Introdução a curso de fotografia.
Barreto, JoséFotografia
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Revista mensal de letras, arte, sport e fotografia.
nº1, 1900, outubro
Temas principais deste número do Binómio:
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Plenário
"Na Cidade Universitária, realizou-se, na quinta-feira passada, mais uma assembleia Plenária dos estudantes de Lisboa". -
Noticiário Interno - Secção Cultural
"Foram oferecidos à secção cultural do AEIST, pela Fundação Calouste Gulbenkian, bilhetes para o 2º Festival de Cinema de Lisboa, que serão distribuídos pelos sócios interessados" . -
Porque uma secção fotográfica numa escola de engenharia?
"Pois muito bem, é a isto mesmo que iremos responder, aproveitando esta ocasião que o Binómio nos oferece, para mais uma vez divulgar o que é a secção fotográfica da nossa escola".
Existências: Ano 1, Nº 1 - Nº 3 (1926)
Livro colectivo, "A Guerra Guardada: Fotografia de Soldados Portugueses em Angola, Guiné‑Bissau e Moçambique, 1961‑1974", organizado por Maria José Lobo Antunes e Inês Ponte, pela Tinta da China, 2024.
Entre 1961 e 1974, milhares de homens mobilizados para Angola, Guiné‑Bissau e Moçambique tiraram fotografias daquilo que os rodeava. Conservadas para si ou enviadas pelo correio como prova de vida à distância, estas imagens e as histórias que elas escondem foram mantidas durante anos na estreiteza dos seus círculos pessoais. Cinquenta anos depois do fim do conflito, este livro, tal como a exposição homónima no Museu do Aljube que lhe deu origem, parte da pesquisa etnográfica com ex‑combatentes e suas colecções fotográficas para explorar as ligações entre fotografia, memória e história da guerra colonial. Às imagens juntam‑se ainda textos de investigadores e obras de artistas e compositores que, de diversas formas, reflectem sobre o colonialismo, a guerra e o fim do império português.
Editado por Maria José Lobo Antunes e Inês Ponte, pela Tinta da China, a obra tem Textos de Cláudia Castelo, Inês Ponte, Joaquim Paulo Nogueira, Kevin Carreira Soares, Maria José Lobo Antunes, Miguel Cardina, Miso Music Portugal, Paulo Faria, Pedro Aires Oliveira, Rita Luís, Rui Lopes; e Criações artísticas de Ana Vidigal, Daniel Barroca, Daniel Schvetz, Diogo Alvim, Lino Damião, Patrícia Barbosa, Pedro Lima
Matos, Patrícia Ferraz de – A fotografia na obra de Mendes Correia (1888-1960): Modos de representar, diferenciar e classificar da "antropologia colonial". In O Império da Visão: Fotografia no contexto colonial português (org. Filipa Lowndes Vicente). Lisboa: Edições 70, 2014, pp. 45-66.
Conhecimento e Visão: Fotografia no Arquivo e no Museu Colonial Português, foi um projeto de investigação que se debruçou sobre a intersecção entre fotografia e o colonialismo português.
Ao longo da segunda metade do século XIX, a fotografia surgiu como um instrumento central na definição de identidades nacionais, coloniais e individuais, e como uma nova forma de conhecimento e de comunicação. Esta hegemonia da fotografia foi contemporânea à hegemonia do colonialismo contemporâneo.
Pensámos a história de uma fotografia ou de um conjunto de fotografias questionando: qual foi o seu contexto de produção? Onde é que a fotografia foi guardada, exposta, reproduzida, coleccionada ou disseminada? Onde está agora, num museu, arquivo, instituição pública ou casa privada? Quem é que a viu, quem escreveu sobre ela, e quem é que a usou e como a usou? Quais foram os usos ideológicos da fotografia nas muitas exposições que a ela recorreram? Foi reproduzida num postal, numa revista académica, num livro de viagens ou numa revista de grande circulação? Como é que a fotografia se cruza com a ideia de reprodução e exposição?
Se este projecto se centrou na ideia do arquivo colonial metropolitano, a fotografia em si foi particularmente sujeita à mobilidade, globalização, transnacionalismo, transcolonialismo, reprodução, visibilidade e transformação.
Contém 180 documentos (1828-1953) publicados em Portugal e no estrangeiro (Brasil, Inglaterra, França e EUA) que abordam temas diversos: economia, política, sociologia, literatura, comércio, agricultura, geografia, discursos, congressos, etc.
Divulgação sobre o Álbum do Real Padroado da Huíla, produção da tipografia da Missão criada por missionários da Congregação do Espírito Santo em 1892, Angola.
Divulgação sobre a coleção fotográfica de Luciano Leal, angariada em 2023, através de projeto de investigação liderado pela antropóloga investigadora do ICS-ULisboa, Maria José Lobo Antunes, sobre memória e história da guerra colonial/libertação. O número divulga também a investigação de Manuel Lucena sobre a descolonização portuguesa, em 2012, tendo como mote a celebração da independência de Angola; texto de Inês Ponte.
Lorusso, Silvio, 2024, "Typographic Bodies: From Colonial Dictatorship to Sex Education". Other Worlds. https://buttondown.com/otherworlds/archive/ow-18-typographic-bodies-from-colonial/ - Artigo sobre a utilização de corpos para a criação de palavras, a partir de uma reflexão sobre as imagens do Álbum Fontoura.
Contém 67 títulos datados entre 1840-1958? e sobre/ publicados em diferentes países: em Inglaterra, em França, no Brasil, na Holanda, na Suíça, na Alemanha e nos Estados Unidos da América. Abordam, de uma perspetiva não colonial, alguns temas como a sociologia, literatura, língua e provérbios, fauna, atlas, modos de cultivo e agricultura, bancos e moeda, etc.