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Área de descrição
Histórico
Fundado em 1979 por investigadores do Gabinete de Investigações Sociais interessados em movimentos sociais, como Arquivo Histórico das Classes Trabalhadoras, transita em 1982 para a Universidade de Lisboa, sob alçada do Instituto de Ciências Sociais. Publica o Boletim de Estudos Operários, 9 números entre 1982-1986.
Em 2016 passou a integrar o plano estratégico do ICS-ULisboa como infra-estrutura de investigação, estimulando a recente conversão da sua base de dados no software AtoM. Desde então tem vindo a expandir o seu catálogo digital com fontes de interesse para as ciências sociais e humanidades, bem como a ampliar a sua oferta de versões digitais com livre acesso de alguma documentação.
Contexto cultural e geográfico
O acervo original do AHS teve um papel fundamental na emergência de uma abordagem inovadora no campo de estudos operários e sindicais num Portugal recentemente democrático, agregando fontes privadas em risco de salvaguarda para pesquisa pela comunidade científica envolvente. Desde então ampliou o seu espectro temático e hoje dá apoio decisivo a atividades de ensino, investigação e extensão na área das Ciências Sociais, oferecendo à comunidade científica, interna e externa, e ao público em geral, serviços de captação, organização, preservação e disseminação de fontes documentais, de especial difícil acesso.
Mandatos/Fontes de autoridade
Estrutura administrativa
vinculação: Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa (ICS-ULisboa).
Políticas de captura e gestão de documentos
Recebe, após avaliação pela coordenação científica e aprovação pela Direcção do ICS-ULisboa, documentação por doação e depósito por particulares e instituições.
Prédios
Em 1979 o acervo estava nas instalações do GIS na R. MIguel Lupi. Transitou para o 1º piso da ala sul do ISCTE em 1990. Desde 2003 está no seu atual espaço, no edifício do Instituto de Ciências Sociais-ULisboa, em estreita articulação com a Biblioteca. Acervo armazenado em dois depósitos e na sala de acolhimento. Cerca de 200 metros lineares (2023).
Acervos documentais
Vocacionado para salvaguardar fontes sobre o movimento operário e sindical ausentes de arquivos públicos, ampliou nas décadas seguintes o seu espectro temático, acolhendo fundos de particulares que resguardam documentação de interesse para as ciências sociais e humanidades, incluindo doações por investigadores de diversas áreas: história, antropologia, sociologia, ciência política. Hoje o AHS tem à sua guarda fontes para o estudo do anarquismo, do corporativismo, do feminismo, do movimento estudantil, dos movimentos nacionalistas africanos, do colonialismo português, do anticolonialismo, do processo revolucionário português (1974-1982), como também para história agrícola, económica, política, social, ou cultural desde finais do século XVIII português. Em 2012 o seu acervo foi estimado em 170 metros lineares.
Instrumentos de pesquisa, guias e publicações
Catálogo digital em permanente desenvolvimento. Consulte o fundo "A Divulgação do AHS" para publicações próprias sobre o seu acervo.
Consulte também as indicações sobre o AHS no guia de Boas Vindas ao ICS, pps. 65-68 (2023): https://www.ics.ulisboa.pt/flipping/investigacao_boas_vindas/#page=66-67
Área de acesso
Horário de funcionamento
Acolhimento de investigadores e público em geral para consultas presenciais através de marcação prévia:
2ª a 3ª feira, das 9h30 às 17 horas.
Condição de acesso e uso
Marcação prévia por email ou telefone. Fundos e coleções que aguardam processamento técnico arquivístico podem ser consultados, também mediante agendamento prévio, excepto em caso de estarem sob reserva.
Alguma documentação no catálogo digital tem objecto digital de acesso livre.
Acessibilidade
Elevador para o 1º piso, entrada pela Biblioteca, para a sala de acolhimento do AHS.
Área de serviços
Serviços de pesquisa
Consultas presenciais (por marcação prévia): indique a documentação que lhe interessa consultar e o âmbito da pesquisa.
Apoio na pesquisa no catálogo digital para consultas a documentação salvaguardada, em diversos estados de tratamento arquivístico.
Serviços de reprodução
Presencial: permitido o uso de dispositivos digitais de uso pessoal e fotografia digital nas bibliotecas e arquivos públicos, para fins de pesquisa (Lei n.º 31/2019, 3 Maio). Fale com o arquivista sobre as condições de utilização e salvaguarda dos direitos de autor da documentação que pretende reproduzir.
Áreas públicas
Empréstimo para exposições temporárias:
Jornal Diferencial - Associação de Estudantes do Instituto Superior Técnico da ULisboa;
Museu da Resistência, Peniche;
Torre do Tombo - Arquivo Nacional;
Comissão Comemorativa 50 anos 25 de Abril;
Biblioteca Nacional;
Padrão dos Descobrimentos (EGEAC); Museu de Lisboa (EGEAC);
Associação de Estudantes da Faculdade de Medicina de Lisboa.
Cedência de imagens de documentação digitalizada:
Museu da Chapelaria, São João da Madeira;
Câmara Municipal da Moita.
Zona do controlo
Identificador da descrição
Identificador da instituição
Regras ou convenções utilizadas
ISDIAH (2008, 1ª edição).
Estatuto
Nível de detalhe
Datas de criação, revisão ou eliminação
outubro 2023: versão preliminar, ip