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            PT/AHS-ICS/PQ-J-361 · Série · 1926
            Parte de Espólio Pinto Quartin

            Existências: Ano II, Vol. 17-18, Vol. 1 ; III Serie, Nº 10-12 (1923); Nº 13-24 (1924); IV Serie, Nº 1 (1925), Nº 6, Nº 7, (1926); V Serie, Nº 7, Nº 9-10 (1928); Nº 11-12 (1929)

            Alma Nova
            PT/AHS-ICS/PQ-B-1357 · Item · 1896
            Parte de Espólio Pinto Quartin

            Calendário de Janeiro a dezembro, com individualidades que propagaram ideais socialistas, editado em 1897. Segue-se texto "A Comuna", assinado por António Abrantes. Outro "Movimento Operário", por Luiz Figueiredo. "O Socialismo e o povo trabalhador", por Damazio da Graça. "Aos refinadores", por António Ribeiro Corisco. Poema "Nihil" por Angelina Vidal. Poema "No espaço" por Adelaide Rosa da Silva. "O Socialismo" por J. Fernandes Alves. "Seguimos" por Martins da Costa.

            PT/AHS-ICS/PQ-J-331 · Série · 1909
            Parte de Espólio Pinto Quartin

            Existências: Nº 1 - Nº 6 (1909)

            AMANHÃ – “Revista popular de orientação racional dirigida por Grácio Ramos e Pinto Quartim em Lisboa, de 1 de Junho a 15 de Agosto de 1909, seis números.
            Periódico anarquista, foca temas de actualidade na época: faz a apologia do amor livre, do divórcio, da pedagogia libertária, do ateísmo e da nova ortografia.
            Apresenta artigos de grande qualidade.
            Eis um excerto do editorial:
            «Quem somos? Somos os precursores do futuro, os precursores do amanhã. O que queremos? Queremos pão, liberdade, ciência e bem-estar para todos os que compõem a família humana. Queremos que a cada indivíduo assegurado seja o seu máximo de felicidade.»
            Noutro passo, afirma-se nomeadamente que a revista se publica «rompendo com todo o passado, sem respeitar nem ídolos, nem deuses, nem dogmas, nem preocupações» e que tem como objectivo supremo a instrução científica e racional do povo. Este periódico constitui um importante acervo das ideias progressistas do início do século.
            No número inaugural Tomás da Fonseca publica um excerto dos Sermões da Montanha, Emílio Costa o artigo «Eduquemos Sempre»; no n.º 4 homenageia-se o geógrafo anarquista Elisée Reclus. Principais colaboradores: António Altavila (3), Augusto Casimiro (3P), Bento Faria (2P), Coriolano Leite (6P), Dikran Elmassian (6), Elisée Reclus (4), Emílio Costa (1), José Bacelar (1C, 4P), Kropotkine (4), Manuel Ribeiro (1P), Pinto Quartim (1,5), Tomás da Fonseca (1)”.

            In PIRES, Daniel, Dicionário da Imprensa Periódica Literária Portuguesa do Século XX (1900-1940), Lisboa, Grifo, 1996, pp. 64-65.

            Ramos, Grácio.
            Amilcar Cabral: uma exposição
            PT/AHS-ICS/DIV-06Cu-2023-001 · Item · 2023
            Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

            Exposição "Amilcar Cabral," Palácio Baldaya, org. pelo IHC. Documento: da série JL-MNA-73: PAIGC actualités, nº 35. Foi digitalizado externamente e seguiu para exposição. Comissão Comemorativa dos 50 anos 25 de Abril

            "A exposição sobre Amílcar Cabral é inaugurada no ano em que passa meio século sobre o seu assassinato (1973, Conacri), e conta a história do revolucionário que – ao lado dos seus camaradas do PAIGC – contribuiu decisivamente para o fim do último império colonial europeu. Mostra objetos e correspondência de Cabral, mas também imagens, sons e textos que outras e outros lhe têm dedicado. É uma exposição sobre Amílcar Cabral e as suas vidas posteriores.

            “Amílcar Cabral foi uma figura destacada do século XX cuja memória permanece, seja no imaginário político ou no nome das ruas de vários países do hemisfério Sul, da África do Sul ao Brasil. A sua vida é hoje motivo de renovado interesse em África, assim como nas periferias de capitais europeias, em universidades ocidentais ou nos principais canais televisivos mundiais”, explica José Neves, membro da Comissão Científica da iniciativa.

            No Palácio Baldaya estarão 50 peças que permitem uma viagem pela vida do agrónomo e líder nacionalista, mas não só: “Cada uma das peças expostas leva-nos a momentos e lugares da vida de Cabral, enquanto indicia o tempo, o espaço e a experiência de quem o conheceu, vigiou, admirou, filmou, retratou ou cantou. Cabral está omnipresente, mas muitas das 50 peças que exibimos têm protagonistas próprios, da fotógrafa italiana Bruna Polimeni ao músico angolano David Zé, passando pelo líder ganês Kwame Nkrumah”, acrescenta o historiador.

            A partir da exposição, a Comissão Comemorativa 50 anos 25 de Abril vai promover iniciativas diversificadas – mesas redondas, concertos, visitas guiadas e cinema –, incidindo sobre temas como liberdade, colonialismo, luta anticolonial e descolonização.

            A iniciativa tem curadoria científica de José Neves e Leonor Pires Martins, consultoria de Alfredo Caldeira; Arquitetura de Ricardo Santos e Miguel Fevereiro; e Grafismo de Vera Tavares. Conta, enquanto parceiros, com a Junta de Freguesia de Benfica, a Fundação Amílcar Cabral, o Laboratório Associado IN2PAST, a Associação TCHIWEKA de Documentação, e a Fundação Mário Soares e Maria Barroso."

            Amílcar Cabral: uma exposição (2025)
            PT/AHS-ICS/DIV-06Cu-2025-07 · Item · 2025-07
            Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

            Versão itinerante – ou “pop-up” – da exposição Amílcar Cabral: uma exposição, apresentada no âmbito da Conferência Internacional “50 Anos das Independências das Colónias Portuguesas em África” (org. IHC-FCSH NOVA), realizada na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, entre 17 e 19 de julho de 2025.
            Inclui a imagem da capa de PAIGC Actualités nº 35, em salvaguarda pelo AHS e cedida para o efeito. Esteve patente 3 dias.

            António José da Costa
            PT/AHS-ICS/GQ-AJC · Subfundo · 1953-1974
            Parte de Colecção Glicinia Quartin

            Conjunto de documentos pertencentes a António José da Costa, composto por 15 livros de peças teatrais relacionadas com a esfera educativa e o teatro infantojuvenil (1953-1974) e 2 cadernetas manuscritas.