Religiões, Igrejas e Missões

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          10 Pessoas, Entidades resultados para Religiões, Igrejas e Missões

          Bernardes, Manuel
          Pessoa singular · 1644-1710

          Manuel Bernardes (Lisboa, 20 de agosto de 1644 – Lisboa, 17 de agosto de 1710) foi um clérigo e escritor português. Formou-se na Universidade de Coimbra em Filosofia e Direito Canónico. Ordenou-se sacerdote, chegando a ser confessor do bispo de Viseu, D. João de Melo, e entrou na Congregação do Oratório de S. Filipe de Néri em 1674. Viveu trinta e seis anos de clausura nesta instituição, dedicou-se ao aperfeiçoamento moral dos alunos, à composição das suas obras, na área da teologia ascético-mística.

          CADC - Centro Académico de Democracia Cristã
          PT-AHS-ICS-CADC · Pessoa coletiva · 1901 - 1969

          O CADC foi fundado em Coimbra em 1901, para responder ao agravamento da questão religiosa ocorrido nesse ano no país.

          O governo de Hintze Ribeiro adoptara uma série de medidas contra as ordens religiosas. Um decreto de 18 de Abril obrigava os institutos religiosos a submeterem a aprovação oficial os seus estatutos, e proibia-lhes o regime de clausura, os noviciados e os votos. Contra estas disposições se insurgiram os bispos, e de um modo especial o Bispo do Porto D. António Barroso, que viria a ser apupado na Sala dos Capelos da Universidade, a 28 de Junho, quando ali se dirigiu por ocasião de um doutoramento solene, como padrinho do novo doutorando. Os estudantes católicos, indignados com a provocação aos seus sentimentos religiosos, resolveram reagir e, depois de várias reuniões, decidiram fundar um Centro Académico.

          Pensaram de início chamar-lhe Centro Nacional Académico, mas acabariam por mudar-lhe o nome para Centro Académico de Democracia Cristã, não só para evitar a confusão com os Centros Nacionais, que dariam origem em 1903 ao Partido Nacionalista, mas também para sintonizar com o movimento social católico mundial, que adoptara a forma de “democracia cristã”, e com os Círculos de Estudos lançados em França por Léon Harmel. O CADC seria assim um centro de estudos e de acção, estreitamente ligado aos Círculos Católicos de Operários, fundados em Portugal em 1898, e às demais estruturas do movimento social católico, para tentar recristianizar o ambiente universitário coimbrão e, através dele, a sociedade portuguesa.

          Com sede própria, embora não definitiva, logo em 1904, só no ano seguinte obtém a legalização, com a aprovação oficial civil e clesiástica dos seus estatutos, muito contribuindo para tal a figura tutelar do Doutor Francisco José de Sousa Gomes, professor de Química inorgânica e dirigente do movimento católico. O número de sócios, em 1905, era já de uma centena.

          Mas a projecção do Centro na academia e no país iria dar-se sobretudo com o aparecimento, nesse ano, da revista Estudos Sociais, na qual os estudantes católicos iriam assumir posições avançadas e inovadoras, desse modo contribuindo para uma mais aguda consciência social católica e para uma maior difusão das experiências sociais e políticas que os católicos democratas iam ensaiando lá fora. Para além das simpatias pelo movimento francês de Le Sillon e pelo movimento italiano de Don Romulo Murri, que seriam depois desautorizadas por Pio X, sob a acusação de modernistas, os Estudos Sociais criticavam o despotismo czarista da Rússia, aceitavam a separação do Estado e da Igreja, que ocorrera em França em 1905, e criticavam a instrumentalização política da Igreja pelo conservadorismo, defendendo que a acção da Igreja deveria ser “absolutamente democrática e abertamente popular”. Tanto bastou para que sobre a revista fossem lançadas acusações de “modernismo” pela Revista Católica de Viseu, das quais se defendeu pela pena autorizada do Prof. Sousa Gomes, que na sombra a protegia. Ao CADC de Coimbra, outros se seguiram, de menor importância e expressão, em Lisboa, Porto e Braga, tendo-se chegado a constituir em 1909 uma União da Juventude Católica Portuguesa. Mas a revolução republicana, e a perseguição que moveu à Igreja, iria desmantelar o movimento e motivar o seu relançamento pouco depois.

