Distinguindo-se como antropólogo, António de Almeida nasceu a 21 de agosto de 1900, em Sezures, Penalva do Castelo, no distrito de Viseu, e faleceu a 16 de novembro de 1984, em Lisboa.
Viseu
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José Tomás da Fonseca (Mortágua, 10 de Março de 1877 — Lisboa, 12 de Fevereiro de 1968) foi um agricultor, ex-seminarista, poeta, escritor, historiógrafo, jornalista, professor, político e militante republicano de cariz ateu e anticlerical português. Pertenceu ao Movimento de Unidade Democrática, à Maçonaria e ao Partido Comunista Português.
Por causa de seu ateísmo militante, sua verve polemista, das ideias republicanas, laicistas e ateias, das críticas às aparições em Fátima e à igreja católica Tomás foi perseguido pela PIDE, preso diversas vezes e 14 de seus livros foram censurados e banidos durante as ditaduras sidonista e salazarista.
A perseguição a Tomás da Fonseca o afastou das atividades docentes que ele desenvolvia no Conselho Superior de Instrução Pública, da direção da Escola Normal de Lisboa e de Coimbra e da Universidade Livre de Coimbra, que ele ajudou a fundar.
Foi eleito deputado, em várias legislaturas, em diversos círculos eleitorais, estando na origem da fundação de três partidos políticos distintos durante o século XIX: Partido de Viseu, Partido Reformista e Partido Progressista. Foi também jornalista e padre, sendo ainda um grande apoiante da Carta Constitucional de 1826 e defensor da laicização do Estado.
Ministro das Obras Públicas e integrante do Partido Progressista, Emídio Navarro também promoveu reformas e desenvolvimentos a nível da agricultura, em Portugal.