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  • agrega fundos e documentação abordados num boletim Mensário do AHS (2023-)

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            «PAIGC Actualités»
            PT/AHS-ICS/JL-MNA-73 · Série · 1969-1973
            Parte de Colecção José Laranjo

            Bulletin d´information edité par la Comission d'Information et Propagande du Comité Central du PAIGC:
            n.ºs. 6 (jun 1969), 7, 8, 9, 10,
            13 (jan 1970), 14, 15, 16, 17, 18, 19, 20, 21, 22, 23, 24, 25 (jan 1971), 26, 27, 28, 29, 30, 31, 32, 33, 34 (Out 1971), 35, 36, 37 (jan 1972), 38,
            48, 49 (jan 1973), 50.
            Noutros arquivos encontrou-se registo da versão francesa deste boletim até janeiro de 1974.
            Edição inglesa pelo Information Center do Liberation Support Movement, Richmond, Canada:
            nº30-33 (June-september 1971)

            PAIGC - Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde
            A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA
            PT/AHS-ICS/DIV · Fundo · 1981-1986

            Publicações de naturezas várias (boletins, estudos, catálogos, notas informativas, newsletters, mensários) produzidas pelo AHS ao longo da sua existência (f. 1979) para divulgar o seu acervo e atividades conexas. Inclui também informações sobre empréstimos,consutlas e usos de documentação para exposições, catálogos, filmes, livros e artigos.

            Arquivo de História Social
            PT/AHS-ICS/DIV-06CExp-202405 · Subsérie · 2024-05-22 - 2024-09-30
            Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

            Reúne materiais gerados pela Exposição “A Paz, o Pão, Habitação…”: Valores de Abril em Autocolantes; Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, 22 de maio de 2024 a 30 de Setembro de 2024; Curadoria: Inês Ponte, Annarita Gori, João Pedro Santos, AHS/ICS-ULisboa

            "Através de autocolantes que fazem parte do acervo do Arquivo de História Social do ICS-ULisboa, esta exposição evoca os valores fundamentais de Abril: a Paz, o Pão, a Habitação, a Saúde e a Educação, como expressa a canção “Liberdade” escrita por Sérgio Godinho, há 50 anos. Quantos destes valores parecem hoje estar ainda por cumprir? Em jeito de balanço sobre os desafios que ainda se colocam aos valores de Abril, a exposição dialoga também com recursos visuais contemporâneos. Apropriando-nos dos autocolantes, na época um meio de divulgação comum, esta exposição sobre a intemporalidade dos valores de Abril é também uma forma de celebrarmos a expressão popular.
            “A Paz, o Pão, Habitação…”: valores de abril em autocolantes tem por base a coleção de autocolantes proveniente de António Costa Pinto, investigador do ICS-ULisboa".

            Album Missão do Real Padroado da Huíla
            PT/AHS-ICS/MRPH · Fundo · 1882- 1892

            Álbum com 50 fotografias a preto e branco, impressas em três tamanhos; dirigido a Fernando D’Almeida Pedroso “em testemunho de gratidão” pela Missão do Real Padroado da Huilla; missão católica espiritana estabelecida na região da Huíla, em Angola, em finais do século XIX, durante o período do colonialismo português em África.

            Missão do Real Padroado da Huíla
            Amilcar Cabral: uma exposição
            PT/AHS-ICS/DIV-06Cu-2023-001 · Item · 2023
            Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

            Exposição "Amilcar Cabral," Palácio Baldaya, org. pelo IHC. Documento: da série JL-MNA-73: PAIGC actualités, nº 35. Foi digitalizado externamente e seguiu para exposição. Comissão Comemorativa dos 50 anos 25 de Abril

            "A exposição sobre Amílcar Cabral é inaugurada no ano em que passa meio século sobre o seu assassinato (1973, Conacri), e conta a história do revolucionário que – ao lado dos seus camaradas do PAIGC – contribuiu decisivamente para o fim do último império colonial europeu. Mostra objetos e correspondência de Cabral, mas também imagens, sons e textos que outras e outros lhe têm dedicado. É uma exposição sobre Amílcar Cabral e as suas vidas posteriores.

            “Amílcar Cabral foi uma figura destacada do século XX cuja memória permanece, seja no imaginário político ou no nome das ruas de vários países do hemisfério Sul, da África do Sul ao Brasil. A sua vida é hoje motivo de renovado interesse em África, assim como nas periferias de capitais europeias, em universidades ocidentais ou nos principais canais televisivos mundiais”, explica José Neves, membro da Comissão Científica da iniciativa.

