Nacionalismo

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            Acção (1936-1949)
            PT/AHS-ICS/CO-J6G · Série · 1936-05-30 - 1937-06-19
            Parte de Colecção César Oliveira

            Acção: semanário português para portugueses / dir. e propr. Cooperativa de Produção Editorial "Acção"; red. principal e ed. Augusto Ferreira Gomes. Lisboa
            Ano 1, nº1 (1936-05-30) - ano 2, nº55 (1937-06-19)

            Acção: Semanário da vida portuguesa /dir. Manuel Múrias; propr. Editorial império, LDA; ed Armando António Martins de Figueiredo. Lisboa
            Ano 1, nº1 (1941-04-24) - Ano 9, n. 421 (1949-05-12).

            Acção (jornal)
            Acção Realista
            PT/AHS-ICS/PQ-J-359 · Série · 1924-05-22
            Parte de Espólio Pinto Quartin

            Revista quinzenal; órgão da Acção Realista Portuguesa

            Acção Realista Portuguesa
            PT/AHS-ICS/DIV-02C-2017-07 · Item · 2017-07-07
            Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

            Lopes, Filipa Alexandra Carvalho Sousa (2017). As vozes da oposição ao Estado Novo e a questão de Goa [Tese de doutoramento em História], Faculdade de Letras da Universidade do Porto.
            Repositório FLUP. https://repositorio-aberto.up.pt/bitstream/10216/108453/2/226681.pdf

            Após a proclamação da independência da Índia, o Governo da União Indiana, solicitou em 1950 ao Governo português a abertura de conversações quanto ao futuro
            das colónias portuguesas no Indostão. Perante a recusa de qualquer tipo de negociação por parte do governo de Salazar, foi encerrada, em 1953, a Legação da União Indiana em Lisboa, desencadeando-se uma escalada de acontecimentos que irão ter a sua expressão extrema na noite de 17 para 18 de dezembro de 1961, com a invasão de Goa, Damão e Diu pelas tropas da União Indiana.
            Com a informação controlada e a opinião pública manipulada de modo a unir os portugueses em torno de um regime que defendia a sobrevivência das fronteiras de um
            país pluricontinental, as vozes da oposição à ditadura têm dificuldades em ser ouvidas e a sua abordagem no que se refere à questão colonial difere no seu conteúdo e na sua forma num momento em que, sob os efeitos da Guerra Fria, a união da oposição era cada vez mais difícil. O direito dos povos das colónias portuguesas à autodeterminação e independência tornar-se-ia numa das fontes de diferença mais significativas na luta contra a ditadura. Por um lado, o passado histórico republicano de defesa da integridade do território colonial pesava nas atitudes dos oposicionistas republicanos. Se estes desenvolveram um conjunto de conceções de proteção do Império perante a ameaça de Nehru, igualmente reivindicaram o debate público sobre Goa, de modo a informar e alertar a opinião portuguesa desligada do conflito luso-indiano. Por outro, a questão de Goa e o posicionamento do regime salazarista assumirão particular importância para o PCP que, nos inícios dos anos cinquenta, considerava a luta pela Paz como uma das importantes frentes de batalha no combate antifascista, reafirmando na Declaração do Partido Comunista Português de Maio de 1954 que, para a solução do problema de Goa, se impunha que se iniciasse negociações entre os governos de Portugal e da União
            Indiana e se garantisse liberdade plena ao povo goês para poder expressar livremente a sua vontade.
            Conhecedora a oposição em Portugal da reivindicação por parte do grupo dos autonomistas goeses da elaboração de um novo Estatuto Político que concedesse maior
            autonomia ao Estado Português da Índia e do desenvolvimento do movimento vi nacionalista goês, defensor da integração de Goa na União Indiana, as palavras usadas
            pelas oposições portuguesas foram sempre cuidadosamente escolhidas - ou omitidas - de modo a não perder o apoio da população, onde existia em torno das colónias um
            certo consenso nacional. Unida a oposição nas eleições para a Presidência da República de 1958 em torno da candidatura de Humberto Delgado, optou pelo silêncio total sobre o direito à independência para as colónias portuguesas. Este, pelo contrário, já havia sido defendido pelo PCP em 1957, no seu V Congresso.
            Para a oposição exilada e para o movimento nacionalista goês os diferentes pontos de vista por parte das oposições portuguesas do interior, provocavam dificuldades e geravam impasse. A questão colonial infligiu, assim, duros golpes na possibilidade de entendimento entre nacionalistas goeses e as oposições portuguesas.

