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  • Em livro colectivo (2024-10, ip)

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            PT/AHS-ICS/DIV-02B-202412 · Item · 2024
            Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

            "50 anos de construção de uma democracia participativa em matérias ambientais ", capitulo de Ana Delicado e Jussara Rowland inclui reprodução de autocolante de associação ambientalista salvaguardado pelo AHS.

            O capitulo está integrado no livro 50 Anos de Abril: Questões ambientais, sociais e territoriais, editado por Mónica Truninger, Luísa Schmidt, João Morais Mourato, Roberto Falanga e Rosário Oliveira, pela Imprensa de Ciências Sociais, 2024.

            PT/AHS-ICS/DIV-02B-202010 · Item · 2020-10
            Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

            Cymbron, Luisa, 2020, "A importância de ser do Norte: o Teatro de S. João e os compositores portugueses do Liberalismo", in Cymbron, L & Vasconcelos, Ana Isabel, O velho Teatro de S. João (1798-1908): teatro e música no Porto do longo século xix, Edições Afrontamento, CESEM (Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical) NOVA FCSH.

            PT/AHS-ICS/DIV-02B-2021 · Item · 2021
            Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

            Guimarães, Paulo, 2021, "António Pinto Quartin (1887-1970): Ideário e Vida", in José Maria Carvalho Ferreira, João da Mata, Juniele Rabêlo de Almeida, L & Vasconcelos, Ana Isabel (orgs.), Anarquia e Anarquismos: Práticas de liberdade entre histórias de vida (Brasil/Portugal, Rio de Janeiro: Editora Nau.

            PT/AHS-ICS/DIV-02B-2013 · Item · 2013
            Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

            Cordeiro, José Lopes. (2013). "As lutas dos operários têxteis da Bacia do Ave (1956-1974) e algumas questões da história do movimento operário" in Atas Atas do I Congresso de História do Movimento Operário e dos Movimentos Sociais em Portugal, 13-15 de março de 2013, FCSH-UNL, Vol. I, pp. 338-364.

            Decolonization in Portuguese Africa: capitulo
            PT/AHS-ICS/DIV-02B-201705 · Item · 2018
            Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

            Aires Oliveira, Pedro. "Decolonization in Portuguese Africa." Oxford Research Encyclopedia of African History. 24 May. 2017; https://oxfordre.com/africanhistory/view/10.1093/acrefore/9780190277734.001.0001/acrefore-9780190277734-e-41

            The dissolution of Portugal’s African empire took place in the mid-1970s, a decade after the dismantling of similar imperial formations across Europe. Contrary to other European metropoles, Portuguese rulers were unwilling to meet the demands for self-determination in their dependencies, and thus mobilized considerable resources for a long, drawn-out conflict in Angola, Guinea, and Mozambique from 1961 to 1974. Several factors can explain Lisbon’s refusal to come to terms with the “winds of change” that had swept Africa since the late 1950s, from the belief of its decision-makers that Portugal lacked the means to conduct a successful “exit strategy” (akin to the “neocolonial” approach followed by the British, the French, or the Belgians), to the dictatorial nature of Salazar’s “New State,” which prevented a free and open debate on the costs of upholding an empire against the anti-colonial consensus that had prevailed in the United Nations since the early 1960s.

            Taking advantage of its Cold War alliances (as well as secret pacts with Rhodesia and South Africa), Portugal was long able to accommodate the armed insurgencies that erupted in three of its colonies, thereby containing external pressures to decolonize. Through an approach that combined classic “divide and rule” tactics, schemes for population control, and developmental efforts, Portugal’s African empire was able to soldier on for longer than many observers expected. But this uncompromising stance came with a price: the armed forces’ dissatisfaction with a stalemate that had no end in sight. In April 1974, a military coup d’etat put an end to five decades of authoritarianism in the metropole and cleared the way for transfer of power arrangements in the five lusophone African territories. The outcome, though, would be an extremely disorderly transition, in which the political inexperience of the new elites in Lisbon, the die-hard attitude of groups of white settlers, the divisions among the African nationalists, and the meddling of foreign powers all played critical roles.

            PT/AHS-ICS/DIV-02B-202411 · Item · 2024-11
            Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

            Figueiredo, Patrick, Do 18 de Janeiro ao Tarrafal: Um olhar sobre o sindicalismo a partir da vida de Manuel António Boto (1907-1984), in João Freire, Luísa Veloso, João Loureiro e Renato Pistola (orgs.), Colóquio Sindicalismo, Trabalho e Cidadania: 90 anos depois do 18 de Janeiro de 1934, Novembro 2024, ISCTE.

