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  • Agrega fontes no acervo do AHS e teses que as citam ou estudam

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    • criado 2024-10, ip

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          PT/AHS-ICS/DIV-02C-2023-02b · Item · 2023-02
          Part of A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

          Diana Maria Lourenço Luís (2023). A (e)Vocação Imperial no Cortejo Histórico-Colonial: A PERFORMANCE DO IMPÉRIO NA 1ª EXPOSIÇÃO COLONIAL PORTUGUESA DE 1934, PORTO [Tese de mestrado em Arte e Património], Universidade de Coimbra.
          Repositório da Universidade de Coimbra.

          O presente estudo versa sobre a análise interpretativa do cortejo alegórico de teor cívico, histórico e colonial que decorreu a 30 de setembro de 1934 e que tomou lugar na cidade do Porto aquando do encerramento festivo da 1ª Exposição Colonial Portuguesa. Pela morfologia particular deste cortejo compreende-se que se trata de um sinal e um sintoma do seu tempo, agregador de múltiplas dimensões que potenciam a sua análise. Quer seja na compreensão da sua ambiência social e cultural, por se realizar no Portugal dos anos 30; quer pelo(s) quadrante(s) político(s) que o enquadra(m), o Estado Novo então emergente, inserido na praticidade do colonialismo (europeu); quer pela evocação do império colonial português, na sua historicidade, pragmatismo do presente e projeção para o futuro.
          Tratou-se de uma performance cultural, um acontecimento, caracterizado pela sua efemeridade e pela sua pluridisciplinaridade o que assinala a exigência e o interesse do seu estudo. Pela relação direta com a Exposição Colonial Portuguesa, o cortejo impele-nos ao conhecimento das práticas desenvolvidas nas “Exposições” “internacionais” que o antecederam, além da discursividade e ideologização subjacente a elas. De acordo com o Estado Novo, o cortejo revelou-se um mecanismo capaz de propagandear um conjunto de ideias associadas à suposta “regeneração da nação”, mediante a sedimentação de uma noção de identidade nacional. Essa identidade versou, sobretudo, na idealização de um projeto imperial e colonial, assente num repertório que defendia o desempenho de uma “missão civilizadora” por parte dos agentes da colonização; enquanto, simultaneamente, procurou reinventar e estimular a cultura vernacular e popular portuguesa, por se crer que esta munia os alicerces de uma identidade nacional, supostamente agregadora dos valores e idiossincrasias do povo português.

          PT/AHS-ICS/DIV-02C-1999 · Item · 1999
          Part of A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

          Castro, Maria João (1999), O Operário (1879-82) : e o movimento socialista no Porto, [Dissertação de mestrado], Porto, Faculdade de Letras da Universidade do Porto.

          Procura-se destacar a partir da análise do discurso redactorial do jornal O Operário (1879-82), orgão oficial da Associação dos Trabalhadores no Porto e, depois, do Partido Socialista na mesma cidade, os principais vectores do pensamento político do movimento operário socialista portuense. Pretende-se realçar a existência, neste período, de autonomia e especificidade do movimento socialista no Porto, onde se esboçam as principais tendências que marcarão posteriormente, as divisões no movimento socialista português.

          PT/AHS-ICS/DIV-02C-2007 · Item · 2007
          Part of A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

          Zacarias Figueirôa de Sena Junior, Carlos. Os impasses da estratégia: os comunistas e os dilemas da União Nacional na revolução (im)possível - 1936-1948. 2007. Tese (Doutorado). Programa de Pós-Graduação em História, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2007. https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/7587

          Este trabalho pretende analisar a trajetória do Partido Comunista do Brasil (PCB), entre os anos de 1936 e 1948, tendo como foco a linha política de União Nacional e a estratégia de revolução democrático-burguesa e de libertação nacional defendida pelos pecebistas na conjuntura da luta antifascista e da Segunda Guerra Mundial. Tomando como base os documentos que orientavam a linha do Partido, a discussão situa-se entre a teoria e a prática dos comunistas ante as sucessivas fases da macro-conjuntura política, desde o período filofascista do governo Vargas, especialmente o Estado Novo, até a sua deposição em 1945, a legalização do PCB, as eleições de 1945 e 1947 e, novamente, a cassação da legenda do Partido, passando pela ascensão dos movimentos de massas antifascistas, a declaração de guerra do Brasil ao Eixo, a aproximação dos pecebistas e Getúlio Vargas, o golpe de 29 de outubro de 1945, a ascesão do movimento grevista de 1945/46, o anticomunismo e a Guerra Fria. Como cenário principal deste trabalho, está o Brasil, não obstante se tenha privilegiado as informações coligidas na Bahia, o que ressalta a importância do esforço historiográfico sobre experiências diversas fora do Centro-Sul do País, valorizando a atuação dos pecebistas em outras situações que não as mais conhecidas, considerando-se a importância dos comunistas baianos como parte fundamental do Partido Comunista do Brasil, um partido supostamente nacional e centralizado

