Ribeiro, Manuel.

Zona de identificação

Tipo de entidade

Pessoa singular

Forma autorizada do nome

Ribeiro, Manuel.

Forma(s) paralela(s) de nome

    Formas normalizadas do nome de acordo com outras regras

      Outra(s) forma(s) de nome

        identificadores para entidades coletivas

        Área de descrição

        Datas de existência

        1878 - 1941

        Histórico

        Manuel António Ribeiro (Albernoa, Beja, 13 de dezembro de 1878 - Lisboa, 27 de novembro de 1941) foi um escritor, poeta e uma figura política de relevo na I República Portuguesa. Fundador da Federação Maximalista Portuguesa e dinamizador da fundação do PCP.

        Desde novo participou na política defendendo a causa republicana nos jornais de Beja. Quando terminou o liceu ingressou no curso de medicina em Lisboa, onde teve os primeiros contactos com as ideias anarquistas e sindicalistas. Quando se viu obrigado a abandonar os estudos, por falta de recursos económicos, passou a trabalhar para a Editora Guimarães onde conheceu Delfim Guimarães.

        Durante a República, aderiu às ideias sindicalistas revolucionárias, ficando conhecido pelo seu debate com Emílio Costa em que argumentava que o "sindicalismo se bastava a si mesmo" e que se tratava de uma doutrina independente do anarquismo.

        Com o início da II Guerra, posicionou-se do lado dos Aliados, tomando posição do lado dos signatários do Manifesto dos Dezasseis.

        Após a Revolução de Outubro, Manuel Ribeiro aproxima-se das ideias que inspiraram esta revolução, passando a preconizar a necessidade de haver uma fase transitória em ditadura para atingir a revolução operária. Pouco depois, iria organizar a Federação Maximalista Portuguesa, a primeira organização em Portugal com objetivo de seguir os exemplos da revolução bolchevique.

        No final de 1920 acabaria detido devido à sua colaboração enquanto diretor do jornal maximalista A Bandeira Vermelha. No seguimento desse acontecimento, figuras como Raul Brandão e Fernando Pessoa chegariam a assinar um abaixo-assinado pela sua libertação.

        Pouco tempo após a sua libertação começou aproximar-se do ideário católico e a afastar-se cada vez mais das ideias revolucionárias.

        Nos seus últimos anos de vida trabalhou enquanto conservador na Torre do Tombo, onde se dedicou ao estudo da Soror Mariana Alcoforado.

        Locais

        Estado Legal

        Funções, ocupações e atividades

        Mandatos/fontes de autoridade

        Estruturas internas/genealogia

        Contexto geral

        Área de relacionamentos

        Entidade relacionada

        Federação Maximalista Portuguesa (1919 - 1920)

        Identificador de entidade relacionada

        PT-AHS-ICS-FMP

        Categoria da relação

        associativa

        Datas da relação

        Descrição da relação

        fundador

        Área de pontos de acesso

        Pontos de acesso - Local

        Ocupações

        Zona do controlo

        Identificador de autoridade arquivística de documentos

        Identificador da instituição

        Regras ou convenções utilizadas

        Estatuto

        Nível de detalhe

        Datas de criação, revisão ou eliminação

        adicionado histórico, pontos acesso, 2026-03, cmp

        Línguas e escritas

          Script(s)

            Notas de manutenção