            Colecção Ayala Botto
            PT/AHS-ICS/JAB · Fundo · 1865-1963

            Conjunto de brochuras e livros acumulados por Ayala Botto, agrupados por temas: Educação e Desporto, Corporativismo, Ultramar, propaganda aliada, nazi, fascista e da França de Vichy.
            coleção oferecida por José Mariz, arquivista e historiador, seu parente por afinidade - ao Arquivo de História Social.

            Botto, José de Ayala.
            PT/AHS-ICS/DIV-02C-2012 · Item · 2012
            Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

            GONÇALVES, Leandro Pereira. Entre Brasil e Portugal Trajetória e Pensamento de Plínio Salgado e a Influência do Conservadorismo Português [Tese de doutoramento], São Paulo, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

            Esta tese tem como objetivo a investigação da trajetória de Plínio Salgado para a formação e o desenvolvimento do integralismo brasileiro em suas mais variadas fases, buscando as múltiplas matrizes discursivas e a circularidade cultural no campo das apropriações, observando o processo de circularidade cultural no trato com os componentes lusitanos. A análise estabeleceu discussões com referência à produção doutrinária, política, literária e religiosa, além de manifestos, entrevistas e depoimentos, ou seja, elementos bibliográficos que contribuíram para a compreensão do integralismo brasileiro, notadamente em relação ao líder Plínio Salgado, que foi o principal mentor do movimento. Com base no conceito de cultura política, a investigação propôs a análise do pensamento evolutivo do líder integralista centrada no contexto de influência lusitana e basicamente católica, preceito que o acompanhou por toda a vida.

            Frente n. 4.
            PT/AHS-ICS/VMF-OUTR-12 · Item · 1966-02
            Parte de Colecção Vítor Matias Ferreira

            Jornal de extrema direita nacionalista com notícias internacionais, também relativas aos movimentos de extrema direita em outros países; entre os autores está Antonio Lombardo, um dos fundadores do grupo italiano de extrema direita "Ordine Nuovo".

            Ferreira, Zarco Moniz.
            PT/AHS-ICS/DIV-02B-20241204 · Item · 2024
            Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

            GONÇALVES, Leandro Pereira. "Integralismo Lusitano Entre Circulações e Comparações Com o Integralismo Brasileiro" in História e Cultura, V. 13, N.º 1 (Fascismos e Neofascismos No Espaço Ibero-americano [org. Gabriela Santi Pacheco e Pedro Tanagino]), 2024. Doi: https://doi.org/10.18223/hiscult.v13i1.4364 .

            O Integralismo Lusitano (IL), fundado em 1914 por jovens intelectuais, visava estabelecer um regime monárquico corporativista em Portugal. Liderado por figuras como António Sardinha, Alberto de Monsaraz, José Hipólito Vaz Raposo, José Pequito Rebelo, Luís de Almeida Braga e Francisco Rolão Preto, o grupo buscava a restauração nacional com base nos valores medievais e no cristianismo. Paralelamente, defendia o nacionalismo, alinhando-se com tendências presentes no Brasil, onde se estabeleceu a mais bem-sucedida expressão do fascismo fora da Europa, a Ação Integralista Brasileira (AIB), liderada por Plínio Salgado. Embora a composição dos integralismos português e brasileiro não seja idêntica, este estudo busca analisar como o movimento em Portugal influenciou seu congênere brasileiro, ambos inseridos em um contexto comum dentro de uma rede intelectual, o que contribuiu para a interlocução política entre os dois países.