          PT/AHS-ICS/DIV-02C-2018-09 · Item · 2018
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          Campos, A. da S. (2018). "Para lutar é preciso ser instruído": a ideologia e o movimento operário na Universidade Popular de Setúbal: da 1.ª República ao advento do Estado Novo [Dissertação de mestrado, Iscte - Instituto Universitário de Lisboa]. Repositório do Iscte. http://hdl.handle.net/10071/18567

          Este trabalho procura perceber em que medida o movimento anarquista em Portugal influenciou os trabalhadores da nação com vista à sua formação intelectual, tomando como estudo de caso a secção de Setúbal da Universidade Popular Portuguesa. Atravessando o período da chamada “Nova República Velha”, da Ditadura Militar e dos anos de consolidação do Estado Novo, o trabalho divide-se em 3 linhas de análise: em que medida é que a Universidade Popular Portuguesa se ligou ao Movimento Operário português; que interesses e contrapartidas é que tal implicava para ambas as partes; qual foi a participação da vertente libertária e anarcosindicalista nestas dinâmicas. Simultaneamente, a análise parte do geral, considerado a situação nacional, para o particular, a saber, o caso da cidade de Setúbal. O trabalho resulta da análise de fontes documentais, com particular foco para correspondência particular entre figuras do anarquismo português relevantes para a temática da secção de Setúbal da Universidade Popular Portuguesa. Apresentamos a secção de Setúbal como a personificação, em escala local, das relações pretendidas entre a Universidade Popular Portuguesa e os trabalhadores do país. Relevamos, ainda, o papel do sindicalismo na educação popular, com especial ênfase para a Confederação Geral do Trabalho. Por fim, tenta-se perceber de que forma a fundação do Partido Comunista Português afectou o movimento anarquista nacional, ao disputar a influência ideológica dos trabalhadores e do meio sindical.

          PT/AHS-ICS/DIV-02C-2012-10 · Item · 2012
          Part of A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

          Gomes, S. P. A. R. (2012). O esperantismo em Portugal (1892 a 1972): origens, afirmação e repressão [Dissertação de mestrado, Iscte - Instituto Universitário de Lisboa]. Repositório do Iscte. http://hdl.handle.net/10071/5177

          O surgimento e afirmação do esperantismo em Portugal é o tema desta dissertação, tendo-se delimitado o estudo ao período temporal entre 1892, ano da primeira publicação sobre a língua Esperanto em Portugal, e 1972, ano em que o Estado Novo permitiu a refundação da Associação Portuguesa de Esperanto. Organizado inicialmente nos centros urbanos de Lisboa e Porto, os primeiros cultores do Esperanto tinham origem numa pequena burguesia progressista, orientados por interesses comerciais, cosmopolitas e pacifistas. A partir do período da 1.ª Guerra Mundial o esperantismo estende-se ao operariado, que em grande medida o cultiva de forma politizada, o que trará a partir da década de 1930 uma resposta repressiva por parte da ditadura. Desta data até 1972 o esperantismo viverá décadas de ambígua e intermitente implantação, ora com liberdade e autonomia, ora com proibições e perseguições. A investigação pretendeu abranger duas dimensões. Primeiro, perceber em que medida o esperantismo português se compara com o movimento internacional, de génese europeia e por isso modelado pelas complexidades da história do século XX. Depois, sendo uma investigação enquadrada na área da Museologia procedeu-se, em paralelo com a reconstituição histórica, a um recenseamento de objectos passível de apresentar expositivamente o percurso do esperantismo português no período em análise.

