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  • Agrega fontes no acervo do AHS e teses que as citam ou estudam

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    • criado 2024-10, ip

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          PT/AHS-ICS/DIV-02C-2025-02 · Item · 2025-02
          Part of A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

          Nicoli Braga Macêdo, 2025, A condição artística e a prática escultórica feminina em Portugal: da Monarquia Constitucional à Primeira República [Tese de doutoramento em História Contemporânea], Universidade Autónoma de Lisboa.

          O objeto da tese materializa-se na condição artística do feminino e suas possíveis intercorrências ideológicas, sociais e políticas em Portugal, entre finais do século XIX e início do século XX. Dois propósitos são enunciados: o primeiro visa a compreensão da entrada das alunas mulheres no seio das academias de belas-artes no país; e o segundo, o estudo e levantamento das artistas que trilharam caminho no campo da representação escultórica. Delineamos esse estudo através de uma análise pormenorizada nos meandros das academias portuguesas com a identificação de alunas e futuras artistas mulheres e seus trabalhos. Propormos indagações em dois eixos temáticos gerais, o primeiro em História das Mulheres e o segundo em História da Arte. Tencionamos demonstrar se existiu uma transformação nas formas que regiam o comportamento e a participação feminina, seja em moldes sociais, políticos ou, sobretudo, culturais.

          PT/AHS-ICS/DIV-02C-2014-12 · Item · 2014-12
          Part of A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

          Carlos José de Almeida Franco (2014). "Casas das Elites de Lisboa: objectos, interiores e vivências (1750-1830)"
          Tese de doutoramento, Estudos do Património, Universidade Católica de Lisboa

          Na presente dissertação propusemo-nos estudar os objectos, os interiores e as vivências das casas das elites lisboetas no período de 1750 a 1830. Tentámos compreender as transformações políticas e económicas ocorridas naquele período de tempo, os hábitos sociais, as expressões do gosto e modernidade, apurar ícones de ostentação e aparato, integrando-os no espaço doméstico. Numa perspectiva abrangente, cruzámos várias dimensões do património, não privilegiando nenhuma delas, antes preferindo permanecer atentos aos sinais de todas.
          Estas residências, que ao longo do século XVIII ainda se caracterizam por uma organização interior onde prevalece a interdependência dos diversos compartimentos, tenderão, lentamente, no último quartel de Setecentos, a criar três grandes zonas que acolhem o aparato, a sociedade e a intimidade, procurando distinguir e racionalizar espaços em função de novas sociabilidades emergentes.
          Os múltiplos objectos que existem nas casas também se modificam, em função das novas necessidades sociais. Estes bens, para além de representantes de uma sociabilidade crescente, tornam-se expoentes de novos hábitos, de âmbito alargado, que vai desde a alimentação e as bebidas até à higiene, à dança, aos jogos, à música ou à escrita, entre outros.
          Constatamos que as muitas transformações ocorridas ao longo da segunda metade do século XVIII e primeiro quartel de Oitocentos, a par dos novos modelos de sociabilidade ensaiados pelas principais figuras de elite, anunciam os modos de vida e as casas da Lisboa contemporânea.

          PT/AHS-ICS/DIV-02C-201410 · Item · 2014-10
          Part of A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

          Freitas, João, 2014, A casa do Povo Portuense (1900-1914). Porto: Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Dissertação de mestrado. Disponível em www:https://repositorio-aberto.up.pt/handle/10216/76730

          As Maisons du Peuple (Casas do Povo) foram uma das principais singularidades do movimento operário de cariz socialista. Estas eram um centro coordenador do
          associativismo socialista, um modelo para o futuro da sociedade e um local de politização e socialização do operariado. As suas origens remontam ao cooperativismo belga do final do século XIX. Rapidamente, este modelo associativo se disseminou por toda a Europa. E Portugal não foi excepção. Logo em 1900, no Porto, cidade em que o movimento socialista era mais coeso, um grupo de operários decidiu criar a sua Casa do Povo à semelhança da original situada em Bruxelas.
          Este estudo pretende estudar as origens, a organização interna e a evolução da Casa do Povo Portuense, no período anterior à Grande Guerra, bem como o papel que esta desempenhou no movimento socialista, a sua tarefa como centro disseminador do socialismo na região do Porto e como espaço de sociabilidade e politização do operariado local.

          PT/AHS-ICS/DIV-02C-2012 · Item · 2012
          Part of A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

          GONÇALVES, Leandro Pereira. Entre Brasil e Portugal Trajetória e Pensamento de Plínio Salgado e a Influência do Conservadorismo Português [Tese de doutoramento], São Paulo, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

          Esta tese tem como objetivo a investigação da trajetória de Plínio Salgado para a formação e o desenvolvimento do integralismo brasileiro em suas mais variadas fases, buscando as múltiplas matrizes discursivas e a circularidade cultural no campo das apropriações, observando o processo de circularidade cultural no trato com os componentes lusitanos. A análise estabeleceu discussões com referência à produção doutrinária, política, literária e religiosa, além de manifestos, entrevistas e depoimentos, ou seja, elementos bibliográficos que contribuíram para a compreensão do integralismo brasileiro, notadamente em relação ao líder Plínio Salgado, que foi o principal mentor do movimento. Com base no conceito de cultura política, a investigação propôs a análise do pensamento evolutivo do líder integralista centrada no contexto de influência lusitana e basicamente católica, preceito que o acompanhou por toda a vida.

