História Social

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          7 Descrição arquivística resultados para História Social

          Estudos e Documentos (todos)
          PT/AHS-ICS/DIV-02B · Série · 1983-2024
          Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

          Registo de estudos analizando ou citando fontes salvaguardadas no AHS, com fins científicos ou culturais, várias editoras, incluindo a Imprensa das Ciências Sociais do ICS-ULisboa. Inclui livros, artigos académicos e um manual escolar (História 10º ano).

          PT/AHS-ICS/DIV-02B-2012-10 · Item · 2012-10
          Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

          Barreto, J. (2012). Fernando Pessoa e Raul Leal contra a campanha moralizadora dos estudantes em 1923. Pessoa Plural: revista de estudos pessoanos/journal of Fernando Pessoa studies, 2, (outono), pp. 240-270. ISSN: 2212-4179 https://repositorio.ul.pt/handle/10451/7480

          Reproduzem-se aqui quatro panfletos, dois deles pouco conhecidos, que Fernando Pessoa e Raul Leal escreveram em 1923, na sua polémica com a Liga de Acção dos Estudantes de Lisboa. Esses documentos são antecedidos pela proclamação com que a Liga, em Fevereiro desse ano, iniciou uma campanha contra a literatura imoral, na sequência da publicação pela editora de Pessoa, Olisipo, dos livros Canções de António Botto e Sodoma Divinizada de Raul Leal.

          Na rota do anarquismo português?: capitulo
          PT/AHS-ICS/DIV-02B-2020 · Item · 2020
          Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

          LOPES, J. M., ed. Na rota do anarquismo português? In: A recepção de Lima Barreto em Portugal: documentação Fundação Biblioteca Nacional [online]. São Paulo: Editora UNESP; CLEPUL; Rio de Janeiro: Fundação Biblioteca Nacional, 2020. pp. 105-116. Brasil collection, vol. III. ISBN: 978-85-9546-385-1. https://doi.org/10.7476/9786557146088.0008.

          Este volume III da Coleção Brasil apresenta as reverberações da obra de Lima Barreto em Portugal. A edição, organizada e anotada por João Marques Lopes, estuda, com base em minucioso trabalho de pesquisa e cruzamento de informações e documentos (muitos deles, inéditos ou pouco conhecidos) presentes no Arquivo de Lima Barreto da Fundação Biblioteca Nacional (FBN) e em outras instituições, traz a público essa rica trajetória de Lima Barreto em terras portuguesas. Um dos capitulos usa fontes do Espólio de Pinto Quartin.

          Narrativa Gráfica e Memória: Seminário
          PT/AHS-ICS/DIV-06CExp-202511 · Item · 2025-11
          Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

          Narrativa gráfica e Memória: o potencial do desenho para as ciências sociais

          Seminário online, dia 10 de novembro, a partir das 14h30. O evento é organizado pela investigadora Jussara Rowland e Arquivo de História Social do ICS-ULisboa, sob a égide da sua coordenadora, a investigadora Inês Ponte.

          Resumo
          Este seminário explora o potencial da narrativa gráfica como ferramenta de expressão, registo e difusão de experiências individuais e coletivas. A partir de trabalhos de Júlia Barata e de diversos autores e autoras latino-americanos e europeus, serão apresentadas e discutidas diferentes abordagens em torno da memória histórica e coletiva. O seminário incidirá sobre a relação entre narrativa gráfica e relato oral, incluindo o recurso a entrevistas desenhadas e as suas condicionantes e possibilidades; sobre a passagem do individual ao coletivo, evidenciando como a memória subjetiva e sensorial contribui para a compreensão de contextos sociais, económicos e políticos complexos; e, finalmente, sobre a interpretação e a imaginação, nomeadamente na reconstrução gráfica de cenários indocumentados ou futuristas.

          Biografia da Oradora
          Júlia Barata é arquiteta e autora de banda desenhada portuguesa, reside atualmente em Buenos Aires. Autora das novelas gráficas Família (Chili com Carne), Quotidiano de luxo (Tigre de Papel), 2 histórias de amor (Douda Correria), Gravidez (Tigre de Papel). Ilustra livros e revistas e participa em exposições (3º prémio categoria Desenho Salón Nacional de las Artes 2022, Argentina). Faz animação experimental, entre as quais Tindergraf (prémio Novíssimos IndieLisboa 2022, Melhor Animação Nacional PortoFemme 2023). Dá aulas de Banda desenhada e Clínica de projeto gráfico desde 2018, em diferentes espaços e instituições como Instituto Camões em Buenos Aires, entre outros. Foi bolseira da Formação em Memória e Direitos Humanos Fondo Nacional das Artes/ CCMemoria H. Conti 2021/2022 (Argentina).

          Narrativa Gráfica para as Ciências Sociais: Oficina
          PT/AHS-ICS/DIV-06CExp-202601 · Item · 2026-01
          Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

          Oficina presencial 'Narrativa Gráfica para as Ciências Sociais' | 12 Janeiro | ICS-ULisboa
          12 de janeiro de 2026 (módulo I: 11h-12h30 / módulo II: 14h-17h)
          Formadora convidada: Júlia Barata
          Organização: Jussara Rowland e Inês Ponte

          A oficina propõe explorar o potencial da narrativa gráfica como ferramenta metodológica e comunicativa nas Ciências Sociais. Combinando um módulo teórico e um módulo prático, integra a análise de obras de banda desenhada latino-americana e europeia com abordagens ligadas à memória individual e coletiva, articulando conceitos fundamentais da linguagem visual com a experimentação criativa. Os participantes serão convidados a desenvolver um relato gráfico em torno da memória, da documentação social, da autorreflexão ou da ficção especulativa, descobrindo as possibilidades da ilustração e da narrativa gráfica na produção e difusão do conhecimento científico. Não é necessária experiência prévia em desenho.