            PT/AHS-ICS/DIV-02B-2020c · Item · 2020
            Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

            Cabreira, Pamela Peres, 2020, "História Social das Mulheres: uma análise luso-brasileira sobre a classe operária feminina", in PP Cabreira & Jorge Fontes (orgs.), Di álogos entre Brasil e Portugal: ensaios de História Contemporânea, Rio de Janeiro: Desalinho Publicações Nau. pp. 129-182.

            Iberian Studies: capitulo
            PT/AHS-ICS/DIV-02B-2024-06c · Item · 2024-06
            Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

            Taylor Leigh and Adán Griego, Iberian Studies, in Brian Vetruba and Heidi Madden, Handbook for European Studies Librarians, 2024.

            The Handbook provides thirty chapters by experts in the field of European Studies designed to help librarians new to collection development for regions of Europe and Eurasia find key resources for collection development and offer guidance on working with faculty and students focusing on these areas.

            Memórias da Marquesa de Rio Maior: capitulo
            PT/AHS-ICS/DIV-02B-2005 · Item · 2005
            Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

            Maria Filomena Mónica prefacia este livro. Considera-o “um texto raro”, “uma fonte imprescindível para quem se interessa pelo estudo do fim da monarquia”. “Não querendo fazer História mas contar histórias”, a Marquesa conta episódios e acontecimentos com uma minúcia cinematográfica, num registo enriquecido pela própria vivência dos mesmos: a viagem inaugural dos caminhos de ferro em Portugal (de Lisboa ao Carregado), a vida no Paço onde era dama da Rainha, o casamento de Carlos com D. Amélia, o Regicídio…

            A Parceria A.M. Pereira dá assim continuidade a relançamentos de obras marcantes dos seus catálogos ancestrais. Branca de Gonta Colaço em As Memórias da Marquesa de Rio Maior - Bemposta Subserra transcreve fielmente, e com raro talento, tudo o que a narradora lhe relata da sua vida ao longo de cinco reinados (D. Maria II, D. Pedro V, D. Luís, D Carlos, D. Manuel II).

            No prefácio, Maria Filomena Mónica cita algumas cartas que estão transcritas na sua coleção

            Na rota do anarquismo português?: capitulo
            PT/AHS-ICS/DIV-02B-2020 · Item · 2020
            Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

            LOPES, J. M., ed. Na rota do anarquismo português? In: A recepção de Lima Barreto em Portugal: documentação Fundação Biblioteca Nacional [online]. São Paulo: Editora UNESP; CLEPUL; Rio de Janeiro: Fundação Biblioteca Nacional, 2020. pp. 105-116. Brasil collection, vol. III. ISBN: 978-85-9546-385-1. https://doi.org/10.7476/9786557146088.0008.

            Este volume III da Coleção Brasil apresenta as reverberações da obra de Lima Barreto em Portugal. A edição, organizada e anotada por João Marques Lopes, estuda, com base em minucioso trabalho de pesquisa e cruzamento de informações e documentos (muitos deles, inéditos ou pouco conhecidos) presentes no Arquivo de Lima Barreto da Fundação Biblioteca Nacional (FBN) e em outras instituições, traz a público essa rica trajetória de Lima Barreto em terras portuguesas. Um dos capitulos usa fontes do Espólio de Pinto Quartin.

            PT/AHS-ICS/DIV-02B-201711 · Item · 2017
            Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

            LOPES, Filipa Sousa. "O silenciar da oposição ao Estado Novo na questão de Goa (1954)" in Violência Política no Século XX. Um Balanço (coord. Ana Sofia Ferreira, João Madeira e Pau Casanellas), Instituto de História Contemporânea, Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, Lisboa, 2017, pp. 287-297.

            A mudança do paradigma colonial no pós-guerra, fruto da Carta das Nações Unidas e o avanço do movimento independentista no território indiano, determina que o problema do colonialismo para a oposição e para o regime seja recolocado. Após a proclamação da independência da Índia, o Governo da União Indiana, em 1950, solicita ao Governo Português que comecem as conversações quanto ao futuro das colónias portuguesas no Indostão. A intransigência do regime português em não aceitar negociações para a questão de Goa intensifica o número de ações, a que o Governo responde com uma forte repressão policial. A “Nota Oficiosa do Movimento Nacional Democrático sobre o problema de Goa, Damão e Diu”, subscrita pelos membros da Comissão Central (CC) do Movimento Nacional Democrático (MND) e enviada a vários jornais provoca a detenção de Albertino Macedo, Virgínia Moura, Ruy Luís Gomes, José Cardoso Morgado Júnior e, mais tarde, António Lobão dando origem a um dos mais duros julgamentos políticos ao longo de 24 sessões. Num momento em que é reclamado o diálogo para o caso de Goa, Salazar ativa o seu aparelho repressivo não só contra o MND mas também contra o Movimento da Paz e o MUD Juvenil.

