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            PT/AHS-ICS/DIV-02B-2022-04A · Item · 2022-04
            Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

            Guimarães, Paulo Eduardo. (2022). "António Pinto Quartin: um anti-colonialista em Angola nos anos '30 do século XX" in Alves, Ricardo; Redol, A. Mota (coord.), Anarquismo, Insubmissão e Incoformismo; Edições Colibri, pp. 187-206. https://dspace.uevora.pt/rdpc/handle/10174/32850

            Neste texto, o autor traça o percurso biográfico e intelectual do jornalista e libertário António Pinto Quartin durante a sua estadia em Angola nos anos'30. Baseando-se em fontes coevas, documentação pessoal e jornalista, destaca-se aqui a leitura crítica da experiência colonial portuguesa, bem como a intervenção crítica do jornalista na sociedade colonial angolana.

            PT/AHS-ICS/DIV-02B-202309 · Item · 2023
            Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

            Jornalistas em Greve: Imprensa e Sindicalismo na I República
            José Nuno Matos
            Editado pela Imprensa de Ciências Sociais

            A 18 de janeiro de 1921, tipógrafos, distribuidores e jornalistas de Lisboa iniciaram uma greve que se prolongaria ao longo de vários meses e seria responsável pela paralisação da produção e distribuição de uma grande parte dos jornais da capital. Num contexto marcado por duros embates entre sindicatos, patronato e governos, esta greve adquiriu uma particular relevância não só pela sua longevidade, mas por ter originado um conjunto de publicações afetas a ambos os lados da contenda e por ter constituído o que o tipógrafo e sindicalista Alexandre Vieira classificou de «batismo de fogo» dos jornalistas. A partir da análise deste acontecimento, este livro propõe uma reflexão aprofundada sobre a condição económica, social e política de quem dedica a sua vida ao exercício do jornalismo.

            PT/AHS-ICS/DIV-02C-2018-10 · Item · 2018-10
            Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

            Rodrigues, João Daniel Dias (2018). O Protesto Operário e o socialismo em Portugal, 1882-1894 [Dissertação de mestrado em História Contemporânea - Faculdade de Letras da Universidade do Porto]. Repositório: https://repositorio-aberto.up.pt/handle/10216/116901

            O estudo do movimento socialista e operário português entre 1882 e 1894, através da análise do órgão nacional de informação do Partido Operário Socialista, O Protesto Operário, é o nosso propósito com este trabalho.
            Depois de mais de uma década de relativa apatia, o movimento socialista e operário foi capaz de se reerguer em torno da questão do monopólio dos tabacos, da “lei das licenças para trabalhar”, da luta pelas 8 horas de trabalho diário e dos aumentos salariais, entre outras reivindicações. A partir de 1887, o socialismo começava a tornar-se num movimento verdadeiramente popular em Portugal.
            Contudo, o conflito que opôs “marxistas” e “possibilistas” no seio do Partido Operário Socialista, durante a última década de oitocentos, contribuiu de forma decisiva para provocar uma crise interna, culminando numa rutura definitiva. Os socialistas portugueses tiveram ainda que lidar com a eficiente campanha do republicanismo, por um lado, e com a emergência de uma nova força à sua esquerda, o anarquismo.

            PT/AHS-ICS/DIV-02B-2022-05 · Item · 2022
            Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

            Matos, José Nuno, 2022, Matos, J. N. (2022). Press professionals and trade unionism in the First Republic. Estudos em Comunicação, 34, pp. 97-124.. https://repositorio.ul.pt/handle/10451/54873

            O período da I República foi marcado pelo crescimento e afirmação de um movimento sindical de proporções amplas. O objetivo deste artigo é analisar o nível de participação dos jornalistas nesta dinâmica social e política. Embora a Associação de Classe dos Trabalhadores da Imprensa tenha sido criada em 1904, é a partir de 1910 que se verifica o seu crescimento e aproximação à Federação do Livro e do Jornal, controlada pelas classes gráficas, um dos setores laborais com maior experiência ao nível da organização e luta sindical. Apesar das diferenças em termos materiais e simbólicos, tal conduziria, entre outros fatores, à participação dos jornalistas na greve dos trabalhadores de imprensa de Lisboa em 1921, responsável pela paralisação da produção dos jornais ao longo de vários meses. O desfecho deste acontecimento acabaria por ter sérias implicações não só no que respeita à relação com as empresas de jornais, mas igualmente na própria ação coletiva desenvolvida pelos profissionais de imprensa.

            PT/AHS-ICS/DIV-02C-2020-06 · Item · 2022
            Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

            Marques, J. C. (2020). Um indesejável além-mar: Pinto Quartim e o movimento libertário nos dois lados do Atlântico (1887-1930) [Tese de doutoramento, Iscte - Instituto Universitário de Lisboa]. Repositório do Iscte. http://hdl.handle.net/10071/22783
            ISBN: 978-989-781-522-5

            O objetivo principal desta tese é compreender o movimento e a composição das "ondas libertárias" que circularam pelo Atlântico no alvorecer do século XX, tendo como fio condutor a trajetória do jornalista António Thomas Pinto Quartim (1887-1970). Pinto Quartim colaborou e dirigiu importantes veículos de propaganda e de doutrinação anarquista nos dois lados do Atlântico. O seu percurso individual constitui um contributo importante para compreender as transformações ocorridas no interior do movimento anarquista brasileiro e português e as ressonâncias no carácter revolucionário que o sindicalismo assumiu nos dois países. O recorte temporal privilegia o período que compreende o nascimento do jornalista até os finais da década de 1920, momento em que sindicalismo revolucionário atingiu a sua maturidade e hegemonia entre os trabalhadores portugueses. Cobrindo assim, a sua origem no Rio de Janeiro aos primeiros contatos com o anarquismo em Coimbra, a sua expulsão para o Brasil ao regresso a Portugal. Apesar das referências ao militante, pelos estudos que abordam o anarquismo e o movimento operário, a trajetória de Pinto Quartim ainda permanece desconhecida, principalmente o período de exílio no Rio de Janeiro. Portanto, pretende-se resgatar parte da história de uma das principais figuras do movimento libertário internacional, revelando que o "fazer-se" anarquista do primeiro editor chefe de "A Batalha", porta voz da organização operária portuguesa, não pode ser compreendido sem levar em consideração o processo de "ambientalização" que as suas ideias experimentaram na América do Sul, ambientes marcados pela presença de "indesejáveis" que cruzavam o Atlântico, expulsos de toda parte.