniente de estudantes portugueses no exílio, como o de António Barreto, José Barreto, José Laranjo, Vítor Matias Ferreira.
Para além disso, estamos a processar o espólio de José Carlos Horta (1935-2020), que fornece fontes sobre a rede de apoio aos movimentos de libertação africanos – quanto dela se sobrepõe à existente nesses fundos do AHS derivados de estudantes portugueses no exílio? O Seminário e a Oficina Arquivos da Libertação: anticolonialismos, memórias das Independências Africanas (19 a 21 de maio), de que o AHS é um dos promotores, vai certamente permitir-nos pensar ainda mais todos estes fundos que salvaguardamos relativos às independências.
Por fim, entrecruzando com o tema das independências, este número destaca também a história do teatro em Portugal ao longo do século XX, ora através de uma coleção pessoal, da atriz Glicínia Quartin, ora um subfundo institucional, da Sociedade Theatro Livre (1902-1908), resultado da recente colaboração da investigadora Daniela Spina com o AHS. Boas leituras. Inês Ponte
Boletim publicado pela Associação Resistência e Trabalho, organização de cariz anti-fascista que agrupava emigrantes e exilados políticos portugueses a residir nos Países Baixos.
Contém o nº3, ago.-set. 1970.
Páginas Anticolonialistas, publicação do Comité Informação Portugal. Contém: nº1; 1972 e nº2; 1973.
Nº1 (1972) da publicação "Páginas Anticolonialistas, publicação do Comité Informação Portugal".
Nº2 (1973) da publicação "Páginas Anticolonialistas, publicação do Comité Informação Portugal".
Jornal dos portugueses em Haia publicado pelo Comité Informação Portugal. Contém: nº1 ; abr. 1973; nº2; mai. 1973; nº3; jun. 1973.
Nº1 (abr. 1973) da publicação "Portugal para amanhã".
Nº2 (mai. 1973) da publicação "Portugal para amanhã".
Nº3 (jun. 1973) da publicação "Portugal para amanhã".
Edição especial d 'O Jornal dos Portugueses de Haia em francês e holandês. Contém nº1; out. 1972 e nº2; jan. 1973.
Nº1 (out. 1972) da Edição especial d 'O Jornal dos Portugueses de Haia em francês e holandês.
Nº2 (jan. 1973) da Edição especial d 'O Jornal dos Portugueses de Haia em francês e holandês.
Boletim publicado pela Grupo Português Unitário em Amsterdão. Contém nº2; ago. 1971; nº3; set. 1971 e nº4. nov. 1971.
Tulipa VermelhaNº2 (ago. 1971) da publicação "Tulipa Vermelha".