Arquivistica

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              PT/AHS-ICS/DIV-02B-2018b · Item · 2018
              Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

              Rosa, Maria de Lourdes e Rita Sampaio da Nóvoa. Arquivística Histórica e arquivos de família, entre História e Ciência arquivística. Reflexões sobre um percurso científico e académico. Revista Portuguesa de História. 2018; : 85-98. doi: https://doi.org/10.14195/0870-4147_49_4

              Neste artigo apresenta-se a área de estudo da Arquivística Histórica, situada na confluência da História com a Arquivística, e expõem-se as circunstâncias do seu desenvolvimento, de forma informativa, mas também reflexiva e crítica. Após uma primeira parte em que se trata do conceito que dá nome à área, descrevem-se as várias atividades que nela têm sido realizadas no âmbito do programa ARQFAM, e apresentam-se as investigações doutorais realizadas e em curso sobre arquivos de família na Europa de Antigo Regime, visando esboçar uma primeira síntese a partir delas.

              PT/AHS-ICS/DIV-02B-2021-11 · Item · 2021-11
              Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

              Susana Sofia Cunha, 2021, Divulgação online de coleções de fotografia: a utilização do AtoM em Portugal, in Carlos Guardado da Silva, Jorge Revez, Luís Corujo (coord). Organização do Conhecimento no Horizonte 2030: Desenvolvimento Sustentável e Saúde: Atas do V Congresso ISKO Espanha-Portugal. Centro de Estudos Clássicos, Faculdade de Letras, Universidade de Lisboa. doi: https://doi.org/10.51427/10451/50067

              PT/AHS-ICS/DIV-02B-2020b · Item · 2020
              Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

              Cahen, Michel. “Do ultramar ao pós-colonial. Reflexões de um historiador sobre Moçambique contemporâneo nos arquivos de Portugal e Moçambique.” Práticas da História, Journal on Theory, Historiography and Uses of the Past, n.º 10 (2020): 249-267

              Este artigo terá duas partes bem diferentes. A primeira será concreta, na qual busco traçar um panorama a partir da minha experiência pessoal, principalmente no que toca aos fundos relativos a Moçambique – tanto em Portugal quanto em Moçambique – durante o período colonial (século XX) e também o primeiro período pós-colonial, de 1975 até 1995, respetivamente a independência de Moçambique e a saída da Onumoz deste país depois da robusta intervenção para organizar as primeiras eleições livres ao sair da guerra civil. Com efeito, do meu ponto de vista, a guerra civil moçambicana (1976-1992) também pode ser analisada como uma guerra dentro do processo de descolonização, que não acaba a 25 de junho de 1975, data da independência formal. A segunda parte será uma reflexão sobre alguns aspetos da minha prática nos arquivos coloniais e pós-coloniais.

              PT/AHS-ICS/DIV-02C-2013-10 · Item · 2013-10
              Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

              Rodrigues, Ana Margarida (2013). Estudo orgânico-funcional das entidades tutelares da Agricultura (1918-2013): Uma contribuição para o Ficheiro Nacional de Autoridades Arquivísticas (FNAA) (Tese de Mestrado. Universidade NOVA de Lisboa (Portugal)).

              Dissertação apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em em Ciências da Informação e da Documentação – Área de Especialização em Arquivística, Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa

              O objeto de estudo desta dissertação são as entidades ministeriais tutelares da agricultura entre 1918 e 2013. As razões desta escolha prendem-se com o facto de
              estas serem entidades cuja produção documental e património arquivístico são fundamentais para a compreensão e estudo do sector primário da economia nacional
              durante todo o século XX até ao momento presente.
              Foi primeiramente realizado o estudo orgânico-funcional das entidades ministeriais, efetuado com base na sua legislação de criação, remodelação, fusão e
              extinção e que possibilitou a identificação da quantidade, natureza, duração e estrutura de cada uma delas. Tal estudo permitiu a identificação de 17 entidades ministeriais e a confirmação de que todas estas entidades reuniam as condições necessárias para serem consideradas produtoras de fundos documentais da Administração Pública Portuguesa, logo que todas podiam ser objeto de criação de Registos de Autoridade Arquivística.
              Os estudos orgânico-funcionais realizados foram então canalizados para a criação de um total de 17 Registos de Autoridade Arquivística, feitos com base no modelo do Ficheiro Nacional de Autoridades Arquivísticas (FNAA) e seguindo os princípios estabelecidos pelas normas internacionais do Conselho Internacional de Arquivos (ISAAR-CPF), bem como os estabelecidos pelas Orientações para a Descrição Arquivística.
              Ao utilizar o modelo do FNAA, a presente proposta tem como objetivos: identificar univocamente cada uma das entidades ministeriais estudadas enquanto
              autoridades arquivísticas produtoras de fundos documentais; identificar e mapear o seu percurso institucional e administrativo; facilitar a reunião intelectual da documentação produzida por estas entidades. A proposta apresentada nesta dissertação pretendeu assim articular o paradigma custodial atual, com as possibilidades trazidas pela mudança para um paradigma pós-custodial e potenciadas pelas tecnologias de informação (das quais o FNAA constitui o modelo nacional atualmente na vanguarda). Com isto espera-se poder contribuir para o módulo de entidades produtoras (MEP) do FNAA, nomeadamente na sua vertente de criação de registos para organizações (extintas) da Administração Pública.

