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              137 resultados diretamente relacionados Excluir termos específicos
              4º Manifesto
              PT/AHS-ICS/AHSilva-GUE-JPN-1-02 · Item · c. 1916
              Parte de Espólio Alfredo Henrique da Silva

              Cartaz com o título: "A Junta Patriótica do Norte. 4º Manifesto. Ao Povo Português". Trata-se de um folheto da Junta Patriótica do Norte sobre a guerra e a aliança com a Inglaterra.

              Junta Patriótica do Norte
              PT/AHS-ICS/PQ-J-010/M11 · Série
              Parte de Espólio Pinto Quartin

              Descrição baseada em: A. I, Nº 2 (1 Jul 1900)
              Existências: Ano I, Nº 2 (1900); Serie II, Ano I, Nº 14, Nº 21, Nº 37 (1910); Serie II, Ano II, Nº 63 (?), Nº 64 (1911); Serie II, Ano III, Nº 116 (1912); Serie II, Ano IV, Nº 160 (1913); Serie III, Ano VI, Nº 14 (1915); Serie III, Ano VI, Nº 1 (1915); Serie III, Ano VI, Nº 29, Nº 36 (1916); Serie IV, Ano VII, Nº 1 (1916); Serie IV, Ano VIII, Nº 39 (1918); Serie V, Ano IX, Nº 1 (1919)
              Contém:
              S. II, A. 1, Nº 14 (13 Out 1910) / propr. e dir. António Alves Pereira
              S. II, A. 1 Nº 21 (11 Dez 1910) / propr. João Pinto Coelho ; dir. António Alves Pereira ; ed. Maciel Barbosa
              Série II, A. 1, Nº 37 (2 Abr 1911) / propr. João Pinto Coelho ; dir. António Alves Pereira ; ed. Maciel Barbosa
              S. II, A. 2, Nº 64 (13 Out 1911) / propr. João Pinto Coelho; dir. António Alves Pereira ; ed. Maciel Barbosa
              S. II, A. 3, Nº 116 (13 Out 1912) / propr. Grupo Aurora Social ; red. principal António Alves Pereira ; ed. Maciel Barbosa
              S. II, a. 4, Nº 160 (17 Ago 1913) / propr. Grupo Aurora Social ; red. principal António Alves Pereira ; ed. Maciel Barbosa
              S. III, A. 6, Nº 14 (9 Jan 1915) / propr. Grupo de Propaganda Libertária ; red. principal António Alves Pereira ; ed. Maciel Barbosa
              S. III, A. 6, Nº 1 (10 Out 1915) / propr. Grupo de Propaganda Libertária ; red. principal António Alves Pereira ; ed. Maciel Barbosa
              S. III, A. 6, Nº 29 (1 Mai 1916) / propr. Grupo de Propaganda Libertária ; red. principal António Alves Pereira ; ed. Maciel Barbosa
              S. III, A. 6, Nº 36 (18 Jun 1916) / propr. Grupo de Propaganda Libertária ; red. principal António Alves Pereira ; ed. Maciel Barbosa
              S. IV, A. 7, Nº 1 (3 Dez 1916) / propr. Grupo de Propaganda Libertária ; red. principal António Alves Pereira ; ed. Norberto T. de Carvalho
              S. IV, A. 8, Nº 39 (16 Jun 1918) / propr. Grupo de Propaganda Libertária ; red. principal A. Gomes do Amaral ; ed. Norberto T. de Carvalho
              S. V, A. 9, Nº 1 (23 Mar 1919) / propr. Grupo de Propaganda Libertária ; red. principal António Alves Pereira ; ed. Norberto T. de Carvalho.

              Aurora Social
              A Campanha do Sul de Angola (1915)
              PT/AHS-ICS/ACS-01 · Documento composto · 1915
              Parte de Diários António de Castro e Silva

              Um diário encadernado, composto por 216 folhas e totalmente dactilografado, com exceção de algumas correções manuscritas. O diário tem como título “A campanha do sul de Angola” e foi produzido em 1950, com base numa série de apontamentos, cadernos e agendas que António de Castro e Silva guardou da sua presença em Angola no ano de 1915. Contém diversos anexos, nomeadamente: mapas, fotografias e alguns recortes de publicações.