            No Palácio Baldaya estarão 50 peças que permitem uma viagem pela vida do agrónomo e líder nacionalista, mas não só: “Cada uma das peças expostas leva-nos a momentos e lugares da vida de Cabral, enquanto indicia o tempo, o espaço e a experiência de quem o conheceu, vigiou, admirou, filmou, retratou ou cantou. Cabral está omnipresente, mas muitas das 50 peças que exibimos têm protagonistas próprios, da fotógrafa italiana Bruna Polimeni ao músico angolano David Zé, passando pelo líder ganês Kwame Nkrumah”, acrescenta o historiador.

            A partir da exposição, a Comissão Comemorativa 50 anos 25 de Abril vai promover iniciativas diversificadas – mesas redondas, concertos, visitas guiadas e cinema –, incidindo sobre temas como liberdade, colonialismo, luta anticolonial e descolonização.

            A iniciativa tem curadoria científica de José Neves e Leonor Pires Martins, consultoria de Alfredo Caldeira; Arquitetura de Ricardo Santos e Miguel Fevereiro; e Grafismo de Vera Tavares. Conta, enquanto parceiros, com a Junta de Freguesia de Benfica, a Fundação Amílcar Cabral, o Laboratório Associado IN2PAST, a Associação TCHIWEKA de Documentação, e a Fundação Mário Soares e Maria Barroso."

            Amílcar Cabral: uma exposição (2025)
            PT/AHS-ICS/DIV-06Cu-2025-07 · Item · 2025-07
            Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

            Versão itinerante – ou “pop-up” – da exposição Amílcar Cabral: uma exposição, apresentada no âmbito da Conferência Internacional “50 Anos das Independências das Colónias Portuguesas em África” (org. IHC-FCSH NOVA), realizada na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, entre 17 e 19 de julho de 2025.
            Inclui a imagem da capa de PAIGC Actualités nº 35, em salvaguarda pelo AHS e cedida para o efeito. Esteve patente 3 dias.

            Colecção António Costa Pinto
            PT/AHS-ICS/ACP · Fundo · 1964-1978

            António Costa Pinto doou ao AHS uma vasta colecção de imprensa e de propaganda partidária dos anos sessenta aos anos setenta do século XX.
            Trata-se de documentação que coleccionou quando militava na Extrema Esquerda.
            Diz respeito aos movimentos estudantis (Comissões Estudantis de Unidade Revolucionária, Movimento Associativo dos Estudantes do Ensino Secundário de Lisboa, Comissão Pró-Associação dos Estudantes do Ensino Secundário de Lisboa), às organizações de extrema-esquerda (CARP, CCR (ML), CMLP, FUR, MRPP, ORPC (ML), PCP (R), PCP-ML, União Comunista (ML), UDP, UCRL) e às organizações revolucionárias do Exército (Servir o Povo – Órgão de Opinião e Informação de Militares Anti-Fascistas; Trincheiras de Abril – Revista dos Militares Patriotas e Democratas; Soldado e Marinheiro Vermelho – Jornal Revolucionário de soldados e Marinheiros). Desta colecção fazem ainda parte as actas manuscritas da Delegação do Liceu Pedro Nunes no MAEESL e alguma documentação da Sub-Delegação de Mértola da Mocidade Portuguesa (boletins de inscrição, relação dos filiados inscritos e correspondência expedida e recebida).

            Pinto, António Costa
            Colecção Associação Tchiweka de Documentação
            PT/AHS-ICS/CATD · Fundo · 1960-1975

            Conjunto de 44 números avulsos de 11 publicações com carácter periódico, publicados entre 1960 e 1975, abrangendo o período pré independência de Angola, e 2 números de uma publicação activa em maio e junho de 1975.
            A maioria das publicações da coleção foram produzidas pelo Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA): Boletim de Informação (1960); Vitória ou Morte (1962-1973); Boletim do Militante (1964-1965); Leopardo (1968-1969); Angola in Arms (1971); A Vitória é certa! (1972-1974); Vitória Certa (1975) e Organização da Mulher Angolana - Quartely Issue (1973). A coleção é ainda composta por exemplares das seguintes publicações: Angola Cultura e Revolução (1964), Bulletin d'lnformation Pour la Cooperation à une Encyclopedie Africaine (1965), Angola - Órgão da Liga Nacional Africana (1974) e O Angolense - Semanário Independente Defensor da Unidade Angolana (1975).

            A coleção contém publicações em português, francês e inglês.

            Associação Tchiweka de Documentação
            Colecção Cadernos da Gorongosa
            PT/AHS-ICS/GOG · Fundo · 1966-06-23 - 1985-08-31

            Conjunto de cadernos com mensagens, comunicados e relatórios trocados entre alguns sectores da Resistencial Nacional de Moçambique (RENAMO) entre 1983 e 1985, durante a guerra de 16 anos (1977-1992), conflicto civil que opôs este movimento e a Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO), apreendidos na Gorongosa, Sofala, Moçambique.

