John S. Paul - Il Frelimo e la rivoluzione nel Mozambico. Monthly Review. Bari: Edizioni Dedalo. Ano 6, n.º 7/8 (1976), p. 1-12.
Monthly Review (edizione italiana)China
11 Descrição arquivística resultados para China
A secção é constituída por documentação produzida ou acumulada por José Carlos Horta no âmbito da sua atividade pessoal e familiar.
Inclui materiais biográficos de José Carlos Horta, compostos sobretudo por fotocópias de documentação recolhida em arquivos nacionais, nomeadamente no Arquivo Nacional da Torre do Tombo e no Arquivo Histórico Ultramarino, bem como pelo seu currículo político e por um memorando (2009), com os respetivos anexos, enviado à Comissão para a Contagem do Tempo de Prisão, Detenção e Clandestinidade por Razões Políticas, para efeitos de reforma. Contém ainda uma variedade de revistas e recortes de imprensa internacional acumulados por José Carlos Horta (1977-2003).
Por fim, a secção integra a correspondência pessoal e familiar de José Carlos Horta, com especial destaque para as cartas trocadas com familiares (1961-1976), nomeadamente com a mãe, a irmã e outros parentes residentes em Portugal. Destaca-se também a correspondência mantida com Viriato da Cruz (1961-1972).
Tradução de notícias e transcrições de artigos sobre assuntos correntes chineses. Nºs 180 (ano VI), 5-2-1949; nº 181 (ano VI), 15-2-1949
Contém correspondência de carácter predominantemente pessoal e familiar de José Carlos Horta, trocada entre as décadas de 1960 e 2000. Inclui cartas enviadas e recebidas de diversos membros da família, designadamente Maria do Carmo (mãe de José Carlos Horta, 1961-1976), Aurelina Horta (irmã, 1962-1976), José Carlos Salgado Horta (primo, 1976) e José Maria Sousa Horta (1975-1976), entre outros familiares.
Integra ainda uma vasta correspondência de natureza pessoal trocada com Graça Tavares (1971-1973), Domingos (Puskas) (1972), Maria Eugénia (1962-1974), Manuel Bernardo do Carmo Leal (1974), Gomes Barreto (1974), Carlos Lofgren (1976), Fernando Correia (s.d.), Carlos Pacheco (1998-2000), Edmundo Rocha (1996-1997), José Simuco (1997) e Artur Janeiro da Fonseca (1998), bem como uma carta-convite enviado pela Associação Casa dos Estudantes do Império (2000).
Por fim, inclui a série de correspondência trocada entre José Carlos Horta e Viriato da Cruz (1961-1972), onde se destaca o conjunto de cartas do período em que Viriato da Cruz se encontrava em Pequim (fev. 1968 - fev. 1972). De forma complementar, encontram-se ainda fotocópias dessas cartas de outras trocadas entre Viriato da Cruz e Monique Chajmowiez.
A documentação reunida segue de perto a trajectória biográfica de Deolinda Lopes Vieira: professora primária na Escola-Oficina n. 1 ( de influência anarquista e libertária) e no ensino oficial, dedicou-se à educação de crianças do ensino primário e infantil, colaborando em revistas pedagógicas; militante feminista, participou na organização de várias associações, entre elas o Conselho Nacional das Mulheres Portuguesas, desde a sua fundação em 1914 até à extinção em 1946; e na maçonaria feminina – Loja Humanidade do Direito Humano – desde a sua fundação em 1923. Alguma da documentação foi identificada como tendo pertencido a Adolfo Lima (1874-1943), figura destacada do grupo de pedagogos anarquistas portugueses da primeira metade do século XX, com quem a família Quartim privou de perto. Outra é dirigida ou pertenceu a António Pinto Quartim, nomeadamente correspondência ou documentos pessoais, como por exemplo a carteira profissional de jornalista. Sempre que tal acontece remete-se a consulta para o Espólio Pinto Quartim, já à guarda do AHS desde 1979.
Vieira, Deolinda Lopes.Após uma interrupção de alguns meses, iniciamos neste número a regularidade do Boletim de Estudos Operários (1982-1987) – dois números anuais. Essa nova periodicidade permite reunir e divulgar os trabalhos desenvolvidos nos meses anteriores, evidenciando a diversidade de fontes que o AHS tem vindo a salvaguardar. Este número percorre diferentes momentos do século XX: da história da Junta Nacional do Azeite durante a transição do Estado Novo ao internacionalismo secular da Escola Moderna, do campo dos Estudos Operários consolidado em Portugal nas últimas décadas às dinâmicas de anticolonialismo e pan-africanismo associadas às independências africanas.
Em destaque, o investigador Tiago Gomes oferece-nos uma reflexão a partir do mapa das cooperativas ligadas à JNA, salvaguardado por um projecto coordenado pelo investigador Manuel Lucena durante a transição do longo Estado Novo, e posteriormente reutilizado num manuscrito que não chegou a publicar. Neste número temos também a estreia de Catarina Pinto na secção escolha do arquivista, com um ensaio sobre o fundador da Escola Moderna, cuja morte teve impacto internacional, tal como expressam fontes no AHS oriundas do espólio de Pinto Quartin.
O Espólio Pinto Quartin mantém-se ainda como um manancial de fontes na longa duração. Catarina Pinto converteu também para digital o catálogo desenvolvido por Goreti Matias em 1985 e 1986, publicado em três partes no Boletim de Estudos Operários (nºs 7, 8, e 9), numa iniciativa AHS que recupera informação sistematizada para um campo de estudos então emergente.
Recentes adendas ao catálogo derivam do projeto de investigação de Annarita Gori, Export Portugal: Cultural Diplomacy and the Rebranding Strategies of the Estado Novo in the United States, e da doação do filho de Cristina Fernandes Pereira. Ao nível do inventário digital, destacam-se duas outras novidades: a biblioteca pessoal de António Sousa Ribeiro com mais de seis centenas de publicações sobre o colonialismo português; e, com a conclusão do tratamento arquivístico do espólio de José Carlos Horta, o acesso em linha a correspondência com Viriato da Cruz, nacionalista angolano, depois de em número anterior termos assinalado o seu papel na UGEAN. Boas leituras. Inês Ponte
Semanário de estudantes universitários com artigos sobre a China e Israel.
Conjunto de cartas enviadas por Viriato da Cruz a José Carlos Horta, maioritariamente datadas do período em que Viriato da Cruz se encontrava em Pequim (fev. 1968 - fev. 1972).
O conjunto integra igualmente alguns rascunhos de cartas de José Carlos Horta, bem como correspondência não datada.
Por fim, inclui fotocópias de correspondência trocada entre Viriato da Cruz e José Carlos Horta e entre Viriato da Cruz e Monique Chajmowiez.