Paris: Societé d'Editions Afrique, Asie, Amérique Latine, SARL. 23 a 29 de Junho de 1975, n.º 86. Número temático sobre a independência de Cabo Verde.
Afrique AsieDemocracia (1974-Presente)
170 Descrição arquivística resultados para Democracia (1974-Presente)
[O poder ao Povo]
Roma: 1975 (Ano VII, n.º 7/8, Julho/Agosto), Mensário de informação político-cultural.
Reportagem sobre Angola, de Augusta CONCHIGLIA
Comunicado de Agostinho Neto, presidente do MPLA
MPLA - Movimento Popular de Libertação de AngolaRelatório da FAO (CL 55/18).
"Periódico de informação sobre a luta anti-imperialista do Movimento Liberazione e Sviluppo".
Contém artigos sobre: Portugal, Guiné Bissau, Cabo Verde, Rodésia, Angola, Moçambique, África do Sul, Namíbia.
Petróleo na questão angolana.
N.º 1 (Junho) e n.º 2 (Julho). Jornal dos Comités Henda - MPLA
n.ºs. 38, 39, 44, 51, 52, 53, 54, 56. Official Organ of the Mozambique Liberation Front (FRELIMO)
39: visita do Papa a Àfrica. Os unicos terroristas são os colonialistas. Massacre de Mueda. A Luta na Guiné-Bissau. Mensagens Solidárias. Tributos ao presidente Moçambicano. FRELIMO em eventos globais.
FRELIMO - Frente de Libertação de MoçambiqueLuanda: Neográfica, SARL. 8 de Fevereiro de 1975, n.º 791. Contém informação sobre o 1.º Governo de transição Angola, o regresso a Angola de Agostinho Neto, presidente do MPLA, e de Miguel Nzau Puna, Secretário-Geral da UNITA
Comunicado da Comissão Directiva Provisória da Casa de Angola
Casa de AngolaEdição do Movimento Liberazione e Sviluppo - Gruppo di Roma
Exportações e Importações italianas para Moçambique, Angola e Guiné-Bissau (1965-1970).
Lista de armamento dado a Portugal por membros da Nato: Estado Unidos da América, Holanda, França, Canadá, Inglaterra.
Resultados das averiguações da comissão de saneamento constituída no seio do conselho directivo do ISE e propostas concretas de saneamento.
ISE, Conselho DirectivoDocumento publicado pelos Grupos de Trabalho do CIC - Comité para a Independência Imediata e Incondicional das Colónias (CIC). O texto é dirigido aos trabalhadores portugueses .
Noronha, Ricardo, 2018, “A Banca ao Serviço do Povo”: Política e Economia durante o PREC (1974-75), Lisboa: Imprensa de História Contemporânea
Este livro ocupa-se da nacionalização da banca no contexto do processo revolucionário português de 1974-75. Baseado num vasto acervo de fontes documentais e inspirado num conjunto de ferramentas teóricas desenvolvidas por Mario Tronti, Walter Benjamin e Michel Foucault, o seu ponto de partida é uma interrogação incontornável: por que razão uma medida que não constava do Programa do Movimento das Forças Armadas e assumia implicações tão consideráveis, a curto e a longo prazo, obteve um apoio suficientemente alargado para ser inscrita na Constituição da República enquanto uma conquista irreversível da classe trabalhadora? A resposta ensaiada ao longo destas páginas estabelece uma articulação entre conflitos sociais e economia política, identificando-a enquanto o centro de gravidade do processo que conduziria à nacionalização da banca.
