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  • Cedências do Arquivo de História Social de documentos para uso em exposições e filmes. (2026-05, ip)

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            PT/AHS-ICS/DIV-06Cu-2006-10 · Item · 2006-2007
            Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

            Exposição "1936, 70 anos depois Memória e História Tarrafal e Guerra Civil de Espanha", no ANTT, organizada por Fátima Patriarca, Catarina Guimarães, Cristina Ribeiro e Inês Correia.

            Esta exposição exibiu 10 documentos do AHS:
            Relatório da Delegação em Madrid do Partido Comunista Português, SPIC, sobre a atividade do PCP com a caracterização das diferentes forças políticas que integram a Frente Popular Portuguesa. Madrid, 23.11.1936
            (F.495, op. 10a, d. 262, AHS-IC, Doc. 112, maço 32, Caixa 2)

            Solidariedade. Órgão Central da Secção Portuguesa do Socorro Vermelho Internacional, II Série, n.º [ilegível], 1937
            (F.539, op. 3, d. 1021, AHS-SVI, Doc. 480, Caixa 23).

            Carta da Secção Portuguesa do Socorro Vermelho Internacional (SVI), assinada por Jorge, dirigida aos serviços centrais do SVI, fazendo referência a cartas de junho a dezembro de 1936 bem como ao clima político em Portugal. Lisboa, 24.01.1937
            (F.539, op. 3, d. 1021, AHS-SVI, Doc. 476, Caixa 23)

            Inventario General por Orden de la Cartotega de Nacionalid Portuguesa, Lista n°1, do Estado Maior da Base das Brigadas Internacionais. Barcelona, 26.05.1938
            (F. 545, op. 6, d. 816, AHS-BI, s/n, Caixa 11)

            Informacion sobre Berta Mouchet, pseudónimo de Carolina Loff, que refere a sua participação na Rádio Madrid. S.I., 25.11.1938
            (F. 545, op. 6, d. 823, AHS-IC, s/n, Caixa 10)

            Memórias da Guerra Civil de Espanha, de Manuel António Boto. S. Paulo. Agosto de 1966
            PT-AHS-ICS-MAB-2860

            Avante!, n.º 20, II Série, O Partido Comunista Português saúda todos os combatentes da Frente Popular Espanhola e espera confiante os resultados da sua abnegada coragem e heroísmo. Agosto de 1936
            PT-AHS-ICS-CG-12-20

            Avante!, n.º 26, II Série, O povo espanhol resiste e vencerá. . 1a quinzena de Janeiro de 1937
            PT-AHS-ICS-CG-12-26

            Avante!, n.º 37, II Série, Ofensiva geral do fascismo contra o povo português. A morte de um herói. 1a semana de Junho de 1937
            PT-AHS-ICS-CG-12-37

            Avante!, n.º 43, II Série, SALUD GLORIOSO POVO ESPANHOL!, 3a semana de Julho de 1937
            PT-AHS-ICS-CG-12-43

            Amilcar Cabral: uma exposição
            PT/AHS-ICS/DIV-06Cu-2023-001 · Item · 2023
            Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

            Exposição "Amilcar Cabral," Palácio Baldaya, org. pelo IHC. Documento: da série JL-MNA-73: PAIGC actualités, nº 35. Foi digitalizado externamente e seguiu para exposição. Comissão Comemorativa dos 50 anos 25 de Abril

            "A exposição sobre Amílcar Cabral é inaugurada no ano em que passa meio século sobre o seu assassinato (1973, Conacri), e conta a história do revolucionário que – ao lado dos seus camaradas do PAIGC – contribuiu decisivamente para o fim do último império colonial europeu. Mostra objetos e correspondência de Cabral, mas também imagens, sons e textos que outras e outros lhe têm dedicado. É uma exposição sobre Amílcar Cabral e as suas vidas posteriores.

            “Amílcar Cabral foi uma figura destacada do século XX cuja memória permanece, seja no imaginário político ou no nome das ruas de vários países do hemisfério Sul, da África do Sul ao Brasil. A sua vida é hoje motivo de renovado interesse em África, assim como nas periferias de capitais europeias, em universidades ocidentais ou nos principais canais televisivos mundiais”, explica José Neves, membro da Comissão Científica da iniciativa.

            No Palácio Baldaya estarão 50 peças que permitem uma viagem pela vida do agrónomo e líder nacionalista, mas não só: “Cada uma das peças expostas leva-nos a momentos e lugares da vida de Cabral, enquanto indicia o tempo, o espaço e a experiência de quem o conheceu, vigiou, admirou, filmou, retratou ou cantou. Cabral está omnipresente, mas muitas das 50 peças que exibimos têm protagonistas próprios, da fotógrafa italiana Bruna Polimeni ao músico angolano David Zé, passando pelo líder ganês Kwame Nkrumah”, acrescenta o historiador.

