Montseny, Joan

Zona de identificação

Tipo de entidade

Pessoa singular

Forma autorizada do nome

Montseny, Joan

Forma(s) paralela(s) de nome

    Formas normalizadas do nome de acordo com outras regras

      Outra(s) forma(s) de nome

      • Joan Montseny i Carret

      • Federico Urales (pseud.)

      identificadores para entidades coletivas

      Área de descrição

      Datas de existência

      1864-1942

      Histórico

      Joan Montseny i Carret (Reus, 19 de agosto de 1864 - Salon-de-Provence, 12 de março de 1942), também conhecido pelo pseudónimo Federico Urales, foi um anarquista catalão.

      Originalmente um tanoeiro, liderou um sindicato da sua profissão na década de 1880. Estudou para se tornar professor e chefiou uma escola na sua terra natal em 1891. A sua atividade política no movimento anarquista levou a que fosse preso várias vezes, e ao seu envolvimento no julgamento de Montjuïc - que levou ao seu exílio para Londres em 1897. Mais tarde nesse ano regressou ilegalmente a Madrid, para tentar que o julgamento fosse revisto.

      Tornou-se jornalista, trabalhando no El Progreso, de Alejando Lerroux. Fundou os periódicos La Revista Blanca (1898) e Tierra y Libertad (1902) (esta última começou por ser um suplemento da Revista Blanca). A revista cessou a sua publicação em 1905.

      Dividia o seu tempo entre Madrid e Barcelona, escrevendo para o jornal de Miguel Moya El Liberal. Defendeu Francisco Ferrer no caso Morral, e escreveu livros para a Escola Moderna de Ferrer, incluindo o romance em castelhano Sembrando Flores (1906). Na administração de Primo de Rivera, reiniciou La Revista Blanca, que dirigiu entre 1923 e 1936. Começou a revista semanal El Luchador (1931-1933).

      Ele seguia um anarquismo individualista, exemplar do "anarquismo sem adjetivos". Ele apoiou, mas não se juntou à Federación Anarquista Ibérica durante a Segunda República. Ele influenciou a CNT (Confederación Nacional del Trabajo) como membro da Frente Popular em 1936, e através da sua filha Federica Montseny, que trabalhou no gabinete de Francisco Largo Caballero. Montseny foi para o exílio em França em 1939.

      A sua esposa era Teresa Mañé, conhecida pelo pseudónimo Soledad Gustavo.

      Locais

      Estado Legal

      Funções, ocupações e atividades

      Algumas obras

      Política e filosofia

      • El sindicalismo español y su orientación (1923)
      • La anarquía al alcance de todos (1928)
      • Los municipios libres (1932)
      • El ideal y la revolución (1932)
        La evolución de la filosofía en España (1934)

      Autobiografia

      • Mi vida (1932)

      Romances

      • Sembrando Flores (1906)
      • Los hijos del amor (1922)
      • Los grandes delincuentes (1923)

      Mandatos/fontes de autoridade

      Estruturas internas/genealogia

      Contexto geral

      Área de relacionamentos

      Área de pontos de acesso

      Pontos de acesso - Local

      Ocupações

      Zona do controlo

      Identificador de autoridade arquivística de documentos

      Identificador da instituição

      Regras ou convenções utilizadas

      Estatuto

      Nível de detalhe

      Datas de criação, revisão ou eliminação

      Criado 2026-03, cmp

      Línguas e escritas

        Script(s)

          Notas de manutenção