Nesse sentido, analisa o modo como as lutas sociais contribuíram para um processo de radicalização cumulativa iniciado no final do Estado Novo, que ganharia intensidade crescente ao longo do processo revolucionário. Simultaneamente, tenta compreender por que razão o diagnóstico da situação económica contribuiu para polarizar o combate político, cartografando as linhas de força de um debate que conheceu sucessivas declinações e abrangeu aspetos tão diversos como a inflação, a legislação laboral ou as relações de propriedade. Num contexto de crise económica e revolucionária, o setor bancário converteu-se num ponto crítico da relação entre trabalho e capital: a concessão de crédito assumiria uma importância decisiva após o 25 de Abril, com os sindicatos a atribuir aos banqueiros propósitos de desestabilização associados à prática de “sabotagem económica”; na sequência da nacionalização do setor, por sua vez, governantes, gestores e sindicalistas propuseram-se colocar “a banca ao serviço do povo”, no contexto de uma breve experiência de “transição socialista” cujo eco se faria sentir no texto da Constituição da República. O caso da banca revela-se assim uma chave interpretativa privilegiada para identificar o elenco de problemas e o horizonte de possibilidades que dominou a conjuntura histórica a seguir ao 25 de Abril. Este livro propõe-se contribuir para o amadurecimento do campo historiográfico dedicado à interpretação do processo revolucionário de 1975-75, estabelecendo um diálogo crítico com os trabalhos de investigação produzidos acerca do tema ao longo dos últimos anos.
Recensões e obra aqui: https://imprensa.ihc.fcsh.unl.pt/noronhar2018/
Reúne materiais gerados pela Exposição “A Paz, o Pão, Habitação…”: Valores de Abril em Autocolantes; Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, 22 de maio de 2024 a 30 de Setembro de 2024; Curadoria: Inês Ponte, Annarita Gori, João Pedro Santos, AHS/ICS-ULisboa
"Através de autocolantes que fazem parte do acervo do Arquivo de História Social do ICS-ULisboa, esta exposição evoca os valores fundamentais de Abril: a Paz, o Pão, a Habitação, a Saúde e a Educação, como expressa a canção “Liberdade” escrita por Sérgio Godinho, há 50 anos. Quantos destes valores parecem hoje estar ainda por cumprir? Em jeito de balanço sobre os desafios que ainda se colocam aos valores de Abril, a exposição dialoga também com recursos visuais contemporâneos. Apropriando-nos dos autocolantes, na época um meio de divulgação comum, esta exposição sobre a intemporalidade dos valores de Abril é também uma forma de celebrarmos a expressão popular.
“A Paz, o Pão, Habitação…”: valores de abril em autocolantes tem por base a coleção de autocolantes proveniente de António Costa Pinto, investigador do ICS-ULisboa".
Santos, Luis, 2013, A propóstio de uma nota de óbito...:Coronel de Infantaria José da Silva Pinto Ferreira, in Dos Veteranos da Guerra do Ultramar, https://ultramar.terraweb.biz/CorJosedaSilvaPintoFerreira.htm
Exemplares do Bulletin d'Information "La Victoire est Certaine" e da Folha Informativa "A Vitória é Certa!" publicados entre 1972 e 1974 pelo Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), sendo os três mais recentes publicados depois da Revolução de Abril de 1974 em Portugal.
MPLA - Movimento Popular de Libertação de AngolaMatos, Helena (2014). "Afinal, quem realizou a descolonização?" in Observador, 11 de outubro, https://observador.pt/especiais/quem-realizou-descolonizacao/
Conjunto de documentação que abrange dois momentos do percurso profissional de Álvaro Abreu enquanto regente agrícola.
Circulares, ofícios, relatórios e publicações produzidos durante o período em que foi secretário geral da Corporação da Lavoura (1965-1974). Contém documentação referente à reestruturação da sede, guias de apresentação de engenheiros, pedidos de rescisão de contrato, etc
Circulares, ofícios e outra correspondência, relatórios, documentação referente a contabilidade e finanças e documentação profissional produzido no período em que fez parte da Comissão Liquidatária dos Grémios da Lavoura (1974-1976). Contém documentação sobre contabilidade e finanças da Comissão como extratos bancários, balancetes, diuturnidades, utilização de fundos, indemnizações a funcionários, etc.
Transcrição de entrevistas sobre a descolonização, 20 anos depois. Entrevistas relativos a Angola:
general António Gonçalves Ribeiro.
general António Silva Cardoso,
general António Soares Carneiro,
brigadeiro Fernando Passos Ramos,
brigadeiro Pedro Pezarat Correia,
brigadeiro Heitor Almendra,
coronel Rui Antunes Tomás.
almirante António Rosa Coutinho,
comandante Jorge Correia Jesuíno.
Advogado Vasco Vieira de Almeida