          1. A reabertura do CADC e a luta à política anti-religiosa da 1ª República

          Com a revolução republicana, o CADC foi desmantelado, a sua sede saqueada e encerrada. A perseguição à Igreja expulsara os Bispos das dioceses e decapitara o movimento social católico. No verão de 1911, um grupo de estudantes católicos decide reagir ao clima de hostilidade e prepara o lançamento, que ocorrerá em 1912, de um jornal de combate – O Imparcial – dirigido por Manuel Gonçalves Cerejeira. Esses estudantes reabrem o CADC em 8 de Dezembro desse ano, sob a direcção de Cerejeira e Salazar, e constituem a partir dele a Federação das Juventudes Católicas Portuguesas, que organiza o I Congresso em Coimbra em 1913.

          O CADC assume por isso um carácter defensivo e combativo, e a sua actuação revela-se de cunho mais conservador do que no período anterior. Os seus militantes envolvem-se na luta pela liberdade religiosa e pela liberdade da Igreja, e distinguem-se nas lutas académicas pelo empenho na qualificação da vida universitária. E quando em 1917 é fundado o Centro Académico, notabilizam- se entre os seus activistas, vindo até a tornar-se seus dirigentes e deputados. Os centristas que a partir de 1926 vão ser chamados ao governo, à frente dos quais Salazar, saíram na sua grande parte das fileiras do CADC. Em 1919, o jornal O Imparcial cessou a sua publicação, aparecendo em 1922 a nova revista Estudos do CADC, que se publicará ininterruptamente até 1970.

          1. O CADC e a Acção Católica Portuguesa

          Em 1932 foram aprovadas as Bases da Acção Católica, sendo o CADC integrado nela, como parte da Juventude Universitária Católica (a sua secção universitária) e na Juventude Escolar Católica (a sua secção escolar ou liceal). Como organismo da Acção Católica, alheio a qualquer intervenção política, o CADC não deixou porém de conhecer algumas clivagens dessa natureza, nomeadamente a que dividiu monárquicos, de pendor mais integralista, e “centristas” que subordinavam as suas preferências políticas à militância católica, clivagem essa que chegou a traduzir-se na contraposição de listas para a direcção.

          No pós-guerra, o ressurgimento da democracia-cristã nos países onde foram derrotados regimes totalitários e autoritários (Alemanha, Itália, Áustria e França), apoiado pela Radiomensagem de Pio XII no Natal de 1944, fez ressurgir no CADC a simpatia por expressões políticas da democracia-cristã, pelo neotomismo de Maritain e pelo “personalismo cristão” de matriz francesa. Algumas posições assumidas pelos Estudos provocaram acusações de politização. E, em 1949, um dos seus dirigentes apareceu publicamente a apoiar a candidatura presidencial de oposição de Norton de Matos.

          Ao longo dos anos 50, o fascínio pelas ideias da democracia e das liberdades foi crescendo no CADC. Após o I Congresso da JUC de 1953, os Estudos reflectem uma maior atenção aos problemas sociais dos universitários, e às actividades circum-escolares e associativas, entendidas como actividades formativas quer do ponto de vista moral quer social.

          A repressão soviética da revolução húngara, em 1956, suscitaria uma forte reacção dos estudantes do CADC, que organizaram uma jornada de solidariedade com os estudantes e operários em luta pela liberdade, de colaboração com a JOC de Coimbra. A reivindicação de liberdade para a “Igreja do silêncio” tinha reflexos internos, fazendo crescer o apreço doméstico pela liberdade política, pela autonomia universitária e pelo associativismo estudantil. Por isso, a direcção do CADC e os Estudos viriam a opor-se ao Decreto-Lei 40.900, rejeitando a “demasiada ingerência do Estado na livre associação dos indivíduos e consequentemente também nos organismos académicos, pois aquela gera um paternalismo deformador e estiolante”.