            A 28 de Agosto de 1985, o quartel-geral do grupo guerrilheiro “anti-marxista” moçambicano (Resistência Nacional de Moçambique, Renamo) foi invadido pelas forças governamentais do Zimbabué e de Moçambique. A Renamo conseguiu evacuar a base mas perdeu parte dos seus arquivos, incluindo o que mais tarde ficou conhecido como os Cadernos da Gorongosa. Os serviços de segurança do governo moçambicano foram rápidos a estudá-los para provar que apesar dos Acordos de Nkomati (1984), a África do Sul continuava a apoiar a rebelião moçambicana. [Cahen, 2021]

            RENAMO - Resistência Nacional de Moçambique
            Colecção fotográfica de Luciano Leal
            PT/AHS-ICS/LL · Fundo · 1963

            Fotografias de Angola por Luciano Leal, soldado de transmissões, mobilizado para comissão de serviço pelo Exército Português entre 1969 e 1971, na guerra colonial. Das quase cinco centenas de provas, metade foram por si organizadas em 2 álbuns, com temáticas distintas (um álbum composto por retratos de Leal em cenários e circunstâncias diversas, captadas por camaradas seus; outro contendo registos visuais do quotidiano militar, de aquartelamentos, de paisagens e animais selvagens, de operações militares e de jovens “nativas”, todos da sua autoria); a outra metade, são fotografias avulso. Muitas fotografias, avulsas e nos álbuns, têm legendas manuscritas pelo próprio.

            Leal, Luciano
            Colecção Glicinia Quartin
            PT/AHS-ICS/GQ · Fundo · 1946-2004

            Conjunto de documentos que permite reconstruir, parcialmente, a trajetória profissional da atriz, ora como professora de teatro, ora como intérprete de peças. Além disso, encontram-se documentos de carácter pessoal, como postais e convites, que atestam a rede de relações afetivas e sociais de Glicínia Quartin, bem como a sua participação no MUD Juvenil na década de 40. Em termos profissionais, a coleção permite recuar até à estadia da atriz em Roma, onde frequentou a Scuola di Arti Sceniche de Alessandro Farsen, entre 1962 e 1965. A coleção permite, ainda, recolher informações parciais sobre um segmento da história da companhia Teatro Experimental de Cascais, com a qual Glicínia colaborou entre 1965-1968, e sobre as atividades do movimento Educação pela Arte em Portugal, ao qual a atriz aderiu aplicando os métodos de ensino promovidos por esse movimento. Finalmente, destaca-se na coleção o subfundo António José da Costa, contendo livros de peças teatrais relacionadas com a esfera educativa e o teatro infantojuvenil, publicadas entre 1953 e 1974.

            Quartin, Glicínia Vieira.
            Colecção José Laranjo
            PT/AHS-ICS/JL · Fundo · 1959-1982

            A maioria da documentação está relacionada com o Movimento Estudantil.
            Existe ainda documentação, datada de 1961 a 1976, que espelha a atividade política de José Laranjo e diz respeito às seguintes organizações políticas:
            ARA, Acção Revolucionária Armada; Comissão Coordenadora dos Trabalhadores Portugueses em Inglaterra;
            CMLP/PCP (m-l) - Comité Marxista-Leninista Português/-Partido Comunista de Portugal (marxista-leninista);
            CPLAI - Comité Português de Luta Anti-imperialista;
            FAP - Frente de Acção Popular;
            LUAR - Liga de União e de Acção Revolucionária;
            Movimentos Nacionalistas Africanos;
            MRPP - Movimento Reorganizativo do Partido do Proletariado;
            OCMLP - O Grito do Povo/O Comunista/Organização Comunista Marxista-Leninista Portuguesa;
            PCP - Partido Comunista Português.

            Laranjo, José.
            Diário de Manuel António Bôto
            PT/AHS-ICS/MAB · Fundo · 1966

            Memórias da Guerra Civil de Espanha.

            Bôto, Manuel António.
            PT/AHS-ICS/PQ-F-074 · Item · 1928
            Parte de Espólio Pinto Quartin

            Da esquerda para a direita, primeiro plano: Maria Leonarda Costa, Isaura Seixas, Tetralda de Lemos (advogada), Maria do Céu Branquinho, Sara Beirão (escritora, presidente eleita entre 1935 e 1942), Rosa Pereira || Segundo plano: Maria O’Neil (escritora), Angélica Porto (vice-presidente rotativa), Beatriz Magalhães (professora), Adelaide Cabette (médica, presidente entre 1914 e 1935) ||| Terceiro Plano: Fábia Ochoa (professora), Maria da Luz Santos, Zoé Pereira, Mariana Silva (professora), Elina Guimarães (advogada, vice-presidente rotativa), Deolinda Lopes Vieira (professora), Maria Luísa Amaro, Cipriana Nogueira e Fernanda Pimentel.

