Congresso Imprensa de Exílio(s) [2024]

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Nota(s) de âmbito

  • Reune periódicos salvaguardados pelo AHS com especial relevo para o Congresso Imprensa de exilio(s), organizado pelo Grupo Internacional de Estudos da Imprensa periódica do Império Português, Universidade Nova de Lisboa (GIEIPC-IP), em Coimbra, 2024. (2024-05, ip)

  • Para mais documentação relacionada, ver também registos de autoridade associados e termos relacionados. (2024-05, ip)

Nota(s) da fonte

  • Ver https://expoimprensacolonial.fcsh.unl.pt/: Exposição Virtual organizada pelo GIEIPC-IP, que agrega acesso a um conjunto alargado de documentação desta temática, com base no acervo já digitalizado no Centro de Documentação 25 de Abril (UCoimbra) e na Fundação Mário Soares e Maria Barroso (CasaComum) em 2023.

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    Termos hierárquicos

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        A Arma da Crítica
        Pessoa coletiva · 1968

        Boletim editado pela F.P.L.N e dirigida por Manuel Sertório

        Boletim SEEPE
        Pessoa coletiva · 1967-1969

        Publicação periódica editada pelo Secretariado dos Encontros de Estudantes Portugueses no Estrangeiro (SEEPE).

        Committee for Freedom in Mozambique, Angola and Guine
        PT/AHS-ICS/CFMAG · Pessoa coletiva · 1968 - 1975

        " O Comité Britânico para a Liberdade em Moçambique foi criado em 1968 a pedido da Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO), que tinha lançado uma luta armada de libertação nacional contra o domínio colonial português em 1964. Um ano mais tarde, o Comité alargou-se a Angola e à Guiné-Bissau, onde também se travava uma luta armada, passando a designar-se por Comité para a Liberdade em Moçambique, Angola e Guiné (CFMAG). O CFMAG funcionava como um grupo de pressão de campanha, com o objetivo de criar um apoio político alargado à FRELIMO, ao Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) e ao Partido Africano da Independência da Guiné-Bissau e Cabo Verde (PAIGC). Trabalhou com todos os partidos políticos, com os movimentos operário e estudantil, com as igrejas, com as ONG e com muitos outros. Mantinha relações estreitas com o Movimento Anti-Apartheid e incentivava uma perspetiva regional para o futuro da África Austral. Organizou visitas de representantes dos movimentos de libertação e várias campanhas específicas de ajuda política e material, que culminaram na campanha "Fim da Aliança" de 1972/3. Após o golpe de 25 de abril de 1974 em Portugal e as subsequentes negociações entre o novo governo português e os movimentos de libertação, foi reconhecido o direito das colónias à independência total e imediata. O CFMAG organizou uma festa de vitória na Câmara Municipal de St Pancras, em 25 de junho de 1975, dia da Independência de Moçambique, e encerrou as suas actividades, com os objectivos alcançados.
        Durante a fase seguinte, foi criado o Centro de Informação de Moçambique, Angola e Guiné [Mozambique, Angola & Guine Information Centre] (MAGIC), com o apoio dos governos independentes, para desenvolver um trabalho de educação e informação. O trabalho de solidariedade política continuou através, primeiro, do Comité de Solidariedade com Angola e, depois, do Comité Moçambique-Angola, com especial ênfase no apoio ao MPLA durante a sua segunda guerra de libertação contra o exército sul-africano."

        PT/AHS-ICS/CONCP · Pessoa coletiva · 1961 - 1979

        Constituída em Casablanca, Marrocos, com representantes de dez organizações de Angola, Cabo Verde, Guiné, Goa, Moçambique e São Tomé e Príncipe.

        É antecedido pelo MAC - Movimento Anti-Colonialista, fundado em dezembro de 1957, em Paris, numa reunião de vários nacionalistas das colónias portuguesas e pela FRAIN - Frente Africana para a Independência Nacional das Colónias Portuguesas, estabelecida durante a 2ª Conferência dos Povos Africanos, realizada em Tunes, em janeiro de 1960. A FRAIN foi criada por Amílcar Cabral, Hugo Azancot de Menezes, Lúcio Lara e Viriato da Cruz, reunindo inicialmente o Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) e o Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA).