          Mais informações e inscrições: http://bit.ly/NGCSOficina

          Biografia da Formadora
          Júlia Barata é arquiteta e autora de banda desenhada portuguesa, reside atualmente em Buenos Aires. Autora das novelas gráficas Família (Chili com Carne), Quotidiano de luxo (Tigre de Papel), 2 histórias de amor (Douda Correria), Gravidez (Tigre de Papel). Ilustra livros e revistas e participa em exposições (3º prémio categoria Desenho Salón Nacional de las Artes 2022, Argentina). Faz animação experimental, entre as quais Tindergraf (prémio Novíssimos IndieLisboa 2022, Melhor Animação Nacional PortoFemme 2023). Dá aulas de Banda desenhada e Clínica de projeto gráfico desde 2018, em diferentes espaços e instituições como Instituto Camões em Buenos Aires, entre outros. Foi bolseira da Formação em Memória e Direitos Humanos Fondo Nacional das Artes/ CCMemoria H. Conti 2021/2022 (Argentina).

          PT/AHS-ICS/DIV-02B-202305 · Item · 2023-05
          Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

          Curvelo, Alexandra, 2023, "Os Biombos Nanban do Museu Nacional de Arte Antiga: recriação historiográfica e museológica (1925- 1955)" in Marilia Lopes (org.), A História na Era da (Des)Informação, Lisboa, Universidade Católica Portuguesa, pps. 188-212.

          Capitulo na 2ª parte, História, Memória e Narrativa.

          Entendida como ‘filha do tempo’, a História é um permanente exercício de fazer e refazer a teia dos acontecimentos. Determinada pelas preocupações do presente, a ciência histórica não se entende, nem quer ser compreendida, como um mero e simples estudo do passado pelo passado, mas sim pelo que esse passado possa e pode representar de implicações e significados com vista a um melhor entendimento do momento presente. Num mundo em permanente mudança e transformação, com múltiplas facetas e perspetivas, que alguns caracterizam como época da ‘pós-verdade’, em que se tenta negar ou obliterar a autenticidade das informações, e também da História, o CEPCEP viu a urgência de contribuir com o presente volume, dando primazia a abordagens que fizessem e refizessem a meada discursiva e narrativa sobre tópicos relacionados com a experiência e vivência do seu objeto de estudo: povos e culturas de expressão portuguesa. Neste sentido, “A História na Era da (Des)Informação” procura aflorar temas e problemas de um passado presente que continuam a pressionar o mundo coevo, no intento de dar voz a realidades, assuntos ou tópicos pouco conhecidos ou até mesmo silenciados. Contando com a colaboração de conceituados especialistas, pretendesse firmar um decisivo e determinante momento de uma reflexão histórica e cultural sempre em construção.

          Portugal, uma retrospectiva: 1974 (vol. 3): livro
          PT/AHS-ICS/DIV-02B-2019-06 · Item · 2019-06
          Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

          Noronha, Ricardo e Trindade, Luís (2019). "Portugal, uma retrospectiva: 1974" in Tavares, Rui (coord.) Colecção Portugal, uma retrospectiva, vol. 3, Público e Tinta-da-China.

          O Portugal que se autocelebrou democrático e europeu em 1998, no nosso anterior volume, tem as suas raízes nos anos de 1974 e 1975, aqui narrados e analisados por Ricardo Noronha e Luís Trindade em toda a sua profusão de acontecimentos e de sentidos. Uma vez que fazemos, nesta coleção, uma viagem inversa à dos sujeitos históricos, é sempre crucial lembrar as condições em que estes agiam: sem saber como a história acabava. Em 1974 (e 1975) os atores sociais e políticos portugueses saberiam que se estava a encerrar um ciclo ditatorial que tinha durado mais de 40 anos, e um ciclo imperial que durara mais de 400. O destino imediato — a iniciação de um ciclo democrático — estava bem mais presente nos espíritos do que a abertura de um ciclo europeu.
          Nesse hiato entre ciclos, emerge um ator coletivo múltiplo — o povo — que se empenha em preencher de sentido as palavras que constavam dos lemas revolucionários. O que está ainda em fluxo nesses anos são, afinal, os significados de democracia, de desenvolvimento e de descolonização. E, por detrás deles, o significado do próprio povo, exaurido por uma guerra colonial com que o regime do Estado Novo tentara provar que Portugal era um todo pluricontinental, e cujo desfecho demonstrará que as categorias de «Portugal» e de «portugueses» não são tão fixas e incontestadas como por vezes parecem. Acresce que, nestes anos revolucionários, tais categorias se cruzaram com outras igualmente objeto de disputa: a «classe», os «trabalhadores», a «propriedade», o «poder» e, como corolário, o «socialismo», a categoria que, entre todas, passa por uma transformação mais dramática, de horizonte histórico inescapável nos anos 70 até à sua quase invisibilidade nos nossos dias.
          Se bem que em contraste menos evidente, os sentidos de «democracia», «desenvolvimento» e — por surpreendente que isso possa parecer — «descolonização» continuam a ser tão decisivos quanto fugidios nos dias de hoje. É por isso fundamental revisitar os anos de viragem em que se formou o Portugal contemporâneo, neste
          estudo que alia magistralmente os fios da história social com os da história política e cultural de um país em transição.