Tese apresentada ao Congresso Municipalista Nacional em Junho de 1922
UntitledI República
134 Archival description results for I República
Dona Maria Aldegundes de Bragança e Bourbon, Infanta de Portugal, tutora do Príncipe D. Duarte Nuno de Bragança. Programa político da Causa Nacional
Alfredo de Magalhães, ex-governador da província de Moçambique, sobre o inquérito ao Ministério das Colónias; o governo das províncias ultramarinas.
UntitledTranscrição digital de diversas obras inéditas escritas por Francisco Santos Serra Frazão. Nomeadamente, A Reabilitação dos Negros (1942); Da Vida Afectiva e Sentimental dos Negros de Angola: Apontamentos Etnográficos (1945), parcialmente publicada no Mensário Administrativo; Ovihemba: A arte de curar entre os Negros de Angola, Apontamentos etnográficos (1945); Amuletos e Feitiços: Breves apontamentos etnográficos sobre os povos de Angola (1946); Da Vida e Morte dos Negros de Angola: Estudos Etnográficos dos Povos Angolanos (1946); Poemas de Gente Negra: Cenas da Vida Africana (1946).
Untitledtexto de divulgação do acervo do AHS, sobre a angariação do fundo de António Sousa Ribeiro, por Joana Bénard da Costa, revisão de Rita Almeida de Carvalho.
UntitledRoque R. The colonial ethnological line: Timor and the racial geography of the Malay Archipelago. Journal of Southeast Asian Studies. 2018;49(3):387-409. doi:10.1017/S0022463418000322
Artigo publicado depois como capítulo em monografia editada por Ricardo Roque e Warwick Anderson, Imagined Racial Laboratories: Colonial and National Racialisations in Southeast Asia, pela Brill 2023.
This article examines the connected histories of racial science and colonial geography in Island Southeast Asia. By focusing on the island of Timor, it explores colonial boundaries as modes of arranging racial classifications, and racial typologies as forms of articulating political geography. Portuguese physical anthropologist António Mendes Correia’s work on the ethnology of East Timor is examined as expressive of these productive connections. Correia’s classificatory work ingeniously blended political geography and racial taxonomy. Between 1916 and 1945, mainly based on data from the Portuguese enclave of Oecussi and Ambeno, he claimed a distinct Malayan racial type for the whole colony of ‘Portuguese Timor’. Over the years he developed an anthropogeographical theory that simultaneously aimed to reclassify East Timor and to revise the racial cartography of the Malay Archipelago, including Wallace’s famous ethnological line.
Matos, José Nuno, 2022, Matos, J. N. (2022). Press professionals and trade unionism in the First Republic. Estudos em Comunicação, 34, pp. 97-124.. https://repositorio.ul.pt/handle/10451/54873
O período da I República foi marcado pelo crescimento e afirmação de um movimento sindical de proporções amplas. O objetivo deste artigo é analisar o nível de participação dos jornalistas nesta dinâmica social e política. Embora a Associação de Classe dos Trabalhadores da Imprensa tenha sido criada em 1904, é a partir de 1910 que se verifica o seu crescimento e aproximação à Federação do Livro e do Jornal, controlada pelas classes gráficas, um dos setores laborais com maior experiência ao nível da organização e luta sindical. Apesar das diferenças em termos materiais e simbólicos, tal conduziria, entre outros fatores, à participação dos jornalistas na greve dos trabalhadores de imprensa de Lisboa em 1921, responsável pela paralisação da produção dos jornais ao longo de vários meses. O desfecho deste acontecimento acabaria por ter sérias implicações não só no que respeita à relação com as empresas de jornais, mas igualmente na própria ação coletiva desenvolvida pelos profissionais de imprensa.
Barreto, J. (2012). Fernando Pessoa e Raul Leal contra a campanha moralizadora dos estudantes em 1923. Pessoa Plural: revista de estudos pessoanos/journal of Fernando Pessoa studies, 2, (outono), pp. 240-270. ISSN: 2212-4179 https://repositorio.ul.pt/handle/10451/7480
Reproduzem-se aqui quatro panfletos, dois deles pouco conhecidos, que Fernando Pessoa e Raul Leal escreveram em 1923, na sua polémica com a Liga de Acção dos Estudantes de Lisboa. Esses documentos são antecedidos pela proclamação com que a Liga, em Fevereiro desse ano, iniciou uma campanha contra a literatura imoral, na sequência da publicação pela editora de Pessoa, Olisipo, dos livros Canções de António Botto e Sodoma Divinizada de Raul Leal.
Freire, Dulce. Dias, Joana Pereira – Consumer Co-operatives in Portugal: Debates and Experiences from the Nineteenth to the Twentieth Century. In A Global History of Consumer Co-operation since 1850 (ed. Mary Hilson, Silke Neunsinger, Greg Patmore). Leiden: Brill, 2017, p. 296-325.
Arturo Zoffmann Rodriguez – “O ambiente para o fascismo existe no nosso país”: os comunistas e o ascenso da ditadura em Portugal, 1921-1927. História. Revista da FLUP. Porto. IV Série. Vol. 14 nº 2 2024. 177-200. DOI: https://doi.org/10.21747/0871164X/hist14_2a6
Evans, David Glyn (2022). The Chocolate Makers and the “Abyss of Hell”: Race, Empire and the Role of Visual Propaganda in the Anglo-Portuguese Controversy surrounding Labour Coercion in the “Cocoa Islands” (1901 - 1917) [Tese de doutoramento, NOVA FCSH].