          PT/AHS-ICS/DIV-02C-2011-09 · Item · 2011
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          Figueiredo, Cláudia Alexandra Gonçalves
          Dissertação apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em História Contemporânea, Universidade Nova de Lisboa

          Este trabalho é uma monografia do Teatro Livre, uma sociedade teatral que funcionou em Lisboa entre 1902 e 1908. Formado por um colectivo de intelectuais libertários, socialistas e republicanos próximos do movimento operário, o Teatro Livre foi uma tentativa de educação das massas e de transformação da ordem social pelo teatro. Elaborada no âmbito da História da Cultura Contemporânea, esta dissertação pretende compreender a natureza e o significado político deste projecto estético. Para tal, recorreu-se não apenas à leitura de algumas das peças encenadas mas também às fontes empíricas que nos permitiram integrar esta experiência cultural numa escala nacional e internacional mais alargada.

          PT/AHS-ICS/DIV-02C-2010 · Item · 2011
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          O sindicalismo português entre 1933 e 1974:orientações políticas e estratégicas do Partido Comunista Português para a luta sindical
          Lopes, Maria Filomena Rocha
          Tese de doutoramento, História (História Contemporânea), Universidade de Lisboa, Faculdade de Letras, 2012 http://hdl.handle.net/10451/7351

          O Sindicalismo português, na transição da Ditadura Militar para a plena institucionalização do Estado Novo, caracteriza-se por duas vertentes essenciais: a busca pela reorganização do tecido sindical, destruído por medidas governamentais de repressão e pela ilegalização das principais organizações sindicais, e por uma ampla discussão em torno de opções de carácter ideológico, orientadores da acção sindical. Esta transição provocará a ruptura nas organizações sindicais, colocando à margem da lei as suas principais estruturas, com recurso a métodos coercivos e punitivos, implacavelmente aplicados pela PVDE, sobre estas organizações e os seus principais dirigentes. A legislação laboral de 1933 rompe com o sindicalismo livre impondo sindicatos únicos de feição nacionalista, colaboracionistas, servis em relação aos interesses económicos nacionais e sustentados por uma negação dos princípios do internacionalismo, da pluralidade, da solidariedade e da liberdade de acção sindical que tinham caracterizado o sindicalismo português. O Estado Novo destrói, com recurso a acções de extrema violência, a liberdade sindical e o que restava de sindicalismo livre de cariz operário, diabolizando estas organizações, bem como os dirigentes e as ideologias que os sustentavam. Esta ruptura na evolução do movimento sindical português leva-nos ao lado negro da luta sindical, a clandestinidade. O PCP clandestino organiza a luta impondo aos seus dirigentes e militantes um código de silêncio conspirativo. A luta sindical coloca em risco, militantes e dirigentes sindicais comunistas pelas consequências que advêm da luta. A prisão, os interrogatórios, a perda de direitos, a deportação e quantas vezes a morte em vida são o preço a pagar pela luta sindical. A clandestinidade marca a existência destes dirigentes. A aparente abertura do regime após a II Grande Guerra e a convocação de eleições permitiu a formação de organizações de oposição como o MUD e o MUDJ. No entanto a realidade demonstrou a burla com que Salazar pretendia mascarar o regime. As condições impostas a dirigentes e militantes comunistas são de tal forma rigorosas que muitos abandonam o país para só regressarem após a revolução de 25 de Abril de 1974.

          PT/AHS-ICS/DIV-02C-2017 · Item · 2017
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          Marques, Isabel Alexandra Baptista. (2017). "Deixar África 1974-1977 : experiência e trauma dos portugueses de Angola e de Moçambique"
          Tese de doutoramento, História (Dinâmica do Mundo Contemporâneo), Universidade de Lisboa, com a participação do ISCTE- Instituto Universitário de Lisboa, Universidade Católica Portuguesa, Universidade de Évora, 2017, http://hdl.handle.net/10451/28878

