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              703 Descrição arquivística resultados para Lisboa

              703 resultados diretamente relacionados Excluir termos específicos
              Voz do Povo [mais completo]
              PT/AHS-ICS/ACP-P-24 · Série · 1974-1981
              Parte de Colecção António Costa Pinto

              Semanário
              Director e proprietário: João Pulido Valente
              Do Nº 69 (2-Dez-1975) ao Nº 116 (19-Out-1976), o director interino é Mariano Castro.
              A partir do Nº 117 (26-Out-1976) , o director é José Vasconcelos Rodrigues.
              Na segunda serie, Nº 230 (3-Jan-1979), o director passa a ser João Carlos Espada.

              Existencias (intercaladas):
              N°0 (1974-07-13) - n°335 (1981-05-02)

              As designações dos suplementos baseiam-se nos títulos na página inicial deles.

              Voz do Povo
              Voz do Povo [candidatura Otelo]
              PT/AHS-ICS/CAHS-EE-GDUP-I1-VOZ · Série · 1976-03-16 - 1976-07-20
              Parte de Colecção Arquivo de História Social

              Existencias:
              Nº 84 (16 de Março de 1976); Nº 85 (23 de Março de 1976); Nº 86 (30 de Março de 1976); Nº 92 (18 de Maio de 1976); Nº 93 (25 de Maio de 1976); Nº 94 (1 de Jumho de 1976)Nº 99 (6 de Julho de 1976); Ano 3: Nº 101 (20 de Julho de 1976).

              Voz do Povo
              Voz do Operário - Correspondência
              PT/AHS-ICS/PQ-DOC-340 · Item · 1912-1955
              Parte de Espólio Pinto Quartin

              Inclui documentos de preparação e respostas a inquérito sobre caixas escolares (Escola Privativa nº 2 e nº 3); bem como serviço da biblioteca

              A Voz do Operário - Sociedade de Instrução e Beneficência
              Voz do Operário - Convites para diversas actividades
              PT/AHS-ICS/PQ-DOC-333 · Item · 1938-1955 s.d.
              Parte de Espólio Pinto Quartin

              Convites para: exposição de trabalhos dos alunos das escolas da Voz do Operário (1938); conferência de Agostinho da Silva sobre a história do Canal do Suez e inauguração de escolas, biblioteca e exposição (1939); Hora de Arte (1942); serão cultural brasileiro (1946); conferência de Rui Celso de Carvalho Forsado sobre o cooperativismo (1950); sessão de homenagem à memória de Francisco José Rocha Martins (1953); recepção aos representantes da Imprensa e da Rádio (1955); Festejos comemorativos do 56.º aniversário da fundação da Voz do Operário"; centenário de José Malhoa; conferência de Raul Esteves dos Santos sobre as origens do jornalismo; conferência de Carlos Wenceslau Frazão Sardinha sobre o Homem e o Trabalho; Serão Anteriano

              A Voz do Operário - Sociedade de Instrução e Beneficência
              Voltar: Mário Sacramento: a hora do ensaio
              PT/AHS-ICS/DIV-06Cu-2022-06 · Item · 2022
              Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

              04 Jun a 30 Out '22
              Curadoria de António Pedro Pita

              Com curadoria de António Pedro Pita e Odete Belo, a exposição “propõe a (re)descoberta de um pensamento teórico e prático, importante no período cronológico em que se desenvolveu e muito relevante para entender as aspirações e os problemas, as tensões e as possibilidades, os obstáculos e os impasses que marcaram o século XX português. A exposição resulta em grande parte de pesquisa no espólio do ensaísta. Sonda tumultuosas profundidades, recupera a voz de Mário Sacramento, sugere a mesa do trabalho teórico: artigos e apontamentos, anotações em livros, desenhos, sucessivas reformulações de textos entretanto publicados, interlocuções decisivas, a extensão no tempo de uma maturação relativamente frustrada, verso e reverso de uma situação dramática: um intelectual português que adentra problemas centrais da sua época sem condições para elaborar integralmente as respostas entretanto intuídas. O regresso de Mário Sacramento permite re-visitar, para repensá-lo, esse drama que marcou o século XX”.

              Viva a República, 1910-2010: exposição temporária
              PT/AHS-ICS/DIV-06Cu-2010-06 · Item · 2010
              Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

              Registo de empréstimo de documentação original para a exposição Viva a República, 1910-2010: exposição temporária, organizada pela Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República

              Coordenação científica de Luis Farinha.

              O catálogo da exposição reproduz 2 documentos salvaguardados pelo AHS:
              "Ao Povo: guerra à guerra" (p. 53)
              (PT-AHS-ICS-PQ-P-035)

              "Manifesto aos trabalhadores conscientes" (p. 76)
              (PT-AHS-ICS-PQ-P-122)

              PT/AHS-ICS/DIV-02C-2020-06 · Item · 2022
              Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

              Marques, J. C. (2020). Um indesejável além-mar: Pinto Quartim e o movimento libertário nos dois lados do Atlântico (1887-1930) [Tese de doutoramento, Iscte - Instituto Universitário de Lisboa]. Repositório do Iscte. http://hdl.handle.net/10071/22783
              ISBN: 978-989-781-522-5

              O objetivo principal desta tese é compreender o movimento e a composição das "ondas libertárias" que circularam pelo Atlântico no alvorecer do século XX, tendo como fio condutor a trajetória do jornalista António Thomas Pinto Quartim (1887-1970). Pinto Quartim colaborou e dirigiu importantes veículos de propaganda e de doutrinação anarquista nos dois lados do Atlântico. O seu percurso individual constitui um contributo importante para compreender as transformações ocorridas no interior do movimento anarquista brasileiro e português e as ressonâncias no carácter revolucionário que o sindicalismo assumiu nos dois países. O recorte temporal privilegia o período que compreende o nascimento do jornalista até os finais da década de 1920, momento em que sindicalismo revolucionário atingiu a sua maturidade e hegemonia entre os trabalhadores portugueses. Cobrindo assim, a sua origem no Rio de Janeiro aos primeiros contatos com o anarquismo em Coimbra, a sua expulsão para o Brasil ao regresso a Portugal. Apesar das referências ao militante, pelos estudos que abordam o anarquismo e o movimento operário, a trajetória de Pinto Quartim ainda permanece desconhecida, principalmente o período de exílio no Rio de Janeiro. Portanto, pretende-se resgatar parte da história de uma das principais figuras do movimento libertário internacional, revelando que o "fazer-se" anarquista do primeiro editor chefe de "A Batalha", porta voz da organização operária portuguesa, não pode ser compreendido sem levar em consideração o processo de "ambientalização" que as suas ideias experimentaram na América do Sul, ambientes marcados pela presença de "indesejáveis" que cruzavam o Atlântico, expulsos de toda parte.