HS das elites

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  • Elites políticas, económicas e/ou intelectuais, 2025-10, ip

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            15 Descrição arquivística resultados para HS das elites

            PT/AHS-ICS/DIV-02B-2004-04 · Item · 2004-2006
            Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

            Dicionário Biográfico Parlamentar 1834-1910, vol. I (A-C); vol. II (D-M), vol. III (N-Z)
            Imprensa de Ciências Sociais

            Este dicionário é composto por três volumes e abrange o período compreendido entre 1834 e 1910. Reúne informação relativa à classe política oitocentista, através de um vasto universo de biografias de individualidades que passaram pelo Parlamento durante esse período.
            A elaboração destas biografias esteve a cargo de vários historiadores ligados a universidades portuguesas.
            Esta obra inclui dados biográficos e alguns anexos, nomeadamente uma cronologia das eleições gerais de deputados e das legislaturas parlamentares.

            O Dicionário Biográfico Parlamentar abrange vários períodos, entregues à direcção de académicos diversos. Este volume é o primeiro dos três respeitantes aos anos que vão de 1834 a 1910, coordenados por Maria Filomena Mónica. A formação da classe política oitocentista, diferente da actual, fez com que praticamente toda a gente que contava tenha passado pelo Parlamento. Daí que possamos encontrar aqui referências à vida da totalidade da classe dirigente. Quem aspirava a ser ministro, ou tão-só notável, sabia que tinha de ultrapassar a difícil prova da estreia parlamentar. Durante este período, o total de deputados e pares é de 2600. Alguns foram excepcionalmente activos, ultrapassando o milhar de intervenções. Além das necessárias remissões, a obra inclui anexos, nomeadamente um cronologia das eleições gerais e das legislaturas e uma lista das fontes utilizadas. Na sua generalidade, as biografias foram escritas por universitários reputados. A obra será útil não só para a elaboração de estudos sobre os mais importantes políticos do Constitucionalismo Monárquico, como para uma nova visão do século XIX. Vejam-se a título exemplificativo, as biografias de Carlos Bento por Jaime Reis, do duque de Ávila por José Miguel Sardica, do duque de Saldanha por Maria de Fátima Bonifácio, de Fontes Pereira de Melo por Maria Filomena Mónica, do marquês de Fronteira por Nuno Monteiro, de António Cândido por Pedro Tavares de Almeida e de Oliveira Martins por Rui Ramos. Estes três volumes são uma fonte indispensável e um estímulo seguro para os que se interessem pelo século XIX português.

            Ensaios sobre Eça de Queiroz: livro
            PT/AHS-ICS/DIV-02B-2007-05 · Item · 2007
            Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

            Este livro começa com uma reportagem de Maria Filomena Mónica sobre um país, o Egipto, que Eça visitou em 1869.
            Reúne também nove ensaios que abordam a vida diplomática de Eça, as suas recorrentes polémicas com Pinheiro Chagas sobre patriotismo, as ambíguas relações com Ramalho Ortigão, o talento desigual dos seus contos, os alegados plágios, Os Maias como o apogeu de uma carreira, o seu fim de vida, deambulando, doente, pelo centro da Europa, e um funeral com honras tardias. Há também um inédito texto final em que se abordam os mitos criados sobre a vida e a obra de Eça de Queirós. No seu conjunto — e em ligação com a biografia que a autora publicou em 2001 — estes ensaios ajudam a libertar o autor de A Relíquia do espartilho académico em que foi mantido ao longo das últimas décadas. Maria Filomena Mónica aborda Eça de Queirós com uma distância crítica que não impede o fascínio, referenciando as relações da sua obra com a literatura e a sociedade do seu tempo e com a vida algo solitária pela qual optou quando viveu em Cuba, Newcastle, Bristol ou Paris.

            Relógio D'Água.

            PT/AHS-ICS/DIV-02B-2004-01 · Item · 2004
            Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

            Isabel, Condessa de Rio Maior : Correspondência para seus filhos 1852/1865
            Quetzal Editores.

