Conjunto de 27 brochuras relativas ao Congresso Colonial Nacional (realizado em 1901). Consistem maioritariamente em memórias e conferências preliminares, publicadas em Lisboa (com exceção de 1, publicada em Lourenço Marques).
As publicações são datadas entre 1901-1905, e destacam-se as atas do congresso: “Congresso Colonial Nacional Inaugurado no Dia 2 de Dezembro de 1901 Por Sua Majestade El-rei e Com a Assistência de Sua Majestade a Rainha Senhora D. Amélia e Sua Alteza o Príncipe Real Senhor D. Luís. Atas das Sessões” (1902).
Timor-Leste
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Documento manuscrito com notas sobre o livro "Timor" de Teófilo Duarte, antigo Governador de Timor. Indicação do exemplar consultado na Biblioteca do Instituto de Antropologia da Faculdade de Ciências do Porto, e respectiva cota.
Diana Maria Lourenço Luís (2023). A (e)Vocação Imperial no Cortejo Histórico-Colonial: A PERFORMANCE DO IMPÉRIO NA 1ª EXPOSIÇÃO COLONIAL PORTUGUESA DE 1934, PORTO [Tese de mestrado em Arte e Património], Universidade de Coimbra.
Repositório da Universidade de Coimbra.
O presente estudo versa sobre a análise interpretativa do cortejo alegórico de teor cívico, histórico e colonial que decorreu a 30 de setembro de 1934 e que tomou lugar na cidade do Porto aquando do encerramento festivo da 1ª Exposição Colonial Portuguesa. Pela morfologia particular deste cortejo compreende-se que se trata de um sinal e um sintoma do seu tempo, agregador de múltiplas dimensões que potenciam a sua análise. Quer seja na compreensão da sua ambiência social e cultural, por se realizar no Portugal dos anos 30; quer pelo(s) quadrante(s) político(s) que o enquadra(m), o Estado Novo então emergente, inserido na praticidade do colonialismo (europeu); quer pela evocação do império colonial português, na sua historicidade, pragmatismo do presente e projeção para o futuro.
Tratou-se de uma performance cultural, um acontecimento, caracterizado pela sua efemeridade e pela sua pluridisciplinaridade o que assinala a exigência e o interesse do seu estudo. Pela relação direta com a Exposição Colonial Portuguesa, o cortejo impele-nos ao conhecimento das práticas desenvolvidas nas “Exposições” “internacionais” que o antecederam, além da discursividade e ideologização subjacente a elas. De acordo com o Estado Novo, o cortejo revelou-se um mecanismo capaz de propagandear um conjunto de ideias associadas à suposta “regeneração da nação”, mediante a sedimentação de uma noção de identidade nacional. Essa identidade versou, sobretudo, na idealização de um projeto imperial e colonial, assente num repertório que defendia o desempenho de uma “missão civilizadora” por parte dos agentes da colonização; enquanto, simultaneamente, procurou reinventar e estimular a cultura vernacular e popular portuguesa, por se crer que esta munia os alicerces de uma identidade nacional, supostamente agregadora dos valores e idiossincrasias do povo português.
Lorusso, Silvio, 2024, "Typographic Bodies: From Colonial Dictatorship to Sex Education". Other Worlds. https://buttondown.com/otherworlds/archive/ow-18-typographic-bodies-from-colonial/ - Artigo sobre a utilização de corpos para a criação de palavras, a partir de uma reflexão sobre as imagens do Álbum Fontoura.
Agrega 2 publicações de João de Andrade Corvo datadas de 1883-1884, que abordam estudos sobre as ex-colónias portuguesas (correspondem aos Volume I-II e Volume III-IV).
Contém 45 números (1913-1920) da revista mensal Revista Colonial, que divulga alguns despachos e legislação colonial, literatura e notícias e as especificidades de cada colónia (indústrias, técnicas de agricultura, obras públicas, saúde pública, impostos, transportes, comunicações, evolução da demografia e migrações, trajes, comércio).
Entre 1913-1914 (1.º e 2.º ano de publicação), António Sousa Ribeiro foi o diretor da Revista Colonial.