            A partir da exposição, a Comissão Comemorativa 50 anos 25 de Abril vai promover iniciativas diversificadas – mesas redondas, concertos, visitas guiadas e cinema –, incidindo sobre temas como liberdade, colonialismo, luta anticolonial e descolonização.

            A iniciativa tem curadoria científica de José Neves e Leonor Pires Martins, consultoria de Alfredo Caldeira; Arquitetura de Ricardo Santos e Miguel Fevereiro; e Grafismo de Vera Tavares. Conta, enquanto parceiros, com a Junta de Freguesia de Benfica, a Fundação Amílcar Cabral, o Laboratório Associado IN2PAST, a Associação TCHIWEKA de Documentação, e a Fundação Mário Soares e Maria Barroso."

            Amílcar Cabral: uma exposição (2025)
            PT/AHS-ICS/DIV-06Cu-2025-07 · Item · 2025-07
            Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

            Versão itinerante – ou “pop-up” – da exposição Amílcar Cabral: uma exposição, apresentada no âmbito da Conferência Internacional “50 Anos das Independências das Colónias Portuguesas em África” (org. IHC-FCSH NOVA), realizada na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, entre 17 e 19 de julho de 2025.
            Inclui a imagem da capa de PAIGC Actualités nº 35, em salvaguarda pelo AHS e cedida para o efeito. Esteve patente 3 dias.

            Artistas na Fábrica: Exposição
            PT/AHS-ICS/DIV-06Cu-2024-2025 · Item · 2024-2025
            Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

            Artistas na Fábrica: Tereza Arriaga, Jorge de Oliveira, Manuel Filipe 1943-1945, De 15 de junho 2024 a 15 de junho 2025 no m|i|mo – museu da imagem em movimento, Leiria (parceria com a Câmara Municipal de Leiria)

            Pequeno vídeo sobre a exposição: https://www.youtube.com/watch?v=eCCcHOYIITE


            No decurso da Segunda Guerra Mundial e no contexto de afirmação do neorrealismo nas artes plásticas, três jovens artistas realizaram, na região de Leiria, um conjunto de trabalhos de grande qualidade e importância, que manifestam o seu empenho em testemunhar as condições de trabalho do operariado fabril.

            Manuel Filipe (1908-2002) realizou um conjunto impressionante de desenhos a carvão. Representam a dureza, o sofrimento e a falta de esperança de um operariado oprimido. Tereza Arriaga (1915-2013) e Jorge de Oliveira (1924-2012) trabalham a partir da observação direta. Tereza realizou dezenas de retratos de meninos-operários da Nacional Fábrica de Vidros – Marinha Grande, documento extraordinário da dureza das suas vidas sem infância, praticamente inédito e que será exposto pela primeira vez na sua totalidade. Jorge de Oliveira desenhou na fábrica de cimentos da Maceira-Liz. Sonhava que as dezenas de desenhos realizados pudessem servir de base à elaboração de um grande mural, à semelhança do que faziam os pintores mexicanos que admirava.

            As obras plásticas apresentadas são o cerne da exposição. Esta apresenta, ainda, uma diversidade de documentação escrita, de fotografias, filmes e fontes orais, que comunicam ao visitante o contexto histórico e social das obras. Incide-se, em especial, sobre as realidades fabris representadas, bem como sobre elementos relevantes da biografia dos artistas: a aproximação de Jorge de Oliveira ao trabalho do cimento, a receção inicial dos Desenhos negros de Manuel Filipe, ou o notável percurso ativista e militante de Tereza Arriaga.

            A exposição culmina com um núcleo dedicado à cidade de Leiria, o lugar do seu encontro. Aqui participaram em exposições conjuntas e testemunharam o dinamismo cultural e político da cidade e das suas instituições – também visível na Marinha Grande – que fazia jus a dinâmicas artísticas anteriores, dos anos de 1920 e 1930 e refletia o ambiente esperançoso do imediato pós-guerra.

            Conversas com Glicinia: documentário
            PT/AHS-ICS/DIV-06Cu-200412f · Item · 2004
            Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

            Documentário sobre a actriz Glicínia Quartin por ocasião do seu 80º aniversário. A sua família, o anarco-sindicalismo, a Escola-Oficina nº 1, as leituras em casa dos pais, as prisões, o Mud Juvenil, os teatros experimentais, os surrealistas, o encontro com José Ernesto de Sousa e o desabrochar do Cinema Novo com “Dom Roberto”, a Itália, a fantasia, Beckett, Genet, Vitor Garcia, o encontro com Luís Miguel Cintra – uma vida em movimento.