          E crescia também a atenção aos problemas sociais, objecto de um ciclo de conferências, em 1958, entre as quais uma do Bispo do Porto. Nas eleições presidenciais desse ano, que dividiram o mundo católico pela atitude do Bispo do Porto, a direcção do CADC foi mesmo ao ponto de fazer uma avaliação do regime, enaltecendo os méritos (paz, ordem, progresso económico e prestígio internacional) mas criticando também as deficiências (ausência de liberdade de imprensa, abusos da polícia política, desequilíbrios sociais, fragilidades da assistência e da educação).

          Tais posições suscitariam reacções de sectores mais conservadores. Manuel Anselmo, nos seus Cadernos, acusaria o CADC de “sacristia anti-salazarista” e de “catolicismo progressista”.

          1. A crise ultramarina e as crises estudantis

          O começo da “guerra de Angola” e a ocupação de Goa, em 1961, levaram o CADC, onde as preocupações missionárias haviam aumentado, a identificar- se com as preocupações de defesa do Ultramar. E o despoletar das crises estudantis, como a de 1961, suscitou no CADC, a par da preocupação pela defesa do associativismo, a da defesa da autoridade.

          O ataque aos lares religiosos de estudantes, por ocasião do Convívio, nos começos de 1961, e a publicação na Via Latina da “Carta à Jovem Portuguesa”, atacando a moral dominante como conservadora, provocou a reacção crítica do CADC. A destituição da direcção da Associação Académica e a suspensão da Via Latina, na sequência dos acontecimentos do Dia do Estudante, com a radicalização de posições e a instrumentalização política da luta estudantil pela oposição ao regime, puseram o CADC numa posição de difícil equilíbrio. Se por um lado fazia suas as reivindicações estudantis de restabelecimento da vida associativa, por outro lado recusava essa radicalização e instrumentalização política, que rejeitou a mediação moderadora de professores, e afrontava as autoridades académicas, ao lado das quais se pôs. Essa posição custou-lhe algum isolamento no movimento associativo desses anos, profundamente radicalizado.

          Mas nos últimos anos da década de 60, o CADC, agitado também pelos ventos pós-conciliares, e cada vez mais aberto aos problemas sociais e políticos do tempo, aproximou-se mais do movimento estudantil, acabando por ser envolvido pela dinâmica da crise de 69. Os Estudos publicarão alguns números especiais sobre os problemas da Universidade e sobre a crise académica, manifestando o seu alinhamento, embora moderado, com a contestação estudantil. A crise de 1969 abalaria o CADC, particularmente a sua unidade, obrigando ao encerramento das suas actividades pela autoridade eclesiástica e à criação alternativa do Instituto Justiça e Paz, nos primeiros anos da década de 70.

          Cadernos Socialistas
          Pessoa coletiva · julho 1967 - 1969 (?)

          "Cadernos socialistas" era uma publicação de ciências sociais sobre a situação em Portugal, que apresentava artigos por vários autores da esquerda, incluindo estrangeiros e portugueses no exílio. Era irregular, e era vendida em vários países (as primeiras duas edições contêm preços para Portugal, França, Argélia, Bélgica, Suíça, Inglaterra e Itália), e clandestinamente em Portugal. A primeira edição cresceu de um conjunto de textos para uma conferência que acabou por não acontecer, mas as edições seguintes consistiram em seleções de contribuições, algumas das quais sem autorização previa dos autores.

          Daniel-Rops
          Pessoa singular · 1901-1965

          Jules Charles Henri Petiot, chamado Daniel-Rops, nasceu a 19 de janeiro de 1901 em Épinal e faleceu em 27 de julho de 1965 em Tresserve, foi um historiador e escritor francês.

          Foi professor de História em Chambéry, Amiens e Paris, e depois no liceu Pasteur de Neuilly. Iniciou a sua carreira literária: entre 1918 e 1922 os seus poemas e novelas foram editados pelo seu amigo Pierre Coutras. Em 1923, fundou com Georges Gimel a revista literária trimestral Tentatives.

