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            PT/AHS-ICS/DIV-02B-202010 · Item · 2020-10
            Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

            Cymbron, Luisa, 2020, "A importância de ser do Norte: o Teatro de S. João e os compositores portugueses do Liberalismo", in Cymbron, L & Vasconcelos, Ana Isabel, O velho Teatro de S. João (1798-1908): teatro e música no Porto do longo século xix, Edições Afrontamento, CESEM (Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical) NOVA FCSH.

            PT/AHS-ICS/DIV-02B-2021 · Item · 2021
            Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

            Guimarães, Paulo, 2021, "António Pinto Quartin (1887-1970): Ideário e Vida", in José Maria Carvalho Ferreira, João da Mata, Juniele Rabêlo de Almeida, L & Vasconcelos, Ana Isabel (orgs.), Anarquia e Anarquismos: Práticas de liberdade entre histórias de vida (Brasil/Portugal, Rio de Janeiro: Editora Nau.

            PT/AHS-ICS/DIV-02B-2017 · Item · 2017
            Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

            Freire, Dulce. Dias, Joana Pereira – Consumer Co-operatives in Portugal: Debates and Experiences from the Nineteenth to the Twentieth Century. In A Global History of Consumer Co-operation since 1850 (ed. Mary Hilson, Silke Neunsinger, Greg Patmore). Leiden: Brill, 2017, p. 296-325.

            Decolonization in Portuguese Africa: capitulo
            PT/AHS-ICS/DIV-02B-201705 · Item · 2018
            Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

            Aires Oliveira, Pedro. "Decolonization in Portuguese Africa." Oxford Research Encyclopedia of African History. 24 May. 2017; https://oxfordre.com/africanhistory/view/10.1093/acrefore/9780190277734.001.0001/acrefore-9780190277734-e-41

            The dissolution of Portugal’s African empire took place in the mid-1970s, a decade after the dismantling of similar imperial formations across Europe. Contrary to other European metropoles, Portuguese rulers were unwilling to meet the demands for self-determination in their dependencies, and thus mobilized considerable resources for a long, drawn-out conflict in Angola, Guinea, and Mozambique from 1961 to 1974. Several factors can explain Lisbon’s refusal to come to terms with the “winds of change” that had swept Africa since the late 1950s, from the belief of its decision-makers that Portugal lacked the means to conduct a successful “exit strategy” (akin to the “neocolonial” approach followed by the British, the French, or the Belgians), to the dictatorial nature of Salazar’s “New State,” which prevented a free and open debate on the costs of upholding an empire against the anti-colonial consensus that had prevailed in the United Nations since the early 1960s.

            Taking advantage of its Cold War alliances (as well as secret pacts with Rhodesia and South Africa), Portugal was long able to accommodate the armed insurgencies that erupted in three of its colonies, thereby containing external pressures to decolonize. Through an approach that combined classic “divide and rule” tactics, schemes for population control, and developmental efforts, Portugal’s African empire was able to soldier on for longer than many observers expected. But this uncompromising stance came with a price: the armed forces’ dissatisfaction with a stalemate that had no end in sight. In April 1974, a military coup d’etat put an end to five decades of authoritarianism in the metropole and cleared the way for transfer of power arrangements in the five lusophone African territories. The outcome, though, would be an extremely disorderly transition, in which the political inexperience of the new elites in Lisbon, the die-hard attitude of groups of white settlers, the divisions among the African nationalists, and the meddling of foreign powers all played critical roles.

            PT/AHS-ICS/DIV-02B-200810 · Item · 2008-10
            Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

            Mónica, Maria Filomena. Marinho, Maria José. Soares, Isabel - O concurso público que Eça de Queirós não ganhou. In Itinerários: A investigação nos 25 anos do ICS (org. Manuel Vilaverde Cabral, Karin Wall, Sofia Aboim, Filipe Carreira da Silva). Lisboa: ICS, 2008, p.89-98. https://www.ics.ulisboa.pt/livros/itinerarios

            Capítulo sobre o concurso público para nomeação de um cônsul português para a Baía (1870), ao qual se candidataram Eça de Queirós, Jaime Batalha Reis e Manuel de Saldanha da Gama e cinco outros candidatos. O cargo foi atribuído a Saldanha da Gama o que gerou polémica na época, com Eça de Queirós a redigir um artigo n'As Farpas acusando o Ministério dos Negócios Estrangeiros de não o ter nomeado por motivos políticos.

            PT/AHS-ICS/DIV-02B-201711 · Item · 2017
            Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

            LOPES, Filipa Sousa. "O silenciar da oposição ao Estado Novo na questão de Goa (1954)" in Violência Política no Século XX. Um Balanço (coord. Ana Sofia Ferreira, João Madeira e Pau Casanellas), Instituto de História Contemporânea, Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, Lisboa, 2017, pp. 287-297.

