Viriato da Cruz confirma a José Carlos Horta o recebimento dos relatórios do Banco de Angola, agradecendo-lhe pelo envio; afirmar os estar lendo lentamente.
Refere-se como insuficientes os extractos do relatório de Cupertino Miranda publicado no jornal “Notícias”.
Fundamenta a Horta suas críticas às conceções “marxistas-leninistas”, que sustentavam a existência de “países socialistas”.
Carta
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Viriato da Cruz agradece a José Carlos Horta os recortes e revistas de Moçambique. Comunica-lhe o seu novo endereço em Pequim.
Viriato da Cruz solicita a José Carlos Horta que encaminhe uma carta e um questionário a Domingos.
Solicita-lhe o envio do Dicionário Lello Ilustrado
Pergunta-lhe sobre o novo endereço de Castro Lopo na França.
Viriato da Cruz confirma a José Carlos Horta ter recebido sua carta de 24 de Agosto.
Refere-se à carta de Domingos e que esta resulta das diligências iniciadas por este no mês de Junho sobre a sua saída da China.
Refere-se a Amílcar Cabral (codinome Djassi) como um “Júlio César”, representante do “novo czarismo”.
Responsável pelo Secretariado da Reforma Educativa contesta afirmações contidas no livro de Guilherme Braga da Cruz.
Ralha, Alberto.rascunho com anotações manuscritas de carta sobre ideias para uma publicação revista-fantasia de costumes coloniais, propondo Manuel de Resende, poeta, jornalista angolano.
Carta para António Barreto a solicitar o envio do visto de residência o mais depressa possível.
Contrôle de L'Habitant da Polícia de GenebraCarta sobre a constituição da Comissão de Relações no Trabalho (em cumprimento do Acordo Colectivo de Trabalho).
Fábrica de Condutores Eléctricos Diogo d'ÁvilaA propósito da prisão em Argel de doze portugueses no início de Maio de 1965 por suspeita de envolvimento no caso da morte de Humberto Delgado.
A carta de António Brotas , visando sobretudo Tito de Morais, reflecte a cisão ocorrida entre a oposição portuguesa na Argélia. Em Janeiro de 1965 Humberto Delgado havia rompido com a Frente Patriótica de Libertação Nacional e criado a Frente Portuguesa de Libertação Nacional.
Uma das questões centrais da carta é o destino e a disputa pela documentação de Delgado,
Carta sobre contratos de desenvolvimento para a Exportação.
Fundo de Fomento de ExportaçãoCarta para António Barreto relembra a necessidade do envio de questionário preenchido para renovar a autorização de residência em Genebra.
Contrôle de L'Habitant da Polícia de GenebraProblemas internos colocam em causa a participação da liga no Jornal do Emigrante.
Liga Portuguesa do Ensino e da Cultura PopularCartão de boas-festas assinado por Maria Eugénia, Marília e Viriato.
3 cartas (2 dirigidas a Deolinda Lopes Vieira, com o Logótipo da Liga de Acção Educativa): uma assinada pelo Secretário da Assembleia Geral e duas pelo Sec. Geral Interino, Arnaldo Gomes, a propósito da eleição e tomada de posse de Deolinda Lopes Vieira para a Comissão de Educação e Defesa da Criança
Liga de Acção EducativaContém 3 cartas de Viriato da Cruz sem data definida. Inclui uma carta onde é referida a declaração feita em dezembro de 1960 pelo MPLA em Londres, os acontecimentos de Luanda em fevereiro de 1961 e um poema de Viriato dedicado a José Carlos Horta e à sua esposa Bakoly Razafindrakotohasina.
Conjunto de cadernos com mensagens, comunicados e relatórios trocados entre alguns sectores da Resistencial Nacional de Moçambique (RENAMO) entre 1983 e 1985, durante a guerra de 16 anos (1977-1992), conflicto civil que opôs este movimento e a Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO), apreendidos na Gorongosa, Sofala, Moçambique.
A 28 de Agosto de 1985, o quartel-geral do grupo guerrilheiro “anti-marxista” moçambicano (Resistência Nacional de Moçambique, Renamo) foi invadido pelas forças governamentais do Zimbabué e de Moçambique. A Renamo conseguiu evacuar a base mas perdeu parte dos seus arquivos, incluindo o que mais tarde ficou conhecido como os Cadernos da Gorongosa. Os serviços de segurança do governo moçambicano foram rápidos a estudá-los para provar que apesar dos Acordos de Nkomati (1984), a África do Sul continuava a apoiar a rebelião moçambicana. [Cahen, 2021]
RENAMO - Resistência Nacional de MoçambiqueDocumentação muito distinta, acumulada por César Oliveira.
Um conjunto é formado por correspondência, provas tipográficas e recortes da imprensa, da autoria de Alexandre Vieira [1º conjunto]. Outro inclui cerca de cinquenta panfletos da oposição política ao Estado Novo (anos 30-40), que completam os existentes no Espólio Pinto Quartim [2º conjunto]. Outro conjunto engloba documentação que reflecte a acção política de César Oliveira quer enquanto dirigente político (MES, ASDI, UEDS, PS), quer enquanto deputado e reporta-se toda ela ao período posterior ao 25 de Abril. [3º conjunto]. Reune também conjuntos de documentação sobre Movimentos Nacionalistas Africanos como também sobre o Movimento estudantil.
[o 1º conjunto está fora de catálogo, o 2º corresponde a DOC - Oposição ao Estado Novo, o 3º conjunto está por tratar, ACTIVIDADE POLITICA, 2024-08, ip]
Oliveira, César.