Item 1 - Carta da Casa da Imprensa (Caixa de Previdência de Profissionais da Imprensa de Lisboa), dirigida a Pinto Quartin, sobre o preço de supositórios na Farmácia Barreto

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Código de referência

PT-AHS-ICS-PQ-CP-045-1

Título

Carta da Casa da Imprensa (Caixa de Previdência de Profissionais da Imprensa de Lisboa), dirigida a Pinto Quartin, sobre o preço de supositórios na Farmácia Barreto

Data(s)

  • 19-11-1963 (Produção)

Nível de descrição

Item

Dimensão e suporte

1 pdf.

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Nome do produtor

(1926-)

História administrativa

A Casa da Imprensa – Associação Mutualista tem a sua origem na Associação de Classe dos Trabalhadores de Imprensa de Lisboa, criada em abril de 1905. O alvará régio que reconhece a associação tem a data de 24 de abril de 1905 e é assinado por D. Carlos. A primeira Direção era liderada por António José Guedes, sendo presidente da Assembleia Geral Luís Galhardo.

A associação, uma das várias que existiram com diversos objetivos e em diferentes momentos entre os profissionais da imprensa, teve em simultâneo, até final de 1924, altura em que se desdobrou no Sindicato dos Profissionais da Imprensa e na Caixa de Previdência do Sindicato dos Profissionais de Imprensa – Associação de Socorros Mútuos, as características de uma associação mutualista e as de uma associação de defesa de classe, por melhores condições de trabalho e salariais e de regulação de acesso à profissão jornalística.

A associação integrou desde o seu início, como sua estrutura principal, um Cofre de Beneficência e Pensões, que concedia benefícios materiais na doença e no desemprego, e pensões a viúvas e órfãos dos jornalistas associados. Além disto, teve sempre serviços clínicos, nos primeiros anos assegurados por médicos em regime de voluntariado.

O financiamento do Cofre era assegurado pelas quotizações e por receitas suplementares, realizando saraus de diversa índole, exposições, quermesses e tômbolas, em iniciativas patrocinadas por figuras públicas da época, como Manuel d’Arriaga, que viria a ser o primeiro Presidente da República, e que por essa ação foi proclamado Sócio de Mérito. A realização de iniciativas para a recolha de fundos destinados à sua ação seria aliás uma constante de toda a vida da Casa da Imprensa, atravessando várias épocas. As quotizações por si só não chegavam para financiar a atividade mutualista e, além das iniciativas, também os donativos particulares e os subsídios oficiais foram tendo um papel significativo no financiamento da mútua.

Nome do produtor

(1925-1943)

História administrativa

Eram finalidades da Caixa de Previdência:

a) Fornecer aos sócios, socorros, médicos e medicamentosos, podendo tornar extensivo esse direito a mulher, filhos e pessoas que vivam a cargo do sócio e no mesmo domicílio, logo que os fundos da Caixa o permitam;

b) Subsidiar os sócios no desemprego, na doença, na prisão e na inabilidade;

c) Auxiliar as viuvas e os órfãos dos sócios que venham a ficar em más condições financeiras, quer socorrendo-os monetariamente quer cuidando da educação e colocação dos menores;

d) Fazer por sua conta o funeral do sócio ou contribuir com um subsídio para o funeral, quando este seja feito pela família do falecido;

e) Facilitar aos sócios o tratamento nos períodos agudos de doença, nas termas, praias e sanatórios que lhes forem indicados pelos médicos;

f) Facilitar aos sócios assistência médica de especialidade e a sua hospitalização, quando necessitados de serem operados;

g) Fomentar a acção cooperativa com a fundação de estabelecimentos que, acudindo aos associados com um benefício prático imediato, possam ser para a Caixa fonte de receitas próprias, tais como: farmácia especial, livraria editora, tipografia, jornal, etc.;

h) Conseguir para os seus associados bonus de desconto nos estabelecimentos de géneros alimentícios e de vestuário, de primeira necessidade.

Entidade detentora

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Incorporações

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      Notas ao idioma e script

      Características físicas e requisitos técnicos

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      Existência e localização de cópias

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