Escolas (movimentos educativos)
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Separata da 'Seara Nova'. Na revista, o artigo foi publicado ao longo de vários números (115 a 119).
Lemos, Álvaro Viana de.FILHO, Macioniro Celeste. “A Escola Nova autoritária proposta nos primórdios do Estado Novo em Portugal” in Revista Brasileira de História da Educação, Volume 22, e238, 2022, pp. 1-40.
Em 1934, no começo do Estado Novo em Portugal, foi proposta a implantação da Escola Nova nas escolas portuguesas. A concepção dessa Escola Nova foi então instrumentalizada para se adaptar a um regime autoritário, em processo de consolidação nesse país. Concebia-se, então, uma Escola Nova autoritária. É propósito deste artigo apresentar contextualizadamente a campanha pela Escola Nova divulgada pelo jornal Diário da Manhã, órgão do regime salazarista. A metodologia utilizada foi a de pesquisa e análise documental, tendo como fonte privilegiada os editoriais sobre o tema publicados no Diário da Manhã. É objetivo deste trabalho compreender e elucidar os processos de ressignificação autoritária que as ideias da Escola Nova tiveram no início do Estado Novo em Portugal.
Homenagem a Ferrer
Tese apresentada ao 1º Congresso Feminista e de Educação (1924).
Conselho Nacional das Mulheres PortuguesasCrítica à nova reforma do ensino.
A prisão de Francisco Ferrer, implicado nos acontecimentos anti-religiosos de Barcelona, em Julho de 1909
O fuzilamento de Ferrer, anarquista espanhol e propagandista da Escola Moderna.
O fuzilamento de Francisco Ferrer, anarquista espanhol e propagandista da Escola Moderna.
Criação de uma nova escola, sob o método racionalista de Ferrer: ficha de filiação
Grupo Anarquista Acção DirectaCircular dirigida às Associações Lisbonenses com protesto pela prisão, em Espanha, de Francisco Ferrer, anarquista espanhol e propagandista da Escola Moderna.
Silva, César da.Semanário consagrado à defesa da Escola Popular e do Professorado Primário de ensino elementar e infantil; director e redactor: António José de Oliveira. Nº 377 (ano VIII), 5 de Agosto de 1928
Folha Quinzenal; Propriedade do Grupo Editor da «Escola Moderna»
Existências: Nº 1 (jul. 1924) e nº 4 (out. 1924)