          Esta tese propõe-se examinar porque foi o êxodo da descolonização da África portuguesa (iniciado em 1974) sentido e descrito por muitos portugueses que viviam em Angola e em Moçambique como uma experiência psicologicamente dolorosa e procura identificar os factores mais influentes na formulação dos seus sentimentos negativos sobre as consequências deste deslocamento nas suas vidas. Considerando que a partida das colónias representou uma ruptura social e cultural e uma perturbação identitária que causou um trauma transicional nos portugueses radicados que a sentiram como uma ‘amputação existencial’. As crenças, experiências, percepções e estados emocionais relatadas em testemunhos epistolares e institucionais sobre a transição para as independências, o embarque e após a chegada a Portugal permitem assinalar que estas narrativas do êxodo (de memória recente) se fundam em discursos de legitimação, reclamação, vitimização e responsabilização. Os 2 primeiros baseados em crenças, realidades e vivências coloniais como a fixação definitiva, as mitificações luso-tropicalistas, o distanciamento físico e afectivo à metrópole e a forte ligação de pertença e de posse reclamada pelo ‘suor derramado’ e o ‘apego umbilical’ a África. Além do fim de uma realidade de identificação colectiva e de projectos de vida, o ‘sonho africano’ terminou com perdas materiais e danos morais e afectivos geradores de sentimentos de abandono, pânico e indignação. As dificuldades de instalação em Portugal de ordem prática (financeiras e de satisfação de necessidades básicas como alojamento e alimentação) e psicológica (de desajustamento) reforçaram o discurso de vitimização ancorado num sentimento de injustiça e na reclamação numa compensação merecida e acentuaram o de responsabilização dos poderes nacionais, marcado por sentimentos de desconfiança, ressentimento e traição. Após a chegada, estes discursos resultaram do choque causado pelo anátema da sua categorização de ‘retornados’, à época associada a preconceitos estereotipados, da relação conflitual com os residentes e da sua perspectiva judicativa e acusatória sobre o processo de descolonização.

          PT/AHS-ICS/DIV-02C-2022-07 · Item · 2022-07
          Part of A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

          Evans, David Glyn (2022). The Chocolate Makers and the “Abyss of Hell”: Race, Empire and the Role of Visual Propaganda in the Anglo-Portuguese Controversy surrounding Labour Coercion in the “Cocoa Islands” (1901 - 1917) [Tese de doutoramento, NOVA FCSH].
          Repositório da NOVA FCSH. https://run.unl.pt/handle/10362/147069

          A presente dissertação aborda o escândalo associado ao emprego de mão-de-obra coagida, sistema, esse, que estava generalizado nas colónias de África Ocidental Portuguesa no início do século vinte, nomeadamente nas roças de cacau de São Tomé e Príncipe. A controvérsia, que, durante muito tempo, teve referências quase semanais na imprensa portuguesa e britânica atingiu o seu auge em 1909, com o conhecido boicote à compra de cacau português imposto pelos chocolateiros britânicos Cadbury, Rowntree e Fry e os seus associados alemães, Stollwerck, que nunca viria a ser levantado. Apesar da suspensão, durante três anos, do recrutamento e importação de trabalhadores angolanos para as chamadas “ilhas do cacao”, e a sua repatriação sistemática depois da queda da Monarquia, a campanha humanitária britânica prosseguiu no Parlamento e a Imprensa, intensificando-se até 1912, perante o cenário de negociações anglo-alemães, supostamente secretas, que se destinavam a redistribuição das colónias portuguesas em África. Os anteriores estudos acerca do chamado “Cacau Escravo” deram ênfase à campanha humanitária britânica, ao mesmo tempo subvalorizando a oposição em Portugal contra o sistema de contratação de mão-de-obra e tratando de forma sumária os principais objectivos, muitas vezes escondidos, de quase todos os protagonistas da disputa. Este estudo representa uma tentativa de corrigir o que tem sido a narrativa predominante e de mostrar como uma questão, essencialmente do foro dos direitos humanos, foi explorada de forma pragmática para obter resultados menos altruístas, tanto na Grã-Bretanha como em Portugal. O estudo baseia-se em relatórios e declarações governativos, correspondência diplomática acerca do trabalho contratado em S.Tomé e Príncipe, legislação nacional e colonial acerca da mão-de-obra indígena, artigos, referências e ilustrações de periódicos portugueses e estrangeiros, e artigos de opinião, panfletos e obras de ficcão que exemplificam as atitudes contemporâneas acerca de mão-de-obra contratada e o tratamento das comunidades indígenas das colónias portuguesas de África. Entre as fontes que foram examinadas em pormenor pela primeira vez aqui, enriquecendo o já substancial corpo de matéria de investigação, contam-se fotografias, bilhetes-postais ilustrados, anúncios, slides” de lanterna mágica e filmes documentários que influenciaram a opinião pública na controvérsia e desempenharam um papel significativo no reforço de atitudes racistas.