              A casa do Povo Portuense (1900-1914): master
              PT/AHS-ICS/DIV-02C-201410 · Item · 2014-10
              Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

              Freitas, João, 2014, A casa do Povo Portuense (1900-1914). Porto: Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Dissertação de mestrado. Disponível em www:https://repositorio-aberto.up.pt/handle/10216/76730

              As Maisons du Peuple (Casas do Povo) foram uma das principais singularidades do movimento operário de cariz socialista. Estas eram um centro coordenador do
              associativismo socialista, um modelo para o futuro da sociedade e um local de politização e socialização do operariado. As suas origens remontam ao cooperativismo belga do final do século XIX. Rapidamente, este modelo associativo se disseminou por toda a Europa. E Portugal não foi excepção. Logo em 1900, no Porto, cidade em que o movimento socialista era mais coeso, um grupo de operários decidiu criar a sua Casa do Povo à semelhança da original situada em Bruxelas.
              Este estudo pretende estudar as origens, a organização interna e a evolução da Casa do Povo Portuense, no período anterior à Grande Guerra, bem como o papel que esta desempenhou no movimento socialista, a sua tarefa como centro disseminador do socialismo na região do Porto e como espaço de sociabilidade e politização do operariado local.

              PT/AHS-ICS/DIV-02C-2023-02b · Item · 2023-02
              Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

              Diana Maria Lourenço Luís (2023). A (e)Vocação Imperial no Cortejo Histórico-Colonial: A PERFORMANCE DO IMPÉRIO NA 1ª EXPOSIÇÃO COLONIAL PORTUGUESA DE 1934, PORTO [Tese de mestrado em Arte e Património], Universidade de Coimbra.
              Repositório da Universidade de Coimbra.

              O presente estudo versa sobre a análise interpretativa do cortejo alegórico de teor cívico, histórico e colonial que decorreu a 30 de setembro de 1934 e que tomou lugar na cidade do Porto aquando do encerramento festivo da 1ª Exposição Colonial Portuguesa. Pela morfologia particular deste cortejo compreende-se que se trata de um sinal e um sintoma do seu tempo, agregador de múltiplas dimensões que potenciam a sua análise. Quer seja na compreensão da sua ambiência social e cultural, por se realizar no Portugal dos anos 30; quer pelo(s) quadrante(s) político(s) que o enquadra(m), o Estado Novo então emergente, inserido na praticidade do colonialismo (europeu); quer pela evocação do império colonial português, na sua historicidade, pragmatismo do presente e projeção para o futuro.
              Tratou-se de uma performance cultural, um acontecimento, caracterizado pela sua efemeridade e pela sua pluridisciplinaridade o que assinala a exigência e o interesse do seu estudo. Pela relação direta com a Exposição Colonial Portuguesa, o cortejo impele-nos ao conhecimento das práticas desenvolvidas nas “Exposições” “internacionais” que o antecederam, além da discursividade e ideologização subjacente a elas. De acordo com o Estado Novo, o cortejo revelou-se um mecanismo capaz de propagandear um conjunto de ideias associadas à suposta “regeneração da nação”, mediante a sedimentação de uma noção de identidade nacional. Essa identidade versou, sobretudo, na idealização de um projeto imperial e colonial, assente num repertório que defendia o desempenho de uma “missão civilizadora” por parte dos agentes da colonização; enquanto, simultaneamente, procurou reinventar e estimular a cultura vernacular e popular portuguesa, por se crer que esta munia os alicerces de uma identidade nacional, supostamente agregadora dos valores e idiossincrasias do povo português.

              PT/AHS-ICS/DIV-02B-202010 · Item · 2020-10
              Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

              Cymbron, Luisa, 2020, "A importância de ser do Norte: o Teatro de S. João e os compositores portugueses do Liberalismo", in Cymbron, L & Vasconcelos, Ana Isabel, O velho Teatro de S. João (1798-1908): teatro e música no Porto do longo século xix, Edições Afrontamento, CESEM (Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical) NOVA FCSH.