Trabalho forçado
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Reprodução de documento do Angola Comité, traduzido pelo Movimento Liberazione e Sviluppo, Grupo de Roma
Movimento Liberazione e SviluppoContém excertos de "Portugal et la fin de l'ultra-colonialisme" de Perry Anderson; texto retirado de "Capitalismo Português", 1970 nº1 da AEISCEF; excertos de "El Panafricanismo" de Phillipe Decraene, 1962, e de "O Trabalho Forçado e a Igreja Metodista em Angola", por Reverendo McVeigh e editado na Revista Presence Africaine, Paris, 1962, transcritos por Boletim "Luta Anti-colonial", Junho de 1971.
Recorte "Corrigenda", assinada por Pinto Quartin, sobre as dinâmicas da poligamia entre indigenas africanos não serem abordadas no artigo, que não desconhece mas pouco sabe, pedindo para essas declarações sairem no número seguinte ao do artigo. o recorte seguinte são as páginas do artigo impresso, frentes e versos. Segue-se 2 rascunhos dactilografados, alguns anotados.
Silva, Maria do Mar. (2018). "Robusta empire : coffee, scientists and the making of colonial Angola (1898-1961)" [Tese no âmbito do Programa Interuniversitário de Doutoramento em História, Universidade de Lisboa, com a participação do ISCTE- Instituto Universitário de Lisboa, Universidade Católica Portuguesa, Universidade de Évora. http://hdl.handle.net/10451/32678
Esta dissertação explora o envolvimento dos cientistas com o café Robusta e seu papel na construção do Império Colonial Português tardio. O texto analisa como é que
esta espécie indígena de café entrou na agenda dos botânicos e agrónomos a trabalhar em Angola, e como foi transformada numa mercadoria global. Seguindo os cientistas e examinando as suas práticas de construção de conhecimento, esta dissertação pretende contribuir para uma melhor compreensão da relação entre ciência e império em África, e para a identificação de dinâmicas históricas que moldaram a trajetória imperial do café angolano. A primeira parte acompanha a emergência e consolidação dos Serviços de Agricultura de Angola (entre 1898 e 1939) e a segunda a conceção e evolução da Junta de Exportação do Café (entre 1936 e 1961). Em termos
documentais, a presente investigação baseia-se fundamentalmente, embora não completamente, em relatórios e correspondência produzida por cientistas.
Contém 13 documentos avulsos (1911-1963) que, apesar de serem tematicamente variados, convergem em aspetos da sociedade civil de Moçambique - exploração da fauna, missões religiosas, obras históricas, discursos políticos, etc.
Destacam-se o Relatório - A Obra Missionária na Província de Moçambique (1911), a Colonização. Fomento e Nacionalização de Moçambique (1928), os Exploradores e Naturalistas da Flora de Moçambique (1939) e os Dois Discursos de Sua Ex.ª o Ministro das Colónias Dr. Francisco Vieira Machado (1942).
O preâmbulo é datado de 16 junho de 1916.
Associação Comercial de Luanda"In the High Court of Justice. King's Bench Division. 1908. C. No. 3211."
Transcrição da intervenção de Alfredo Henrique da Silva no processo interposto pela Cadbury Brothers contra The Standard Newspapers, Limited (proprietários do jornal "Spectator"), a favor de William A. Cadbury.
Alfredo Henrique da Silva esclarece neste testemunho as circunstâncias em que conheceu William A. Cadbury e Joseph Burtt. Indica que apoiou aquele na preparação do relatório sobre S. Tomé e que o traduziu para português, tradução da qual resultou uma versão impressa. O relatório foi apresentado por William A. Cadbury, em nome dos industriais ingleses, numa reunião com a comissão de produtores de cacau de S. Tomé e Príncipe, a 28 de Novembro de 1907, em Lisboa. A declaração proferida por William A. Cadbury nesse encontro terá sido publicada pelos principais jornais a 30 de Novembro de 1907 e foi anexada ao testemunho na sua versão impressa.