            Fotografia do estúdio Furtado & Reis, Lisboa.

            Conselho Nacional das Mulheres Portuguesas
            Espólio Deolinda Lopes Vieira
            PT/AHS-ICS/DLV · Fundo · 1888 - 1958

            A documentação reunida segue de perto a trajectória biográfica de Deolinda Lopes Vieira: professora primária na Escola-Oficina n. 1 ( de influência anarquista e libertária) e no ensino oficial, dedicou-se à educação de crianças do ensino primário e infantil, colaborando em revistas pedagógicas; militante feminista, participou na organização de várias associações, entre elas o Conselho Nacional das Mulheres Portuguesas, desde a sua fundação em 1914 até à extinção em 1946; e na maçonaria feminina – Loja Humanidade do Direito Humano – desde a sua fundação em 1923. Alguma da documentação foi identificada como tendo pertencido a Adolfo Lima (1874-1943), figura destacada do grupo de pedagogos anarquistas portugueses da primeira metade do século XX, com quem a família Quartim privou de perto. Outra é dirigida ou pertenceu a António Pinto Quartim, nomeadamente correspondência ou documentos pessoais, como por exemplo a carteira profissional de jornalista. Sempre que tal acontece remete-se a consulta para o Espólio Pinto Quartim, já à guarda do AHS desde 1979.

            Vieira, Deolinda Lopes.
            Espólio José Carlos Horta
            PT/AHS-ICS/JCH · Fundo · 1955-2012

            O espólio é composto por documentação (originais e cópias) que abrange a atividade pessoal e política de José Carlos Horta.

            No âmbito da sua atividade pessoal, o espólio inclui materiais biográficos de José Carlos Horta, sobretudo fotocópias de documentação recolhida em arquivos nacionais, com o propósito de reconstituir o seu percurso político. Contém também imprensa e recortes de imprensa internacional (1980-1990), bem como correspondência pessoal, com destaque para a correspondência familiar (1961-1976) e uma riquíssima correspondência com Viriato da Cruz (1961-1972).

            No âmbito da sua atividade política, o espólio reúne documentação produzida e acumulada por José Carlos Horta ao longo do seu percurso militante.
            Inclui documentos de organizações transnacionais, como a União Geral de Estudantes da África Negra (UGEAN) - da qual Horta foi uma das principais figuras -, nomeadamente correspondência, documentação interna e publicações periódicas (1960-1968). Contém também documentação relativa à Conferência das Organizações Nacionalistas das Colónias Portuguesas (1961-1965), incluindo estatutos, resoluções, discursos e publicações periódicas, assim, como publicações periódicas e recortes de imprensa de caráter transnacional (1962-1968).

            Contém ainda documentação de movimentos políticos nacionais, abrangendo os contextos moçambicano, angolano, guineense e português.

            No que diz respeito a Moçambique, reúne documentos de várias organizações políticas, nomeadamente da UDENAMO (1961-1965), FRELIMO (1962-1973) e COREMO (1964-1972). Inclui também, embora em menor quantidade, documentação de outras organizações como a UNEMO (1967), FUNIPAMO (1963), CEML (1962-1965), RENAMO (1981-1983), MONAMO (1979?) e FUMO (1978-1980). Estão igualmente presentes documentos relacionados com o domínio colonial português, o contexto da guerra de libertação e o período pós-independência (1962-1979).

            Relativamente a Angola, o espólio inclui documentação do MPLA (1960-1963), sobretudo no âmbito da sua atividade político-diplomática, com especial destaque para o período em que José Carlos Horta exerceu funções como conselheiro político (1960-1961). Estão também representadas outras organizações angolanas, como a UPA (1962), LGTA (1962), ELNA (1962), FDLA (1963) e GRAE (1964-1965). Destaca-se ainda a documentação relativa à Guiné, produzida maioritariamente pelo PAIGC (1961-1964), incluindo estatutos, comunicados, documentos militares e diplomáticos, publicações periódicas e recortes de imprensa.

            Por fim, inclui também documentação relativa a movimentos políticos no contexto português, nomeadamente o PCP (1970), a FAP (1965), o OCMLP (1968) e o CMLP (1964-1965). Assim como exemplares do Boletim "Notícias de Portugal" (1966), editado pelo Secretariado Nacional de Informação.

            Horta, José Carlos