            Estudo biográfico, organização e notas de Maria Filomena Mónica - "As cartas da condessa de Rio Maior permitem-nos reconstituir alguns acontecimentos importantes da História de Portugal e perceber a forma como a alta aristocracia se comportava. Poucas mulheres da sua classe saberiam observar como ela observou, pensar o que ela pensou, escrever como ela escreveu." - Maria Filomena Mónica

            Memórias da Marquesa de Rio Maior: capitulo
            PT/AHS-ICS/DIV-02B-2005 · Item · 2005
            Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

            Maria Filomena Mónica prefacia este livro. Considera-o “um texto raro”, “uma fonte imprescindível para quem se interessa pelo estudo do fim da monarquia”. “Não querendo fazer História mas contar histórias”, a Marquesa conta episódios e acontecimentos com uma minúcia cinematográfica, num registo enriquecido pela própria vivência dos mesmos: a viagem inaugural dos caminhos de ferro em Portugal (de Lisboa ao Carregado), a vida no Paço onde era dama da Rainha, o casamento de Carlos com D. Amélia, o Regicídio…

            A Parceria A.M. Pereira dá assim continuidade a relançamentos de obras marcantes dos seus catálogos ancestrais. Branca de Gonta Colaço em As Memórias da Marquesa de Rio Maior - Bemposta Subserra transcreve fielmente, e com raro talento, tudo o que a narradora lhe relata da sua vida ao longo de cinco reinados (D. Maria II, D. Pedro V, D. Luís, D Carlos, D. Manuel II).

            No prefácio, Maria Filomena Mónica cita algumas cartas que estão transcritas na sua coleção

            PT/AHS-ICS/DIV-02B-1991 · Item · 1991-1992
            Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

            LUCENA, Manuel de; GASPAR, Carlos – “Metamorfoses corporativas? – associações de interesses económicos e institucionalização da democracia em Portugal (I) e (II)”. Análise Social, vol. XXVI, n.º 114 (1991), p. 847-903 e vol. XXVII, n.º 115 (1992), p. 135-187.

            PT/AHS-ICS/DIV-02B-2007 · Item · 2007
            Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

            Mónica, M. F. (2007). O amor no século XIX: Jaime Batalha Reis e Celeste Cinatti. Análise Social, 42(182), 277–280. https://doi.org/10.31447/AS00032573.2007182.13
            Marinho, Maria José, 2007, "Jaime Batalha Reis e Celeste Cinatti: diálogo sobre um retrato incompleto", Análise Social, V. 42, nº 182, p. 281-284 https://revistas.rcaap.pt/analisesocial/article/view/33003/23176

            O Senhor Ávila e os conferencistas do Casino: artigo
            PT/AHS-ICS/DIV-02B-20010330 · Item · 2001
            Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

            Mónica, M. F. (2001). O Senhor Ávila e os conferencistas do Casino. Análise Social, 35(157), 1013–1030. https://doi.org/10.31447/AS00032573.2001157.06

            Passados mais de cem anos, é tempo de olhar a polémica sobre o encerramento das «conferências do Casino» com frieza. Os jovens da «geração de 1870» não se deslocaram ao Chiado apenas para nos deixarem o retrato da pátria: fizeram-no para abalarem o regime. Ergueu-se-lhes pela frente a figura pesada do marquês de Ávila. A posteridade passou a considerar os jovens uns inocentes cordeiros e o presidente do Conselho um Calígula. O que se passou foi mais complexo.

            PT/AHS-ICS/DIV-02B-19920930 · Item · 1992
            Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

            Martins, Conceição Andrade, “Opções económicas e influência política de uma família burguesa oitocentista: o caso de São Romão e José Maria dos Santos”, Análise Social, vol. Xxvii (116-117), 1992 (2º-3º), pps. 367-404.

            Em Junho de 1913, quase todos os jornais e revistas do país deram grande destaque à notícia da morte de José Maria dos Santos. Os títulos dos periódicos pouco divergiam: morrera «a maior individualidade da agricultura portuguesa», o «grande lavrador e verdadeiro patriota», o «grande agricultor e capitalista», o «opulento lavrador e principal vinhateiro do mundo», «o rei dos vinhos», « o maior vinhateiro português», o «grande lavrador [que] triunfou à custa do seu trabalho e da sua audácia», «uma figura inconfundível da sociedade portuguesa». E o conteúdo dos artigos também não variava muito de jornal para jornal.

            Os Lugar-Tenentes de Salazar: livro
            PT/AHS-ICS/DIV-02B-2015 · Item · 2015
            Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

            Última obra de Manuel de Lucena, agora publicada em homenagem ao grande investigador e cientista político, apresenta as biografias de cinco figuras marcantes do Estado Novo: Armindo Monteiro, Pedro Theotónio Pereira, Alberto Franco Nogueira, José Gonçalo Correia de Oliveira e Adriano Moreira. Todos eles desempenharam cargos destacados, tendo lidado directamente com Salazar. As biografias destes homens de estado oferecem-nos uma perspectiva única do regime salazarista a partir do interior.

            Altheia Editores.

            Pesquisa preliminar com data de 1999 encontra-se no Arquivo de M. Lucena