            A mudança do paradigma colonial no pós-guerra, fruto da Carta das Nações Unidas e o avanço do movimento independentista no território indiano, determina que o problema do colonialismo para a oposição e para o regime seja recolocado. Após a proclamação da independência da Índia, o Governo da União Indiana, em 1950, solicita ao Governo Português que comecem as conversações quanto ao futuro das colónias portuguesas no Indostão. A intransigência do regime português em não aceitar negociações para a questão de Goa intensifica o número de ações, a que o Governo responde com uma forte repressão policial. A “Nota Oficiosa do Movimento Nacional Democrático sobre o problema de Goa, Damão e Diu”, subscrita pelos membros da Comissão Central (CC) do Movimento Nacional Democrático (MND) e enviada a vários jornais provoca a detenção de Albertino Macedo, Virgínia Moura, Ruy Luís Gomes, José Cardoso Morgado Júnior e, mais tarde, António Lobão dando origem a um dos mais duros julgamentos políticos ao longo de 24 sessões. Num momento em que é reclamado o diálogo para o caso de Goa, Salazar ativa o seu aparelho repressivo não só contra o MND mas também contra o Movimento da Paz e o MUD Juvenil.

            PT/AHS-ICS/DIV-02B-201306 · Item · 2013-06
            Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

            Faria, A. M. & Pires, S. (2013). Os militares do MFA estacionados em África: de fazer a guerra para passar à descolonização. Encontro da Red(e) Ibero-Americana Resistência e(y) Memória (RIARM).; https://repositorio.iscte-iul.pt/bitstream/10071/16071/1/Os%20Militares%20do%20MFA%20estacionados%20em%20%C3%81frica.pdf

            É hoje consensual na análise historiográfica da revolução portuguesa de 1974 a identificação não só guerra mas também do “problema colonial” como questões que rapidamente se tornaram no “centro das atenções” do processo conspirativo militar (Rezola, 2007: 35 e nota 4), contrariando uma leitura da preparação do golpe militar que evoluiu das motivações de ordem corporativa dos oficiais de média patente para motivações de ordem mais especificamente política.

            PT/AHS-ICS/DIV-02B-201311 · Item · 2013-11
            Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

            Maria Paula Meneses e Catarina Gomes. 2013. "Regressos? Os retornados na (des)colonização portuguesa" in Maria Paula Meneses e Bruno Sena Martins (orgs), As Guerras de Libertação e os Sonhos Coloniais, pp. 59-107; https://estudogeral.uc.pt/bitstream/10316/42480/1/Regressos_Os%20retornados%20na%20des%20coloniza%C3%A7%C3%A3o%20portuguesa.pdf

            A ideia de ampliação e renovação imperial, implícita nos versos de Camões, reflete, alguns séculos mais tarde, a manutenção dos propósitos imperiais de Portugal em ‘África’, agora na sequela da ‘perda’ das Índias e do Brasil (Alexandre, 2000). A história é um terreno de disputas; e este fato é particularmente visível na África Austral, onde situações de colonialismo, apartheid e guerras de libertação nacional se mesclaram nas últimas cinco décadas, ao que se seguiram vários conflitos armados, incluindo guerras civis. Neste sentido, a compreensão dos conflitos que marcaram a história do cone austral do continente africano na segunda metade do século XX exige uma abordagem crítica à construção da história – nacional, regional, coletiva, pessoal – e uma análise do porquê de
            tantos segredos preservados e de tantos mitos constituídos.

            PT/AHS-ICS/DIV-02B-2018-10 · Item · 2018
            Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

            Roque R. The colonial ethnological line: Timor and the racial geography of the Malay Archipelago. Journal of Southeast Asian Studies. 2018;49(3):387-409. doi:10.1017/S0022463418000322
            Artigo publicado depois como capítulo em monografia editada por Ricardo Roque e Warwick Anderson, Imagined Racial Laboratories: Colonial and National Racialisations in Southeast Asia, pela Brill 2023.

            This article examines the connected histories of racial science and colonial geography in Island Southeast Asia. By focusing on the island of Timor, it explores colonial boundaries as modes of arranging racial classifications, and racial typologies as forms of articulating political geography. Portuguese physical anthropologist António Mendes Correia’s work on the ethnology of East Timor is examined as expressive of these productive connections. Correia’s classificatory work ingeniously blended political geography and racial taxonomy. Between 1916 and 1945, mainly based on data from the Portuguese enclave of Oecussi and Ambeno, he claimed a distinct Malayan racial type for the whole colony of ‘Portuguese Timor’. Over the years he developed an anthropogeographical theory that simultaneously aimed to reclassify East Timor and to revise the racial cartography of the Malay Archipelago, including Wallace’s famous ethnological line.