EXPOSIÇÕES até 1966

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Nota(s) de âmbito

  • Reúne catálogos, brochuras, panfletos, números especiais de jornais e revistas, sobre exposições de arte, antes de 1966, a partir de documentação inventariada no catálogo digital do AHS. (2025-01, ip)

Nota(s) da fonte

  • Grande parte da documentação reunida é proveniente do fundo de Pinto de Quartin. Contém também um conjunto de fotografias do álbum Fontoura, sobre exposição de peças indigenas em Timor (c. 1937). (2025-01, ip)

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        PT/AHS-ICS/DIV-02C-2023-02b · Item · 2023-02
        Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

        Diana Maria Lourenço Luís (2023). A (e)Vocação Imperial no Cortejo Histórico-Colonial: A PERFORMANCE DO IMPÉRIO NA 1ª EXPOSIÇÃO COLONIAL PORTUGUESA DE 1934, PORTO [Tese de mestrado em Arte e Património], Universidade de Coimbra.
        Repositório da Universidade de Coimbra.

        O presente estudo versa sobre a análise interpretativa do cortejo alegórico de teor cívico, histórico e colonial que decorreu a 30 de setembro de 1934 e que tomou lugar na cidade do Porto aquando do encerramento festivo da 1ª Exposição Colonial Portuguesa. Pela morfologia particular deste cortejo compreende-se que se trata de um sinal e um sintoma do seu tempo, agregador de múltiplas dimensões que potenciam a sua análise. Quer seja na compreensão da sua ambiência social e cultural, por se realizar no Portugal dos anos 30; quer pelo(s) quadrante(s) político(s) que o enquadra(m), o Estado Novo então emergente, inserido na praticidade do colonialismo (europeu); quer pela evocação do império colonial português, na sua historicidade, pragmatismo do presente e projeção para o futuro.
        Tratou-se de uma performance cultural, um acontecimento, caracterizado pela sua efemeridade e pela sua pluridisciplinaridade o que assinala a exigência e o interesse do seu estudo. Pela relação direta com a Exposição Colonial Portuguesa, o cortejo impele-nos ao conhecimento das práticas desenvolvidas nas “Exposições” “internacionais” que o antecederam, além da discursividade e ideologização subjacente a elas. De acordo com o Estado Novo, o cortejo revelou-se um mecanismo capaz de propagandear um conjunto de ideias associadas à suposta “regeneração da nação”, mediante a sedimentação de uma noção de identidade nacional. Essa identidade versou, sobretudo, na idealização de um projeto imperial e colonial, assente num repertório que defendia o desempenho de uma “missão civilizadora” por parte dos agentes da colonização; enquanto, simultaneamente, procurou reinventar e estimular a cultura vernacular e popular portuguesa, por se crer que esta munia os alicerces de uma identidade nacional, supostamente agregadora dos valores e idiossincrasias do povo português.

        PT/AHS-ICS/DLV-051 · Item · 1947
        Parte de Espólio Deolinda Lopes Vieira

        Exposição realizada no salão da Sociedade Nacional de Belas Artes em Janeiro de 1947 (182 fl.; 23 cm).

        Segundo Maria Antónia Fiadeiro, reuniu "três mil livros de mil e quatrocentas mulheres autoras de trinta países do mundo, que encheram o grande Salão de Belas-Artes. Uma exposição breve (durou apenas uma semana), dada a repressão da ditadura. Uma iniciativa inédita e internacional"

        Conselho Nacional das Mulheres Portuguesas