          No seu primeiro volume de ensaios intitulado Notre inquiétude (1926), adotou o pseudónimo Daniel-Rops, que usou ao longo de toda a sua carreira literária. Em 1929, publicou o seu primeiro romance, L'Âme obscure. A partir de 1931, (re)converteu-se ao catolicismo, sob a influência de Alexis Presse, abade cisterciense. Participou nas atividade da "Ordem Nova", uma organização política que defendia o personalismo (uma postura intelectual que enfatiza a importância do ser humano), do qual se afastará em 1935.

          Colaborou com semanários católicos como Temps présent (originalmente chamado Sept).

          No seguimento pelo seu interesse pela religião e Igreja Católica, entre 1941 e 1944 escreveu Le Peuple de la Bible et Jésus en son temps, obra a que se segue a Histoire de l'Église du Christ, que se interrompe com a sua morte em 1965 (Foram publicados 14 volumes).

          Foi eleito membro da Academia Françesa em 1955.

          Franca, Cândido Guerreiro Xavier da.
          Pessoa singular · 1899 - 1977?

          Cândido Guerreiro Xavier da Franca nasceu dia 19 de outubro de 1899, na aldeia de Odivelas, em Ferreira do Alentejo e faleceu em 1977. Era filho do poeta Francisco Xavier Cândido Guerreiro (1871-1953) e de Maria Veleda.

          Juntamente com a mãe, participou em iniciativas relacionadas com o espiritismo em Portugal.

          Em 26 de fevereiro de 1921, o seu casamento com Arminda da Costa Pinto da Silva, sobrinha de Maria Emília Marques, foi assinalado por uma sessão de confraternização espírita.

          Foi secretário do Órgão do Centro de Propaganda das Ciências Psíquicas Luz e Amor: Revista mensal de propaganda sociológica e de ciências psíquicas, que era dirigida por Maria Veleda. Foi também secretário da Futuro (O), uma revista mensal de propaganda sociológica e de ciências psíquicas, dirigida também por Maria Veleda. Em janeiro de 1923, foi para Angola, abandonando a função.

          Derivado das suas experiências em Angola escreveu o livro No Sertão dos Diamantes - Tip. Minerva, Vila Nova de Famalicão, 1936.

          Jesus, Quirino Avelino de.
          Pessoa singular · 1865 - 1935

          Quirino Avelino de Jesus (Funchal, 10 de Novembro de 1865 — Lisboa, 3 de Abril de 1935) foi um advogado, poeta e jornalista que se destacou na defesa pública das posições da Igreja católica Romana durante os anos finais da Monarquia Constitucional e a Primeira República Portuguesa, nomeadamente durante as controvérsias que rodearam a tentativa de reintrodução em Portugal das congregações religiosas e a sua posterior dissolução. Foi deputado às Cortes e especialista em questões coloniais, sendo apontado como um dos ideólogos do Acto Colonial.

          Moura, Maria Lacerda de.
          Pessoa singular · 1887 - 1945

          Maria Lacerda de Moura (Manhuaçu, 16 de maio de 1887 — Rio de Janeiro, 20 de março de 1945) foi uma professora, escritora, anarquista e feminista brasileira. Filha de pais espíritas e anticlericais, cresceu na cidade de Barbacena, no interior de Minas Gerais, onde formou-se professora pela Escola Normal Municipal de Barbacena e participou dos esforços oficiais para enfrentar a questão social através de campanhas nacionais de alfabetização e reformas educacionais.

          Formou-se como professora pela Escola Normal Municipal de Barbacena em 1904 e em 1908, foi diretora do Pedagogium. Participou na Campanha Barbacense de Alfabetização.