        FPLN - Frente Patriótica de Libertação Nacional
        PT-AHS-ICS-FPLN · Pessoa coletiva · 1962 - 1974

        Movimento unitário da oposição ao Estado Novo - que incluía a Junta Central de Acção Patriótica e as Juntas de Acção Patriótica (JAP’s) - criado a 28 de Dezembro de 1962 na Conferência das Forças Antifascistas Portuguesas realizada em Roma. Nesta conferência estiveram presentes Álvaro Cunhal, António Lopes Cardoso, Fernando Piteira Santos, Francisco Ramos da Costa, Manuel Sertório, Manuel Tito de Morais e Mário Ruivo. Fora o corolário de um processo decorrente das eleições presidenciais de 1958 e que pretendia criar um amplo movimento unitário que reeditasse o que havia sido o Movimento de Unidade Democrática. Inicialmente a FPLN é dirigida por uma junta composta por Álvaro Cunhal (ou outros elementos do PCP), Tito de Morais da Resistência Republicana Socialista (RRS), Rui Cabeçadas do Movimento de Acção Revolucionária (MAR), Piteira Santos e Manuel Sertório. Embora ausente a maior parte do tempo em Praga, por doença, Humberto Delgado era o presidente.
        A direcção da FPLN, chamada inicialmente de Comissão Delegada, fixa-se na recém-independente Argélia e aí funcionará até ao 25 de Abril de 1974. A vida da FPLN em Argel é tumultuosa, marcada por inúmeros conflitos, nomeadamente em torno de questões como a prioridade a atribuir à questão colonial, a adopção de novos métodos de luta contra a ditadura, nomeadamente a luta armada, ou o dissídio sino-soviético, padecendo de fracturas internas que espelhavam as novas e velhas tensões da oposição anti-salazarista e as questões que determinavam o debate político da década de 60.
        Em Junho de 1964 Humberto Delgado chega a Argel para assumir a presidência da FPLN, num clima de forte crispação, com graves diferendos pessoais a misturarem-se com a radicalização das posições políticas. Em Outubro tem lugar a III Conferência da FPLN em Argel e a ruptura entre Humberto Delgado e Álvaro Cunhal, decorrente também da referida questão da luta armada, torna-se inevitável, levando o general a romper com a Frente Popular de Libertação Nacional e a criar a Frente Portuguesa de Libertação Nacional apostada na acção armada mas sem expressão real.
        Ao longo da década de 60 a Frente Popular de Libertação Nacional conhece alterações, deixando de contar com o MAR e a RRS, ao mesmo tempo que se firma a hegemonia do PCP até ao momento em que este partido é expulso da Junta Revolucionária Portuguesa (JRP), o órgão máximo da FPLN, forjando-se então o ascendente das Brigadas Revolucionárias.
        Na actividade da FPLN teve particular importância a Rádio Voz da Liberdade, mais tarde denominada Rádio Voz da Revolução.

        MPLA - Movimento Popular de Libertação de Angola
        PT-AHS-ICS-MPLA · Pessoa coletiva · 1956 -

        Algumas das suas publicações com carácter periódico: Angola in Arms; Boletim do Militante; Boletim de Informação; Leopardo; Vitória ou Morte; Vitória é Certa, A Vitória é Certa.

        O Salto: o jornal dos portugueses emigrados.
        Pessoa coletiva · 1970 - 1974

        Jornal elaborado com a colaboração de 4 clubes: Clube dos Jovens Trabalhadores Portugueses de Paris, Clube dos Trabalhadores de Brie, Centro de Difusão da Cultura Portuguesa, Associação Resistência e Trabalho (da Holanda).
        (Explicação dada no Nº1)

        OMA - Organização da Mulher Angolana
        AGO - OMA · Pessoa coletiva · 1962 -

        Fundada em 1962, a Organização da Mulher Angolana é uma ala feminina do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) que foi crucial no apoio às forças guerrilheiras dentro e fora de Angola. Entre as suas atividades, incluem-se a produção de alimentos para o exército guerrilheiro, a organização de campanhas de alfabetização e de cuidados básicos de saúde e transporte de armamento e alimentos. A OMA incluía principalmente "mulheres educadas com laços familiares fortes ou maritais com a liderança política do partido. Não obstante, a maioria dos membros eram mulheres comuns de todos antecedentes sociais e étnicos, que se envolveram no ativismo político e no trabalho comunitário
        (Santos, 2010).

        SEEPE Information
        Pessoa coletiva · 1966-1968

        Publicação periódica editada pelo Secretariado dos Encontros de Estudantes Portugueses no Estrangeiro

        Tulipa Vermelha
        Pessoa coletiva · 1971-1972

        Publicação periódica editada pela Grupo Português Unitário em Amsterdão.