Zona de identificação
Tipo de entidade
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Formas normalizadas do nome de acordo com outras regras
Outra(s) forma(s) de nome
identificadores para entidades coletivas
Área de descrição
Datas de existência
Histórico
Luís da Câmara Reis (Santa Isabel, Lisboa, 20 de abril de 1885 — Estoril, Cascais, 27 de outubro de 1961), frequentemente referido como Câmara Reys, professor, jornalista e defensor da causa democrática em Portugal, fez parte do grupo de intelectuais que em 1921 fundou a revista Seara Nova. Ainda na área do jornalismo, foi diretor do jornal A republica portugueza (1910-1911).
Concluiu o curso de Direito na Universidade de Coimbra em 1907. Mais vocacionado para as Letras do que para as Leis, foi professor do Ensino Secundário em Setúbal e, mais tarde, já na capita, deu aulas nos liceus Camões e Gil Vicente, na Casa Pia e na Escola Normal (Magistério Primário). O seu interesse pelas questões do ensino levou-o a assinar, em 1908, o programa da Liga de Educação Nacional que se propunha “regenerar a sociedade portuguesa pela educação”.
Juntamente com Raul Proença, Aquilino Ribeiro, Raúl Brandão e Ferreira de Macedo, pertenceu ao famoso Grupo da Biblioteca, que reunia no gabinete de Jaime Cortesão, à frente daquela instituição desde 1919, e que em 1921 lançou a revista Seara Nova. Foi o seu diretor durante 40 anos, desde 1921 a 1961.
Câmara Reis esteve sempre presente nos grandes combates da oposição: em 1945/46 no MUD, de que foi um dos fundadores e a cuja primeira Comissão central pertenceu, em 1949 foi membro da comissão central dos serviços de candidatura do General Norton de Matos, em 1958 na campanha de Humberto Delgado, depois de ter apoiado Arlindo Vicente.
Candidato a deputado pelo círculo de Lisboa nas eleições de 1953 e 1957 e pelo círculo de Santarém em 1961, faleceu repentinamente durante a campanha eleitoral.
Locais
Estado Legal
Funções, ocupações e atividades
Colaborou nas revistas: Serões (1901-1911), Illustração portugueza iniciada em 1903, Arte & vida (1904-1906), Atlântida (1915-1920), Homens Livres (1923) e Lusitânia (1924-1927). Colaborou também na Mocidade, Lusitânea, Luta, A Capital e O País, e na revista Gleba. Gazeta de Notícias (do Rio de Janeiro) e O Intransigente (de Luanda).
Mandatos/fontes de autoridade
Estruturas internas/genealogia
Contexto geral
Área de relacionamentos
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Ocupações
Zona do controlo
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Regras ou convenções utilizadas
Estatuto
Nível de detalhe
Datas de criação, revisão ou eliminação
adicionado histórico, pontos acesso, relações, 2026-04, cmp
Línguas e escritas
Script(s)
Fontes
Luís da Câmara Reis. Wikipedia (pt) https://pt.wikipedia.org/wiki/Lu%C3%ADs_da_C%C3%A2mara_Reis
Luís da Câmara Reis. Fundação Pulido Valente. https://fpulidovalente.org/luis-camara-reis/