Santos, Raul Esteves dos.

Zona de identificação

Tipo de entidade

Pessoa singular

Forma autorizada do nome

Santos, Raul Esteves dos.

Forma(s) paralela(s) de nome

    Formas normalizadas do nome de acordo com outras regras

      Outra(s) forma(s) de nome

        identificadores para entidades coletivas

        Área de descrição

        Datas de existência

        1889 -1954

        Histórico

        Raúl Esteves dos Santos (Lisboa, 7 de Março de 1889 - Lisboa, 24 de Julho de 1954) foi um jornalista, escritor e ativista político português.

        Durante a sua carreira, também trabalhou como funcionário para a Câmara Municipal de Lisboa, a Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses e a Direcção-Geral de Caminhos de Ferro.

        Defensor dos ideais republicanos, foi um dos participantes na Revolução de 5 de Outubro de 1910. Durante a Primeira República, foi mobilizado para a Primeira Guerra Mundial. Foi preso pela primeira vez por motivos políticos em 1918, durante a ditadura de Sidónio Pais.

        Trabalhou como secretário para o presidente do ministério, António Granjo, em 1921,

        Na imprensa, foi diretor do jornal O Grito do Povo. Foi também diretor do jornal A Voz do Operário em duas ocasiões, de 1931 a 1933 e de 1945 a 1947. Nestes períodos, também exerceu como presidente da Sociedade de Instrução e Beneficiência A Voz do Operário.

        Também trabalhou como diretor da Revista Portuguesa de Comunicações, e escreveu para a Revista Municipal de Lisboa e na Gazeta dos Caminhos de Ferro.

        Aquando da sua instauração, tornou-se um opositor à ditadura militar. Em 1930 foi preso durante cerca de duas semanas.

        Já durante o Estado Novo, foi um dos fundadores do Movimento de Unidade Democrática, em conjunto com outros diretores de periódicos nacionais, incluindo Luís Câmara Reis, da revista Seara Nova, Jaime Carvalhão Duarte, do jornal República, e Vítor Santos, do Democracia do Sul.

        Em 16 de Maio de 1947, foi de novo preso pela polícia política e ficou preso durante vinte dias na Penitenciária de Lisboa

        Destacou-se igualmente como escritor, tendo deixado um grande número de obras, incluindo A Arte Negra e A Grande Catedral do Bem, sobre o periódico A Voz do Operário.

        Ocupou o posto de presidente da Federação das Sociedades de Educação e Recreio e da Sociedade de Instrução de Campo de Ourique, e também foi dirigente dos Bombeiros Voluntários de Campo de Ourique.

        Locais

        Estado Legal

        Funções, ocupações e atividades

        Mandatos/fontes de autoridade

        Estruturas internas/genealogia

        Contexto geral

        Área de relacionamentos

        Entidade relacionada

        MUD - Movimento de Unidade Democrática (1945 - 1948)

        Identificador de entidade relacionada

        PT-AHS-ICS-MUD

        Categoria da relação

        associativa

        Datas da relação

        Descrição da relação

        um dos fundadores

        Entidade relacionada

        A Voz do Operário - Sociedade de Instrução e Beneficência (1890 -)

        Identificador de entidade relacionada

        PT/AHS-ICS/AVzOp

        Categoria da relação

        associativa

        Datas da relação

        Descrição da relação

        Diretor do jornal e presidente da Sociedade de Instrução e Beneficiência (1931-1933 e 1945-1947)

        Área de pontos de acesso

        Pontos de acesso - Local

        Ocupações

        Zona do controlo

        Identificador de autoridade arquivística de documentos

        Identificador da instituição

        Regras ou convenções utilizadas

        Estatuto

        Nível de detalhe

        Datas de criação, revisão ou eliminação

        adicionado histórico, pontos acesso, 2026-03, cmp

        Línguas e escritas

          Script(s)

            Fontes

            Raul Esteves dos Santos. Wikipedia (pt). https://pt.wikipedia.org/wiki/Raul_Esteves_dos_Santos

            Notas de manutenção