Repositório da NOVA FCSH. https://run.unl.pt/handle/10362/147069
A presente dissertação aborda o escândalo associado ao emprego de mão-de-obra coagida, sistema, esse, que estava generalizado nas colónias de África Ocidental Portuguesa no início do século vinte, nomeadamente nas roças de cacau de São Tomé e Príncipe. A controvérsia, que, durante muito tempo, teve referências quase semanais na imprensa portuguesa e britânica atingiu o seu auge em 1909, com o conhecido boicote à compra de cacau português imposto pelos chocolateiros britânicos Cadbury, Rowntree e Fry e os seus associados alemães, Stollwerck, que nunca viria a ser levantado. Apesar da suspensão, durante três anos, do recrutamento e importação de trabalhadores angolanos para as chamadas “ilhas do cacao”, e a sua repatriação sistemática depois da queda da Monarquia, a campanha humanitária britânica prosseguiu no Parlamento e a Imprensa, intensificando-se até 1912, perante o cenário de negociações anglo-alemães, supostamente secretas, que se destinavam a redistribuição das colónias portuguesas em África. Os anteriores estudos acerca do chamado “Cacau Escravo” deram ênfase à campanha humanitária britânica, ao mesmo tempo subvalorizando a oposição em Portugal contra o sistema de contratação de mão-de-obra e tratando de forma sumária os principais objectivos, muitas vezes escondidos, de quase todos os protagonistas da disputa. Este estudo representa uma tentativa de corrigir o que tem sido a narrativa predominante e de mostrar como uma questão, essencialmente do foro dos direitos humanos, foi explorada de forma pragmática para obter resultados menos altruístas, tanto na Grã-Bretanha como em Portugal. O estudo baseia-se em relatórios e declarações governativos, correspondência diplomática acerca do trabalho contratado em S.Tomé e Príncipe, legislação nacional e colonial acerca da mão-de-obra indígena, artigos, referências e ilustrações de periódicos portugueses e estrangeiros, e artigos de opinião, panfletos e obras de ficcão que exemplificam as atitudes contemporâneas acerca de mão-de-obra contratada e o tratamento das comunidades indígenas das colónias portuguesas de África. Entre as fontes que foram examinadas em pormenor pela primeira vez aqui, enriquecendo o já substancial corpo de matéria de investigação, contam-se fotografias, bilhetes-postais ilustrados, anúncios, slides” de lanterna mágica e filmes documentários que influenciaram a opinião pública na controvérsia e desempenharam um papel significativo no reforço de atitudes racistas.
Registo de empréstimo de documentação original para a exposição Viva a República, 1910-2010: exposição temporária, organizada pela Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República
Coordenação científica de Luis Farinha.
O catálogo da exposição reproduz 2 documentos salvaguardados pelo AHS:
"Ao Povo: guerra à guerra" (p. 53)
(PT-AHS-ICS-PQ-P-035)
"Manifesto aos trabalhadores conscientes" (p. 76)
(PT-AHS-ICS-PQ-P-122)
Registo de empréstimo de documentação original para a exposição Percursos, Conquistas e Derrotas das Mulheres na 1ª República: exposição temporária, organizada pelo Grupo de Trabalho para as Comemorações Municipais do Centenário da República, CML e Biblioteca Museu República e Resistência, em 2010
Coordenação científica de Zília Osório de Castro (Faces de Eva).
O catálogo da exposição reproduz 2 documentos do AHS:
Postal do CNMP por altura do II Congresso Feminista e de Educação em 1928
(PT-AHS-ICS-PQ-F-074), p. 39
Retrato de Alice Pestana (Caiel)
p. 86. e p.134
(fora de catálogo)
Agrega 2 publicações (Volume I e Volume II) de Ernesto Jardim de Vilhena (Governador dos territórios da Companhia do Niassa, em Moçambique [1902-1904], Governador do Distrito da Zambézia [1905-1907], deputado [1907 e 1915] e Governador do distrito de Lourenço Marques [1911-1912]) datadas de 1910-1911, que abordam discursos e artigos sobre as ex-colónias portuguesas.
Contém 8 publicações legislativas (incluindo 1 série), do período da Monarquia Constitucional (um boletim de 1867) até à Ditadura Militar (brochura de 1927). A maior parte são relativas a todo o contexto imperial português, e umas poucas especificamente à ex-colónia de Moçambique. Destaca-se a Coleção de Decretos promulgados pelo Ministério dos Negócios da Marinha e Ultramar (3 docs.,1896-1904)
Contém 9 títulos (inclui 2 séries) datados de 1902-1946, que abordam os meios de comunicação (correios, telégrafos, radiotelegrafia e encomendas) e de transporte (navegação) da província de Moçambique.
Destacam-se a Costa de Moçambique. Guia de Navegação (1904), o Boletim Dos Correios E Telégrafos (2 documentos; 1906-1908) e a Estatística dos Correios e Telégrafos (4 documentos; 1941-1946).
Contém 13 documentos avulsos (1911-1963) que, apesar de serem tematicamente variados, convergem em aspetos da sociedade civil de Moçambique - exploração da fauna, missões religiosas, obras históricas, discursos políticos, etc.
Destacam-se o Relatório - A Obra Missionária na Província de Moçambique (1911), a Colonização. Fomento e Nacionalização de Moçambique (1928), os Exploradores e Naturalistas da Flora de Moçambique (1939) e os Dois Discursos de Sua Ex.ª o Ministro das Colónias Dr. Francisco Vieira Machado (1942).