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Álvaro de Barros Lins
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Histórico
Álvaro de Barros Lins (Caruaru, 14 de dezembro de 1912 — Rio de Janeiro, 4 de junho de 1970) foi um jornalista, professor e crítico literário brasileiro, membro da Academia Brasileira de Letras.
Em 1931, ingressou na Faculdade de Direito da Universidade do Recife e no ano seguinte assinou um manifesto de solidariedade em apoio ao movimento de João Neves da Fontoura, que resultou na Revolução Constitucionalista de 1932, também conhecida como Revolução de 1932 ou Guerra Paulista - um movimento armado no Brasil para derrubar o governo provisório de Getúlio Vargas.
Em 1932, foi um dos signatários do Manifesto integralista de Recife, um dos primeiros documentos ligados ao Integralismo,
No período de 1932 a 1940, foi também professor de geografia geral e de história da civilização em várias escolas.
Em outubro de 1934, assumiu o cargo de Secretário do Governo Estadual. Fez parte, em 1936, da lista do Partido Social Democrático (PSD) de Pernambuco, para concorrer a uma vaga na Câmara dos Deputados. Contudo, o golpe que instaurou o Estado Novo (Brasil) interrompeu as eleições e Álvaro Lins deixou a Secretaria do Estado em novembro de 1937.
A partir daí dedicou-se à atividade jornalística, trabalhando no Diário da Manhã de Pernambuco, no período de 1937 a 1940, onde foi redator e diretor. Já no Rio de Janeiro, iniciou-se na crítica literária. Ali, foi jornalista do Diário de Notícias, Diários Associados, entre 1939 e 1940, e redator-chefe do Correio da Manhã, de 1940 a 1956. Em 1952 partiu para Portugal para lecionar a disciplina de Estudos Brasileiros na Faculdade de Filosofia e Letras da Universidade de Lisboa. Também colaborou na revista luso-brasileira Atlântico.
Chefiou a Casa Civil do presidente entre janeiro e novembro de 1956, saindo do cargo para se tornar embaixador do Brasil em Portugal. Algum tempo depois, enviou uma carta rompendo política e pessoalmente com o presidente Juscelino Kubitschek, acusando-o de "cumplicidade com as ditaduras, de maneira particular com a de Portugal, a do Paraguai e a da República Dominicana" e repudiando o seu "compromisso com a ditadura salazarista".
Álvaro Lins foi o presidente da 1.ª Conferência Inter-americana da Amnistia para os Exilados e Presos Políticos da Espanha e de Portugal, sediada na Faculdade de Direito de São Paulo, em 1960, e diretor do Suplemento Literário do Diário de Notícias entre março de 1961 e junho de 1964.
Locais
Estado Legal
Funções, ocupações e atividades
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Estruturas internas/genealogia
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Pontos de acesso - Assunto
Ocupações
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Nível de detalhe
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Criado 2026-03, cmp
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Fontes
Álvaro Lins. Wikipedia (pt). https://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81lvaro_Lins