              Iberian Studies: capitulo
              PT/AHS-ICS/DIV-02B-2024-06c · Item · 2024-06
              Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

              Taylor Leigh and Adán Griego, Iberian Studies, in Brian Vetruba and Heidi Madden, Handbook for European Studies Librarians, 2024.

              The Handbook provides thirty chapters by experts in the field of European Studies designed to help librarians new to collection development for regions of Europe and Eurasia find key resources for collection development and offer guidance on working with faculty and students focusing on these areas.

              INDICO - Indigenous Colonial Archives
              PT/AHS-ICS/DIV-PICS-2022 · Item · 2018-2022
              Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

              O INDICO é um projeto de investigação sobre a história e a antropologia das práticas arquivísticas indígenas no império colonial português em África e na Ásia, desde o século XVI até ao século XX. O projeto procura compreender como e por que razão determinadas comunidades africanas e asiáticas registaram, conservaram e difundiram manuscritos em papel no contexto das suas interações com os portugueses.

              O site do projeto disponibiliza vários recursos, nomeadamente uma inovadora base de dados pesquisável e de acesso aberto sobre documentação manuscrita de origem indígena africana e asiática, proveniente de Angola, Goa, Moçambique e Timor e abrangendo do século XVII ao início do século XIX. Em associação com esta base de dados, o site integra também uma galeria de documentos, composta por objetos digitais e descrições de treze documentos recolhidos no Arquivo Histórico Ultramarino.

              Para além disso, são apresentados os diversos outputs produzidos pelo projeto, incluindo livros, capítulos de livro e artigos. Por fim, o site disponibiliza breves resumos dos estudos de caso do projeto: “Os Livros das Comunidades, em Goa”, “Os Arquivos de Ndembu e suas Conexões Africanas”, “Os Arquivos de Reinos em Timor”, “Registos de ‘Assimilação’ em Moçambique” e “Os Papéis Africanos de Silva Porto.

              Principais temas: Arquivos indígenas, arquivos coloniais, escrita, conhecimento colonial, império português.

              PT/AHS-ICS/DIV-02B-202305 · Item · 2023-05
              Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

              Curvelo, Alexandra, 2023, "Os Biombos Nanban do Museu Nacional de Arte Antiga: recriação historiográfica e museológica (1925- 1955)" in Marilia Lopes (org.), A História na Era da (Des)Informação, Lisboa, Universidade Católica Portuguesa, pps. 188-212.

              Capitulo na 2ª parte, História, Memória e Narrativa.

              Entendida como ‘filha do tempo’, a História é um permanente exercício de fazer e refazer a teia dos acontecimentos. Determinada pelas preocupações do presente, a ciência histórica não se entende, nem quer ser compreendida, como um mero e simples estudo do passado pelo passado, mas sim pelo que esse passado possa e pode representar de implicações e significados com vista a um melhor entendimento do momento presente. Num mundo em permanente mudança e transformação, com múltiplas facetas e perspetivas, que alguns caracterizam como época da ‘pós-verdade’, em que se tenta negar ou obliterar a autenticidade das informações, e também da História, o CEPCEP viu a urgência de contribuir com o presente volume, dando primazia a abordagens que fizessem e refizessem a meada discursiva e narrativa sobre tópicos relacionados com a experiência e vivência do seu objeto de estudo: povos e culturas de expressão portuguesa. Neste sentido, “A História na Era da (Des)Informação” procura aflorar temas e problemas de um passado presente que continuam a pressionar o mundo coevo, no intento de dar voz a realidades, assuntos ou tópicos pouco conhecidos ou até mesmo silenciados. Contando com a colaboração de conceituados especialistas, pretendesse firmar um decisivo e determinante momento de uma reflexão histórica e cultural sempre em construção.

              PT/AHS-ICS/DIV-02B-2024-06d · Item · 2024-06
              Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

              LOUSADA, Isabel.; DE SOUSA, Vanda. Two out of three ain’t bad. O resgate de três livres pensadores/as (duas mulheres num mundo de homens) 110 anos depois do centenário do Congresso de Lisboa - 1913-1932-2023. Revista Ártemis, [S. l.], v. 35, n. 1, p. 314–345, 2023. Disponível em: https://periodicos.ufpb.br/index.php/artemis/article/view/66604. Acesso em: 14 jun. 2025.

              Trazer ao grande público um documento não significa o mesmo através dos tempos. A cada período da marcha da humanidade, a tecnologia foi influenciando o modo social e cultural. Os momentos tecnológicos determinam também o modo e o tempo do encontro e da divulgação. A presente reflexão é motivada pela constatação prática de um novo paradigma tecnológico digital e, por outro lado, a apresentação de um ensaio que interliga educação e cultura, destacando a importância de recuperar a vida e obra de duas mulheres/protagonistas num mundo de homens. Arquivado em suporte físico, o texto permanecia desconhecido, cabendo aqui resgatá-lo e apresentá-lo, refletindo em torno quer do seu conteúdo quer do contexto e das personas a ele ligadas, tendo como palco o XVII Congresso Internacional do Livre-Pensamento, organizado em Lisboa, em outubro de 1913, no ano em que passa uma década do seu centenário, e celebra-se também a relevância de se resgatar o protagonismo de duas mulheres num universo fortemente marcado pelo masculino.