O Boletim Tricontinental era publicado mensalmente, em Havana (Cuba), em espanhol, inglês, francês (e árabe?). A coleção do AHS existe predominantemente em inglês, com alguns números em francês e espanhol.
Série seguida (em várias línguas) do número 1 ao número 45, e do número 50 ao 78, mais o número 81.
As colónias portuguesas surgem nos seguintes números: : Ano I: Nº1 (Abril 1966), Ano III: Nº33 (Dezembro 1968), Ano IV: Nº34 (Janeiro 1969), Nº37 (Abril 1969), Nº39 (Junho 1969); Ano VI: Nº68 (Novembro 1971);
Guiné-Bissau: Ano I: Nº2 (Maio 1966), Nº 5 e 6 (Agosto-Setembro 1966); Ano II: Nº17 (Agosto 1967), Ano III: Nº28 (Julho 1968), Nº29 (Agosto 1968). Ano IV: Nº37 (Abril 1969), Nº40 (Julho 1969), Nº42 (Setembro 1969), Ano VI: Nº58 (Janeiro 1971), Nº58 (Fevereiro 1971), Nº61 (Abril 1971), Nº68 (Novembro 1971), Ano VII: Nº 70 (Janeiro 1972), Nº 72 (Março 1972); Moçambique: Ano I: Nº 5 e 6 (Agosto-Setembro 1966), Nº 7 e 8 (Outubro-Novembro 1966), Ano II: Nº18 (Setembro 1967), Ano III: Nº25 (Abril 1968), Nº30 (Setembro 1968), Nº31 (Outubro 1968), Ano IV: Nº38 (Maio 1969), Ano VII: Nº 73 (Abril 1972), Nº77 (Agosto 1972); Angola: Ano II: Nº11 e 12 (Fevereiro-Março 1967), Ano III: Nº24 (Março 1968), Nº28 (Julho 1968), Ano IV: Nº35 (Fevereiro 1969), Nº42 (Setembro 1969), Ano V: Nº54 e 55 (Setembro-Outubro 1970), Ano VI: Nº60 (Março 1971), Nº63 (Julho 1971), Nº64 (Julho 1971); São Tomé e Príncipe: Ano IV: Nº40 (Julho 1969),
Aborda vários conflitos, revoltas, revoluções, movimentos nacionalistas, de guerrilha, anticoloniais, de direitos civis ou emancipatórios em regiões como: Tailândia, Vietname, Laos, Coreia do Sul, Coreia do Norte, Chile, Bolívia, Argentina, Venezuela, Guatemala, Cuba, Haiti, República Dominicana, Porto Rico, Brasil, Colômbia, Paraguai, Uruguai, Nicarágua, Peru, Panamá, México, Estados Unidos da América, África do Sul, Gana, Congo, Tanzânia, Zimbabué, Rodésia, Namíbia, Eritreia, República da Guiné, Argélia, Irão, Líbano, Líbia, Síria, Iémen, Palestina, Indonésia. A partir de 1970 intensifica-se a atenção dada à luta armada e guerrilha urbana (Manual da guerrilha urbana de Carlos Marighella, Tupamaros/Movimento de Libertação Nacional/MLN (Uruguai), Forças Armadas Rebeldes/FAR (Guatemala), Montoneros, Forças Armadas Revolucionárias/FAR, Forças Armadas Peronistas/FAP, Forças Argentinas de Libertação/FAL (Argentina), Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia/FARC, Exército de Libertação Nacional/ELN, Exército Popular de Libertação/EPL (Colômbia), Frente Sandinista de Libertação Nacional (Nicarágua), ETA (Espanha))