            PT/AHS-ICS/DIV-02B-202305 · Item · 2023-05
            Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

            Curvelo, Alexandra, 2023, "Os Biombos Nanban do Museu Nacional de Arte Antiga: recriação historiográfica e museológica (1925- 1955)" in Marilia Lopes (org.), A História na Era da (Des)Informação, Lisboa, Universidade Católica Portuguesa, pps. 188-212.

            Capitulo na 2ª parte, História, Memória e Narrativa.

            Entendida como ‘filha do tempo’, a História é um permanente exercício de fazer e refazer a teia dos acontecimentos. Determinada pelas preocupações do presente, a ciência histórica não se entende, nem quer ser compreendida, como um mero e simples estudo do passado pelo passado, mas sim pelo que esse passado possa e pode representar de implicações e significados com vista a um melhor entendimento do momento presente. Num mundo em permanente mudança e transformação, com múltiplas facetas e perspetivas, que alguns caracterizam como época da ‘pós-verdade’, em que se tenta negar ou obliterar a autenticidade das informações, e também da História, o CEPCEP viu a urgência de contribuir com o presente volume, dando primazia a abordagens que fizessem e refizessem a meada discursiva e narrativa sobre tópicos relacionados com a experiência e vivência do seu objeto de estudo: povos e culturas de expressão portuguesa. Neste sentido, “A História na Era da (Des)Informação” procura aflorar temas e problemas de um passado presente que continuam a pressionar o mundo coevo, no intento de dar voz a realidades, assuntos ou tópicos pouco conhecidos ou até mesmo silenciados. Contando com a colaboração de conceituados especialistas, pretendesse firmar um decisivo e determinante momento de uma reflexão histórica e cultural sempre em construção.

            PT/AHS-ICS/DIV-02B-201306 · Item · 2013-06
            Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

            Faria, A. M. & Pires, S. (2013). Os militares do MFA estacionados em África: de fazer a guerra para passar à descolonização. Encontro da Red(e) Ibero-Americana Resistência e(y) Memória (RIARM).; https://repositorio.iscte-iul.pt/bitstream/10071/16071/1/Os%20Militares%20do%20MFA%20estacionados%20em%20%C3%81frica.pdf

            É hoje consensual na análise historiográfica da revolução portuguesa de 1974 a identificação não só guerra mas também do “problema colonial” como questões que rapidamente se tornaram no “centro das atenções” do processo conspirativo militar (Rezola, 2007: 35 e nota 4), contrariando uma leitura da preparação do golpe militar que evoluiu das motivações de ordem corporativa dos oficiais de média patente para motivações de ordem mais especificamente política.

            PT/AHS-ICS/DIV-02B-2021b · Item · 2021
            Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

            REIS, Maria de Fátima. "Pobres e recolhidas: petições e representações femininas em Lisboa no século XIX" in As Mulheres Nos Caminhos da História (coord. Maria Marta Lobo de Araújo, Cláudia Contente, Alexandra Esteves), Coleção Paisagens, Património & Território / Investigação, Lab2PT, Universidade do Minho, Braga, 2021, pp. 274-291.

            PT/AHS-ICS/DIV-02B-201311 · Item · 2013-11
            Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

            Maria Paula Meneses e Catarina Gomes. 2013. "Regressos? Os retornados na (des)colonização portuguesa" in Maria Paula Meneses e Bruno Sena Martins (orgs), As Guerras de Libertação e os Sonhos Coloniais, pp. 59-107; https://estudogeral.uc.pt/bitstream/10316/42480/1/Regressos_Os%20retornados%20na%20des%20coloniza%C3%A7%C3%A3o%20portuguesa.pdf

            A ideia de ampliação e renovação imperial, implícita nos versos de Camões, reflete, alguns séculos mais tarde, a manutenção dos propósitos imperiais de Portugal em ‘África’, agora na sequela da ‘perda’ das Índias e do Brasil (Alexandre, 2000). A história é um terreno de disputas; e este fato é particularmente visível na África Austral, onde situações de colonialismo, apartheid e guerras de libertação nacional se mesclaram nas últimas cinco décadas, ao que se seguiram vários conflitos armados, incluindo guerras civis. Neste sentido, a compreensão dos conflitos que marcaram a história do cone austral do continente africano na segunda metade do século XX exige uma abordagem crítica à construção da história – nacional, regional, coletiva, pessoal – e uma análise do porquê de
            tantos segredos preservados e de tantos mitos constituídos.