Recorte de jornal sobre greve em companhias envolvidas no processo de ampliação da refinaria de Leixões (Portugalisol-Wanner; Pompicelli; Baoun Irmão, oficina de reparação de automóveis de José Lopes).
Folha informativa do American Committee on Africa sobre Cabora Bassa.
American Committee on AfricaLondres: The Standard Group, 1968 (Novembro). Estudo sobre economia angolana
The Standard Bank GroupDesenhos de Vieira da Costa. Luanda: Imprensa Nacional
Governo Geral de AngolaPress release do American Committee on Africa sobre Cabora Bassa
American Committee on AfricaEdição do Movimento Liberazione e Sviluppo - Centro de Documentação Amílcar Cabral (Roma).
Apresentação de John Ngalo (ANC). Apresentação L e S. Dados Republica da África do Sul. Projeto de expansão da África do Sul. Empresas inglesas e norte-americanas. Angola - Cunene. Dados do país. Empresas com fundos internacionais e coloniais. Namibia. Empresas que operam nesse território, por origem. Colonatos. História dos movimentos de libertação. Moçambique: Cabora Bassa. Rodésia. Capital internacional. Oposição da FRELIMO ao projecto.
Movimento Liberazione e SviluppoBrochura do PAIGC - Documentation Economique (Documentação Económica) - sobre os interesses capitalistas estrangeiros na Guiné Portuguesa e em Cabo Verde
PAIGC - Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo VerdeDocumento impresso sobre a cedência a e transferência para o Banco de Angola dos privilégios, direitos e obrigação na parte referente a Angola
Banco Nacional UltramarinoAlguma notas sobre o investimento estrangeiro em Moçambique e Angola, por Polly Gaster
Anti-Apartheid MovementEdição do Movimento Liberazione e Sviluppo - Gruppo di Roma
Exportações e Importações italianas para Moçambique, Angola e Guiné-Bissau (1965-1970).
Lista de armamento dado a Portugal por membros da Nato: Estado Unidos da América, Holanda, França, Canadá, Inglaterra.
Noronha, Ricardo, 2018, “A Banca ao Serviço do Povo”: Política e Economia durante o PREC (1974-75), Lisboa: Imprensa de História Contemporânea
Este livro ocupa-se da nacionalização da banca no contexto do processo revolucionário português de 1974-75. Baseado num vasto acervo de fontes documentais e inspirado num conjunto de ferramentas teóricas desenvolvidas por Mario Tronti, Walter Benjamin e Michel Foucault, o seu ponto de partida é uma interrogação incontornável: por que razão uma medida que não constava do Programa do Movimento das Forças Armadas e assumia implicações tão consideráveis, a curto e a longo prazo, obteve um apoio suficientemente alargado para ser inscrita na Constituição da República enquanto uma conquista irreversível da classe trabalhadora? A resposta ensaiada ao longo destas páginas estabelece uma articulação entre conflitos sociais e economia política, identificando-a enquanto o centro de gravidade do processo que conduziria à nacionalização da banca.
Nesse sentido, analisa o modo como as lutas sociais contribuíram para um processo de radicalização cumulativa iniciado no final do Estado Novo, que ganharia intensidade crescente ao longo do processo revolucionário. Simultaneamente, tenta compreender por que razão o diagnóstico da situação económica contribuiu para polarizar o combate político, cartografando as linhas de força de um debate que conheceu sucessivas declinações e abrangeu aspetos tão diversos como a inflação, a legislação laboral ou as relações de propriedade. Num contexto de crise económica e revolucionária, o setor bancário converteu-se num ponto crítico da relação entre trabalho e capital: a concessão de crédito assumiria uma importância decisiva após o 25 de Abril, com os sindicatos a atribuir aos banqueiros propósitos de desestabilização associados à prática de “sabotagem económica”; na sequência da nacionalização do setor, por sua vez, governantes, gestores e sindicalistas propuseram-se colocar “a banca ao serviço do povo”, no contexto de uma breve experiência de “transição socialista” cujo eco se faria sentir no texto da Constituição da República. O caso da banca revela-se assim uma chave interpretativa privilegiada para identificar o elenco de problemas e o horizonte de possibilidades que dominou a conjuntura histórica a seguir ao 25 de Abril. Este livro propõe-se contribuir para o amadurecimento do campo historiográfico dedicado à interpretação do processo revolucionário de 1975-75, estabelecendo um diálogo crítico com os trabalhos de investigação produzidos acerca do tema ao longo dos últimos anos.
Recensões e obra aqui: https://imprensa.ihc.fcsh.unl.pt/noronhar2018/
Greves por aumento de salários, pagamento do 7º dia e ao mês: Covina, Intar, Fábrica de Cimentos Tejo, Firestone, Fábrica de Tecidos Torres Novas, etc.
Documento produzido pela Direcção da Organização Regional de Lisboa do Partido Comunista Português
Brochura da Comissão Concelhia do MND.
MND - Movimento Nacional DemocráticoMagalhães, Luís de
Existência: Nº 26, 2ª serie (1 Agosto de 1923)
Federação Portuguesa dos Empregados no Comércio