Subsérie 220 - Correspondência de Manuel Ribeiro

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Código de referência

PT-AHS-ICS-PQ-CP-220

Título

Correspondência de Manuel Ribeiro

Data(s)

  • 1923 (Produção)

Nível de descrição

Subsérie

Dimensão e suporte

1 doc

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Nome do produtor

(1878 - 1941)

História biográfica

Manuel António Ribeiro (Albernoa, Beja, 13 de dezembro de 1878 - Lisboa, 27 de novembro de 1941) foi um escritor, poeta e uma figura política de relevo na I República Portuguesa. Fundador da Federação Maximalista Portuguesa e dinamizador da fundação do PCP.

Desde novo participou na política defendendo a causa republicana nos jornais de Beja. Quando terminou o liceu ingressou no curso de medicina em Lisboa, onde teve os primeiros contactos com as ideias anarquistas e sindicalistas. Quando se viu obrigado a abandonar os estudos, por falta de recursos económicos, passou a trabalhar para a Editora Guimarães onde conheceu Delfim Guimarães.

Durante a República, aderiu às ideias sindicalistas revolucionárias, ficando conhecido pelo seu debate com Emílio Costa em que argumentava que o "sindicalismo se bastava a si mesmo" e que se tratava de uma doutrina independente do anarquismo.

Com o início da II Guerra, posicionou-se do lado dos Aliados, tomando posição do lado dos signatários do Manifesto dos Dezasseis.

Após a Revolução de Outubro, Manuel Ribeiro aproxima-se das ideias que inspiraram esta revolução, passando a preconizar a necessidade de haver uma fase transitória em ditadura para atingir a revolução operária. Pouco depois, iria organizar a Federação Maximalista Portuguesa, a primeira organização em Portugal com objetivo de seguir os exemplos da revolução bolchevique.

No final de 1920 acabaria detido devido à sua colaboração enquanto diretor do jornal maximalista A Bandeira Vermelha. No seguimento desse acontecimento, figuras como Raul Brandão e Fernando Pessoa chegariam a assinar um abaixo-assinado pela sua libertação.

Pouco tempo após a sua libertação começou aproximar-se do ideário católico e a afastar-se cada vez mais das ideias revolucionárias.

Nos seus últimos anos de vida trabalhou enquanto conservador na Torre do Tombo, onde se dedicou ao estudo da Soror Mariana Alcoforado.

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