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  • Em livro colectivo (2024-10, ip)

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            PT/AHS-ICS/DIV-02B-201306 · Item · 2013-06
            Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

            Faria, A. M. & Pires, S. (2013). Os militares do MFA estacionados em África: de fazer a guerra para passar à descolonização. Encontro da Red(e) Ibero-Americana Resistência e(y) Memória (RIARM).; https://repositorio.iscte-iul.pt/bitstream/10071/16071/1/Os%20Militares%20do%20MFA%20estacionados%20em%20%C3%81frica.pdf

            É hoje consensual na análise historiográfica da revolução portuguesa de 1974 a identificação não só guerra mas também do “problema colonial” como questões que rapidamente se tornaram no “centro das atenções” do processo conspirativo militar (Rezola, 2007: 35 e nota 4), contrariando uma leitura da preparação do golpe militar que evoluiu das motivações de ordem corporativa dos oficiais de média patente para motivações de ordem mais especificamente política.

            PT/AHS-ICS/DIV-02B-201311 · Item · 2013-11
            Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

            Maria Paula Meneses e Catarina Gomes. 2013. "Regressos? Os retornados na (des)colonização portuguesa" in Maria Paula Meneses e Bruno Sena Martins (orgs), As Guerras de Libertação e os Sonhos Coloniais, pp. 59-107; https://estudogeral.uc.pt/bitstream/10316/42480/1/Regressos_Os%20retornados%20na%20des%20coloniza%C3%A7%C3%A3o%20portuguesa.pdf

            A ideia de ampliação e renovação imperial, implícita nos versos de Camões, reflete, alguns séculos mais tarde, a manutenção dos propósitos imperiais de Portugal em ‘África’, agora na sequela da ‘perda’ das Índias e do Brasil (Alexandre, 2000). A história é um terreno de disputas; e este fato é particularmente visível na África Austral, onde situações de colonialismo, apartheid e guerras de libertação nacional se mesclaram nas últimas cinco décadas, ao que se seguiram vários conflitos armados, incluindo guerras civis. Neste sentido, a compreensão dos conflitos que marcaram a história do cone austral do continente africano na segunda metade do século XX exige uma abordagem crítica à construção da história – nacional, regional, coletiva, pessoal – e uma análise do porquê de
            tantos segredos preservados e de tantos mitos constituídos.