Item 1377 - [escritos vários]

Zona de identificação

Código de referência

PT-AHS-ICS-PQ-B-1377

Título

[escritos vários]

Data(s)

  • 1892 (Produção)

Nível de descrição

Item

Dimensão e suporte

1 Brochura; papel

Zona do contexto

Nome do produtor

(1831 - 1901)

História biográfica

Tomás António Ribeiro Ferreira (Parada de Gonta, São Miguel do Outeiro, Tondela, 1 de Julho de 1831 – Pena, Lisboa, 6 de Fevereiro de 1901), mais conhecido por Tomás Ribeiro (Thomaz Ribeiro, na época), foi um político e escritor português.

Oriundo de uma família de lavradores abastados, formou-se em Direito na Universidade de Coimbra.

Foi um membro destacado do Partido Regenerador, tendo sido Presidente da Câmara de Tondela, deputado, Par do Reino, e Governador Civil dos distritos de Braga e do Porto. Foi ainda secretário-geral do governo da Índia Portuguesa (1870) e embaixador de Portugal no Brasil.

Foi também Ministro dos Negócios Eclesiásticos e da Justiça (1878) e Ministro da Marinha e Ultramar (1878 -1879), no gabinete regenerador presidido por Fontes Pereira de Melo, foi Ministro do Reino (1881-1883) e Ministro das Obras Públicas, Comércio e Indústria (1885-1886). Desempenhou também os cargos de diretor-geral do Ministério da Justiça, presidente da Junta do Crédito Público e vogal do Tribunal de Contas.

Em Goa, fundou o Instituto Vasco da Gama, uma instituição destinada a promover e reforçar a cultura literária goesa.

Publicou em 1862 a obra D. Jaime ou a dominação de Castela. Seguiram-se as obras A Delfina do Mal (1868), Sons que Passam (1868), Vésperas (1880), Dissonâncias (1890), e as crónicas reunidas em Jornadas (1873). Publicou também alguns ensaios históricos. Amigo de Camilo Castelo Branco, que visitou em São Miguel de Seide, prefaciou alguns dos livros do romancista, dedicou-lhe a obra Dissonâncias (1890) e auxiliou-o na doença.

Colaborou nos periódicos Gazeta de Portugal, Gazeta Comercial, Artes e Letras, Brasil-Portugal (1899–1914), Mala da Europa, Almanaque de Lembranças, Actualidade, Jornal de Viseu e noutros jornais e revistas por onde dispersou alguns dos seus contos e poesias, de que é exemplo o jornal humorístico A comedia portugueza (1888–1902). Colaborou também no Jornal das Colónias usando o pseudónimo de Tomé de Diu.

Em 1885 fundou, com Luciano Cordeiro, o semanário político Repúblicas, do qual foi diretor político, cabendo a Camilo Castelo Branco o cargo de diretor literário. Em 1889 fundou o diário O Imparcial, a que se seguiu A Opinião, periódicos que duraram pouco tempo.

Nome do produtor

(1836 - 1915)

História biográfica

Nome do produtor

(1865 - 1951)

História biográfica

Nome do produtor

(1830-1896)

História biográfica

João de Deus Nogueira Ramos (São Bartolomeu de Messines, Silves, 8 de Março de 1830 — Lapa, Lisboa, 11 de Janeiro de 1896), mais conhecido por João de Deus, foi um poeta lírico e pedagogo, defensor de um método de ensino da leitura, assente numa Cartilha Maternal.

Demorou dez anos a concluir o curso de Direito na Universidade de Coimbra. De 1851 conhece-se o poema Pomba e a elegia Oração, a qual foi a sua primeira obra publicada, tendo saído a público na Revista Académica em 1855. em 1858, uma crítica fortemente elogiosa no artigo A propósito de um Poeta, publicado no Instituto de Coimbra por Antero de Quental.

Foi para Beja, onde, entre 1862 e 1864, dirigiu o jornal O Bejense (onde publicou muitas das suas primeiras poesias). Mantendo colaboração com a imprensa regional alentejana e algarvia e redigindo a Folha do Sul, em São Bartolomeu de Messines e em Silves tentou sem sucesso a advocacia, tendo em 1868 optado por partir para Lisboa, cidade onde passou a residir.

Apresentou-se às eleições em 1868 como candidato independente pelo Círculo de Silves - sendo eleito. Em 1874, casou com Guilhermina das Mercês Battaglia. Um dos seus filhos, João de Deus Ramos, continuaria a obra pedagógica de seu pai.

Publicou em 1876, a sua Cartilha Maternal, método de ensino da leitura revolucionário no panorama pedagógico nacional. Este método foi dois anos depois, e por proposta do deputado Augusto de Lemos Álvares Portugal Ribeiro, aprovado como o método nacional de aprendizagem da escrita da língua portuguesa. Graças a esta decisão, João de Deus teria a nomeação vitalícia de "Comissário Geral da Leitura"

Em 1895, foi-lhe feita uma homenagem à escala nacional, sendo honrado como sócio honorário da Academia Real das Ciências e do Instituto de Coimbra e com a grã-cruz da Ordem de Santiago da Espada.

Nome do produtor

(1843 - 1924)

História biográfica

Presidente da República portuguesa em 1915.

Nome do produtor

(1842-1895)

História biográfica

Nome do produtor

(1861 - 1935)

História biográfica

Nome do produtor

(1850 - 1922)

História biográfica

Entidade detentora

História do arquivo

Fonte imediata de aquisição ou transferência

Zona do conteúdo e estrutura

Âmbito e conteúdo

Contém autores tais como: Tomás Ribeiro ; Ramalho Ortigão ; D. Amélia, Rainha de Portugal ; João de Deus ; Teófilo Braga ; Pinheiro Chagas ; Machado Correia ; António Cândido, etc.

Avaliação, seleção e eliminação

Incorporações

Sistema de organização

Zona de condições de acesso e utilização

Condições de acesso

Condiçoes de reprodução

Idioma do material

    Sistema de escrita do material

      Notas ao idioma e script

      Características físicas e requisitos técnicos

      Instrumentos de descrição

      Zona de documentação associada

      Existência e localização de originais

      Existência e localização de cópias

      Unidades de descrição relacionadas

      Descrições relacionadas

      Zona das notas

      Identificador(es) alternativo(s)

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      Pontos de acesso - Assunto

      Pontos de acesso - Local

      Pontos de acesso - Nomes

      Pontos de acesso de género (tipologias documentais)

      Identificador da descrição

      Identificador da instituição

      Regras ou convenções utilizadas

      Estatuto

      Nível de detalhe

      Datas de criação, revisão, eliminação

      Línguas e escritas

        Script(s)

          Fontes

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