          Em 1912, enviou as suas primeiras crónicas para um jornal local. Em 1918, publicou o seu primeiro livro, Em torno da educação. No mesmo período, iniciou correspondências com José Oiticica e Galeão Coutinho e conheceu as ideias pedagógicas da médica Maria Montessori e dos educadores anarquistas Paul Robin, Sebastien Faure e Francisco Ferrer y Guardia. Ligou-se a associações femininas e feministas, preocupando-se com questões como a dos menores abandonados, e os movimentos sufragistas.

          Em 1919, publicou Renovação e realizou as suas primeiras conferências fora da sua cidade. Em 1920, discursou na sede da Federação Operária Mineira (FOM) em Juiz de Fora.

          Lacerda mudou-se para a cidade de São Paulo em 1921. Foi convidada a unir-se à bióloga feminista Bertha Lutz para a fundação da Federação Internacional Feminina. Ao mesmo tempo, entrou em contacto com o movimento trabalhista daquele período, colaborando com a imprensa operária e escrevendo para jornais como A Plebe, A Lanterna e O Trabalhador Gráfico. Contribuiu para a imprensa operária e para jornais independentes e progressistas, como O Combate, de São Paulo, A Tribuna, de Santos, e O Corymbo, de Rio Grande. Também publicou, em 1923, a revista cultural Renascença.

          Depois de ter sido presidente da Federação Internacional Feminina entre 1921 e 1923, Maria Lacerda afastou-se das feministas liberais, por achar que o direito ao voto não era suficiente.

          Em 1926, conheceu o francês André Néblind, com quem colaborou e esteve sob influência até 1937, e entrou em contato com a obra do anarquista individualista francês Han Ryner.

          Entre 1928 e 1937, Maria Lacerda viveu numa comunidade agrícola em Guararema, no interior de São Paulo, formada por anarquistas individualistas e desertores espanhóis, franceses e italianos da Primeira Guerra Mundial.
          Em Guararema, Maria Lacerda pôs em prática a sua modalidade de educação racionalista, junto aos companheiros e seus filhos.

          Diante da notícia da fundação de um Partido Católico Brasileiro, a Coligação Nacional Pró-Estado Leigo foi mobilizada. Foi através da Coligação que Maria Lacerda manteve, na década de 30, os seus maiores contatos com grupos intelectuais e políticos anticlericais.

          Em 1934 e 1935, publicou dois livros antifascistas Clero e fascismo – horda de embrutecedores! e Fascismo – filho dilecto da Igreja e do capital. Ainda em 1935, rompeu com a Fraternidade Rosacruz, com a qual tinha certa proximidade, após saber que sua sede em Berlim havia sido cedida aos nazis, e também participou do Comitê Feminino Contra a Guerra.

          Com a proclamação do Estado Novo, a repressão policial logo atingiu a comunidade de Guararema. Lacerda voltou a Barbacena, em 1937.

          Em 1938, mudou-se para o Rio de Janeiro. Buscou refúgio no espiritualismo e viveu dando aulas no ensino comercial. O período carioca foi marcado pela leitura de horóscopos, na Rádio Mayrink Veiga, aplicando seus estudos de astrologia.

          Quartin, João Leão
          Pessoa singular · 1851-19[46?]

          João Leão Quartin nasceu a 30 de agosto de 1851, filho de Luís Augusto Quartin, Alferes do Regimento de Infantaria nº 3, e de sua mulher Antónia Josefina Lemos Quartin, neto paterno de Ricardo Leão Quartin, natural de Gibraltar, e de sua mulher Ana Almeida Quartin, natural da freguesia Matriz desta cidade (Viana do Castelo). Casou em 28 de fevereiro de 1879 com Justina Barbosa(?) da Cruz no Rio de Janeiro.

          "João Leão Quartin que, nos jornais de Viana de Castelo, sustentou, com denodo e êxito, rijas e acaloradas discussões em defesa do Espiritismo."

          Rodrigues, António dos Reis
          Pessoa singular · 1918-2009

          Capelão militar, nomeado em 1966 Bispo auxiliar de Lisboa e Bispo de Madarsuma, com as funções de capelão-mor das Forças Armadas. Foi director da revista Flama.