          PT/AHS-ICS/DIV-02C-2012-11 · Item · 2012-11
          Part of A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

          Batista, Elina Correia - Da emigração entre continentes em Eça de Queiroz: da correspondência consular à obra literária. Tese de Doutoramento. Universidade da Madeira, 2012. http://hdl.handle.net/10400.13/664

          Nas últimas três décadas do século XIX, dado o estado de abatimento sentido no país, Eça de Queiroz, plenamente integrado no ambiente buliçoso e efervescente da sua geração, compara a situação de Portugal com a da Grécia, países que considera caóticos, dadas as políticas de rotina e sem imaginação que não conduzem o país ao desenvolvimento e ao progresso. De facto, Portugal não consegue acompanhar o ritmo dos outros países europeus e obriga os portugueses a emigrar. A principal característica da sua escrita é a ironia, aproximando-se da posição socrática, uma arma de intervenção intelectual, de cariz ético, vinculadora e libertadora, que lhe permite intervir e depurar problemas do seu tempo, procurando construir um Portugal como entendia que deveria ser.

          Durante o percurso de vida que permeia a publicação de As Farpas e de Uma Campanha Alegre, e na correspondência e a obra literária, Eça de Queiroz questiona o “sonho americano”, que muitos portugueses quiseram experimentar, e o brasileiro, no âmbito de uma vasta crítica à sociedade burguesa.
          A defesa da mudança do rumo da emigração portuguesa da América do Norte para o Brasil prende-se com a relação de ilusão/desilusão que marca a sua experiência consular em Havana e as viagens que faz. O pensamento do escritor e cônsul evolui para o entendimento da emigração, como a arte, é considerada uma das forças civilizadoras da humanidade. Muitas da suas personagens circulam entre o Velho e Novo Mundo, têm um pé dentro e outro fora do país, migram pelas mais variadas razões, fazendo retratos nas suas obras das suas movimentações, construindo uma estética sobre o país que se baseia na ética dos valores humanos que possui e na experiência que adquiriu.

          PT/AHS-ICS/DIV-02C-202403 · Item · 2024-03
          Part of A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

          André Filipe Gomes Carvalho - Correspondência de Assis Gonçalves para Salazar: A reinvenção de um tenente do «28 de maio» e do «partido militar» no pós-guerra [Dissertação de Mestrado em História Contemporânea - Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa], 2024. http://hdl.handle.net/10362/169228

          A presente dissertação pretende dar a conhecer o papel e intervenção do Tenente Horácio de Assis Gonçalves, o primeiro secretário pessoal de Salazar e uma figura incontornável para a compreensão da ascensão do professor de Coimbra ao poder, no controlo e contenção dos militares dissidentes no pós-guerra e na disputa pelo “delfinato” entre Santos Costa e Marcello Caetano. Numa primeira parte, destacamos a vida de Assis Gonçalves desde os primeiros anos em Vinhais e a Primeira Guerra Mundial, passando pela secretaria de Salazar, o Governo Civil de Vila Real e a direção do Instituto de Assistência à Família. Depois, focamo-nos especificamente no período do pós-guerra e na renovada tarefa de Assis Gonçalves de pacificação dos antigos tenentes do «28 de maio», na relação entre o líder do “partido-militar” Santos Costa e os dissidentes do Estado Novo e na Frente Académica Patriótica, trunfo universitário da fação castrense na disputa pelo poder entre militares e civis que Assis Gonçalves desvenda na sua correspondência pessoal com Salazar.

          PT/AHS-ICS/AHSilva-ESC-SER-2-01 · Item · 1908
          Part of Espólio Alfredo Henrique da Silva

          "In the High Court of Justice. King's Bench Division. 1908. C. No. 3211."

          Transcrição da intervenção de Alfredo Henrique da Silva no processo interposto pela Cadbury Brothers contra The Standard Newspapers, Limited (proprietários do jornal "Spectator"), a favor de William A. Cadbury.
          Alfredo Henrique da Silva esclarece neste testemunho as circunstâncias em que conheceu William A. Cadbury e Joseph Burtt. Indica que apoiou aquele na preparação do relatório sobre S. Tomé e que o traduziu para português, tradução da qual resultou uma versão impressa. O relatório foi apresentado por William A. Cadbury, em nome dos industriais ingleses, numa reunião com a comissão de produtores de cacau de S. Tomé e Príncipe, a 28 de Novembro de 1907, em Lisboa. A declaração proferida por William A. Cadbury nesse encontro terá sido publicada pelos principais jornais a 30 de Novembro de 1907 e foi anexada ao testemunho na sua versão impressa.

          PT/AHS-ICS/PQ-DOC-160 · Item · 1954-11
          Part of Espólio Pinto Quartin

          Comunicado da Comissão Inter-Profissões de Lisboa do MND sobre a questão dos territórios portugueses na Índia ( Goa, Damão e Diu) e prisão dos membros da Comissão Central do MND: Rua Luís Gomes, Virgínia Moura, José Morgado e Albertino Macedo.

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