Leal, António Duarte Gomes.

Zona de identificação

Tipo de entidade

Pessoa singular

Forma autorizada do nome

Leal, António Duarte Gomes.

Forma(s) paralela(s) de nome

    Formas normalizadas do nome de acordo com outras regras

      Outra(s) forma(s) de nome

        identificadores para entidades coletivas

        Área de descrição

        Datas de existência

        1848 - 1921

        Histórico

        António Duarte Gomes Leal (Lisboa, 6 de junho de 1848 – Lisboa, 29 de janeiro de 1921) foi um poeta e crítico literário português.

        Filho de um funcionário da Alfândega, Gomes Leal começou por trabalhar como escrevente ao serviço de um notário lisboeta. Depois de uma breve passagem pelo Curso Superior de Letras, depressa se interessou pela boémia literária lisboeta e pelo jornalismo, publicando os primeiros poemas na Gazeta de Portugal (entre 1866 e 1867) e os primeiros folhetins na Revolução de setembro.

        Em 1869, o crítico Luciano Cordeiro inclui-o entre os "poetas novos", junto a Antero de Quental, Teófilo Braga, Guilherme Braga e Guerra Junqueiro, entre outros, o que contribui para o seu reconhecimento público.

        Colaborou na República, o Diário de Notícias, A Alvorada, Ilustração de Portugal e Brasil, na revista feminina Boudoir, e em várias outras publicações periódicas.

        Fundou, em 1872, juntamente com Magalhães Lima, Silva Pinto, Luciano Cordeiro e Guilherme de Azevedo, o jornal satírico O Espetro de Juvenal.

        Em 1875, publicou o seu primeiro volume de poesias, Claridades do Sul.

        Em 1881, fundou, mais uma vez ao lado de Magalhães Lima, o jornal O Século, onde assegurava a rubrica "Carteira de Mefistófeles", que publicará importantes artigos de teorização sobre a poesia moderna.

        É também nesse ano que publicou o panfleto A Traição, dirigido contra o rei D. Luís e visando a sua passividade perante a possibilidade da venda de Lourenço Marques aos ingleses, sendo preso em consequência do mesmo.

        Depois da morte da mãe, em 1910, converteu-se ao catolicismo. Acabou por cair na miséria e no alcoolismo, acabando a viver da caridade alheia e de uma pensão do Estado, reivindicada por um grupo de escritores, à frente dos quais estava Teixeira de Pascoaes.

        Locais

        Estado Legal

        Funções, ocupações e atividades

        Mandatos/fontes de autoridade

        Estruturas internas/genealogia

        Contexto geral

        Área de relacionamentos

        Entidade relacionada

        O Século (jornal) (1880 - 1977)

        Identificador de entidade relacionada

        PT/AHS-ICS/scl_jornal

        Categoria da relação

        associativa

        Datas da relação

        Descrição da relação

        Um dos fundadores

        Área de pontos de acesso

        Pontos de acesso - Local

        Ocupações

        Zona do controlo

        Identificador de autoridade arquivística de documentos

        Identificador da instituição

        Regras ou convenções utilizadas

        Estatuto

        Nível de detalhe

        Datas de criação, revisão ou eliminação

        adicionado histórico, pontos de acesso, 2026-04, cmp

        Línguas e escritas

          Script(s)

            Fontes

            Gomes Leal. Infopédia. https://www.infopedia.pt/artigos/$gomes-leal

            António Gomes Leal. Wikipedia (pt). https://pt.wikipedia.org/wiki/Ant%C3%B3nio_Gomes_Leal

            ver também:

            Gomes Leal - Biografia. Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, Vol. II, Lisboa, 1990. DGLAB. http://livro.dglab.gov.pt/sites/DGLB/Portugues/autores/Paginas/PesquisaAutores1.aspx?AutorId=7246

            Gomes Leal. Instituto Camões - Centro Virtual. https://www.instituto-camoes.pt/activity/centro-virtual/bases-tematicas/figuras-da-cultura-portuguesa/gomes-leal

            Notas de manutenção