Ribeiro, Tomás.

Zona de identificação

Tipo de entidade

Pessoa singular

Forma autorizada do nome

Ribeiro, Tomás.

Forma(s) paralela(s) de nome

    Formas normalizadas do nome de acordo com outras regras

      Outra(s) forma(s) de nome

      • Tomás António Ribeiro Ferreira

      identificadores para entidades coletivas

      Área de descrição

      Datas de existência

      1831 - 1901

      Histórico

      Tomás António Ribeiro Ferreira (Parada de Gonta, São Miguel do Outeiro, Tondela, 1 de Julho de 1831 – Pena, Lisboa, 6 de Fevereiro de 1901), mais conhecido por Tomás Ribeiro (Thomaz Ribeiro, na época), foi um político e escritor português.

      Oriundo de uma família de lavradores abastados, formou-se em Direito na Universidade de Coimbra.

      Foi um membro destacado do Partido Regenerador, tendo sido Presidente da Câmara de Tondela, deputado, Par do Reino, e Governador Civil dos distritos de Braga e do Porto. Foi ainda secretário-geral do governo da Índia Portuguesa (1870) e embaixador de Portugal no Brasil.

      Foi também Ministro dos Negócios Eclesiásticos e da Justiça (1878) e Ministro da Marinha e Ultramar (1878 -1879), no gabinete regenerador presidido por Fontes Pereira de Melo, foi Ministro do Reino (1881-1883) e Ministro das Obras Públicas, Comércio e Indústria (1885-1886). Desempenhou também os cargos de diretor-geral do Ministério da Justiça, presidente da Junta do Crédito Público e vogal do Tribunal de Contas.

      Em Goa, fundou o Instituto Vasco da Gama, uma instituição destinada a promover e reforçar a cultura literária goesa.

      Publicou em 1862 a obra D. Jaime ou a dominação de Castela. Seguiram-se as obras A Delfina do Mal (1868), Sons que Passam (1868), Vésperas (1880), Dissonâncias (1890), e as crónicas reunidas em Jornadas (1873). Publicou também alguns ensaios históricos. Amigo de Camilo Castelo Branco, que visitou em São Miguel de Seide, prefaciou alguns dos livros do romancista, dedicou-lhe a obra Dissonâncias (1890) e auxiliou-o na doença.

      Colaborou nos periódicos Gazeta de Portugal, Gazeta Comercial, Artes e Letras, Brasil-Portugal (1899–1914), Mala da Europa, Almanaque de Lembranças, Actualidade, Jornal de Viseu e noutros jornais e revistas por onde dispersou alguns dos seus contos e poesias, de que é exemplo o jornal humorístico A comedia portugueza (1888–1902). Colaborou também no Jornal das Colónias usando o pseudónimo de Tomé de Diu.

      Em 1885 fundou, com Luciano Cordeiro, o semanário político Repúblicas, do qual foi diretor político, cabendo a Camilo Castelo Branco o cargo de diretor literário. Em 1889 fundou o diário O Imparcial, a que se seguiu A Opinião, periódicos que duraram pouco tempo.

      Locais

      Estado Legal

      Funções, ocupações e atividades

      Mandatos/fontes de autoridade

      Estruturas internas/genealogia

      Contexto geral

      Área de relacionamentos

      Entidade relacionada

      Branco, Camilo Castelo. (1825-1890)

      Identificador de entidade relacionada

      Categoria da relação

      associativa

      Datas da relação

      Descrição da relação

      amizade

      Área de pontos de acesso

      Pontos de acesso - Local

      Zona do controlo

      Identificador de autoridade arquivística de documentos

      Identificador da instituição

      Regras ou convenções utilizadas

      Estatuto

      Nível de detalhe

      Datas de criação, revisão ou eliminação

      adicionado histórico, pontos de acesso, 2026-04, cmp

      Línguas e escritas

        Script(s)

          Fontes

          Notas de manutenção