          PT/AHS-ICS/DIV-02C-2018-07 · Item · 2018-07
          Part of A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

          Eusébio, Gonçalo Vargas (2018). "A renascença portuguesa e as universidades populares" [tese de mestrado em História Moderna e Contemporânea], Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. http://hdl.handle.net/10451/36266

          Sempre procurei ver a História como a ciência que estuda a ação do Homem no espaço e no tempo, melhor dizendo, num determinado espaço físico e num certo período
          de tempo: assim no meu percurso académico tentei sempre melhorar o modo como pesquisava as fontes, e escolhia o que achava mais importante, do que entendia como
          acessório. Não deixando de ser uma visão subjetiva, o trabalho e rigor que muitas vezes exige enobrece a profissão de Historiador. Um trabalho sempre incompleto, e baseado no que foi escrito anteriormente, mas que tem a grande utilidade de servir como uma fonte para aproveitamento futuro. Nessa perspetiva, um trabalho sobre educação e a história nacional durante um espaço de tempo definido entre a parte final do século XIX, influenciado pela crise de 1891-92 que se seguiu ao “Ultimatum” britânico, e que marcaria a entrada no século seguinte, com novas formas de protesto contra a Monarquia Constitucional, com uma crescente adesão ao republicanismo e a outros movimentos políticos e sociais, e o aparecimento e desenvolvimento de novas iniciativas culturais e cívicas. O surgimento da Renascença Portuguesa e do seu órgão A Águia, insere-se assim na sequência desses movimentos que pretendiam outra sociedade, mais esclarecida e interventiva, um tópico sempre presente ao longo da História, mas que a República veio trazer ainda com mais pertinência.

          PT/AHS-ICS/DIV-02C-2018-00 · Item · 2018
          Part of A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

          Cameira, Emanuel. (2018). "A & etc... de Vitor Silva Tavares: narrativa histórico-sociológica" [Tese de doutoramento, Sociologia (Sociologia Cultura, da Comunicação e dos Estilos de Vida), Universidade de Lisboa, Instituto de Ciências Sociais]. https://repositorio.ulisboa.pt/handle/10451/34078

          Trata-se de compreender, através de um modo artesanal de fazer sociologia, e privilegiando a vertente de um undividualismo situado, como se construiu uma singularidade no campo da edição literária em Portugal. Como caso, a histórica & etc... de Vitor Silva Tavares, nascida para a publicação de livros nas vésperas do 25 de Abril de 1974.

          PT/AHS-ICS/AHSilva-ESC-SER-1-06 · Item · 1908-1909
          Part of Espólio Alfredo Henrique da Silva

          CADBURY, William A.; BURTT, Joseph - "Views taken by William A. Cadbury and Joseph Burtt during a visit to S. Thomé and Angola, Portuguese West Africa in the Winter of 1908-1909. Also 14 prints from Negative by local Photographers)". Birmingham: s.n., 1909.

          Álbum fotográfico com imagens capturadas na viagem de William A. Cadbury e Joseph Burtt a S. Tomé e Príncipe e a
          Angola. Foram publicadas cinquenta cópias do Álbum para distribuição e oferta, sendo esta a 13ª. cópia, assinada.
          As fotos não possuem legendas e as secções em que o Álbum se divide contêm apenas a localização geográfica das imagens.
          A primeira sequência do Álbum consiste em sessenta imagens de S. Tomé; seguem-se quatro imagens da Baía do Lobito; depois, cinco de Malange datadas de Dezembro de 1908 e oito imagens de Ambaca, datadas de Janeiro de 1909 (as duas únicas sequências datadas); vinte e cinco imagens de Luanda; dezasseis imagens de Benguela; doze imagens de Catumbela e de Catumbela e Luanda; vinte imagens da "rota do comércio" em Angola, em direcção ao interior de África e sete imagens do Namibe (Moçâmedes) e Benguela.

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          PT/AHS-ICS/PQ-DOC-054 · Item · 1959-07-23
          Part of Espólio Pinto Quartin

          Notícia sobre assembleia extraordinária da Secção Regional da Ordem dos Médicos que reuniu para leitura e discussão do relatório elaborado por uma comissão, nomeada em 1958, encarregue de elaborar um estudo sobre a carreira médica e que avalia o estado sanitário do país. O texto do comunicado foi publicado no jornal 'Estado de São Paulo'.

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