            "Gosto tanto de a ouvir falar, à Glicínia. Mas não queria que ela falasse só comigo. Por isso fiz este filme, para partilhar as minhas conversas com Glicínia Quartin."
            Jorge Silva Melo

            "Não sei do que gosto mais, se de ouvir o que pensa (que não pára de pensar), se de a ouvir contar tanta vida que viveu (que não sabe estar parada sem viver), se de a ver brincar (que a vida para ela tem de ser festa). Gosto de a ver representar: pensa, mexe-se, brinca, imagina e enquanto representa conta coisas que conhece do que viu nos outros. Conversa, de facto (“não achas?”, “lembras-te?”, “e tu?”, “quero perguntar-te uma coisa”), curiosa de mim, de ti, de todos os outros e de todas as coisas, firme no que decide e a querer saber o que o outro quer, sempre a pedir esse “tu”. Inventa-se e inventa espaço. Transporta a alegria. Sem peso. Sempre em movimento. Porque vive em sedução. E porque ama como ninguém a sua e a minha e a tua e a nossa liberdade. Há mais actriz? Há mais pessoa? Melhor amiga?"
            Luís Miguel Cintra

            Realização de Jorge Silva Melo. Produção Artistas Unidos. 55 minutos. O Documentário teve exibição comercial, e passou na RTP

            Curadorias (todas) e outros projetos
            PT/AHS-ICS/DIV-06Cu · Série · 1995-2026
            Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

            Catálogos digitais, projetos de curadoria e divulgação com recurso a fontes do AHS, a maior parte já digitalizadas; e outras actividades que tenham envolvido fontes do AHS em digital. Registo de empréstimos entre 1995 e 2024, de documentos para exposições e cedência de imagens para documentários, pedidos por entidades externas.

            Arquivo de História Social
            PT/AHS-ICS/DIV-06Cu-2024-001 · Item · 2024-04-04 - 2024-04-30
            Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

            Exposição "Estudantes de Abril"; Átrio do Pavilhão de Civil do Instituto Superior Técnico da Universidade de Lisboa, org. jornal Diferencial.
            Texto de apresentação:
            "Para celebrar os 50 anos do 25 de abril, o Diferencial apresenta a exposição “Estudantes de Abril”, que contará a história do movimento estudantil, desde o século XIX até ao século XXI, com grande enfoque na luta durante o Estado Novo. A inauguração dar-se-á no dia 4 de abril, pelas 17h00, num local a anunciar ainda. A exposição terá lugar no átrio do Pavilhão de Civil, durante todo o mês de abril."

            PT/AHS-ICS/DIV-06Cu-2024-002 · Item · 2024-04-20 - 2024-12-28
            Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

            Exposição "Da Resistência à Liberdade”; Palacete do Morgado da Casa da Cova/Condes de Sampayo, em Alhos Vedro; organizada pelo Departamento de Cultura, Património e História Local da Câmara Municipal da Moita.
            Texto de apresentação:
            "(…) Pretende-se abranger uma linha temporal desde a ditadura ao pós-abril, dando destaque aos acontecimentos e ação no concelho da Moita.
            Parte desta exposição conta, ainda, a partilha emocionada de testemunhos de figuras do nosso concelho que viveram antes e depois da ditadura. Adriano Encarnação, Ana Tomás, António Chora, Daniel Justo, Dores Nascimento, Guilhermina Dias, Luís Chula, Marcolino Fernandes e o Padre Fernando Belo partilharam com a equipa da Câmara Municipal vivência únicas que estarão nesta exposição".

            PT/AHS-ICS/DIV-06Cu-2022-02 · Item · 2023
            Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

            Exposição temporária "Primaveras Estudantis: da crise de 1962 ao 25 de Abril”, coord. Álvaro Garrido.
            Documentos:
            JL-ME-CCUL-099 - Programação Cine Clube Universitário de Lisboa (1966)
            JL-ME-SEEPE-010 - 2nd Conference of Portuguese Students (1967)
            JL-ME-SEEPE-099 - Dossier com documentos sobre Eduardo Cruzeiro
            JL-ME-AADL-52 - Boletim de Direito n. 2. (1965)

            Há Sempre Alguém que diz não: exposição temporária
            PT/AHS-ICS/DIV-06Cu-2023-002 · Item · 2023
            Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

            Exposição "Há Sempre Alguém que DIz Não! A oposição estudantil à ditadura no ensino secundário de Lisboa (1970-1974)," Arquivo Nacional da Torre do Tombo, 15 de dezembro de 2023 a 28 de fevereiro de 2024.

            Documentos: Cerca de 30 dezenas de jornais de liceus da grande Lisboa, publicados entre 1970 e 1974.

            "A Torre do Tombo acolhe a exposição 'Há sempre alguém que diz não! – A oposição estudantil à ditadura no ensino secundário de Lisboa (1970-1974)', concebida para dar a conhecer aos mais novos, nascidos antes e depois da democracia, como os jovens entre os 13 e os 17 anos abraçaram a oposição à ditadura.

            Pretende-se demonstrar como sentiram o imperativo de contestar as diversas condicionantes da ditadura nas suas vidas: nos estudos, no acesso à cultura, no simples convívio, bem como no seu direito a viver em paz e não ter de fazer uma guerra em África a cuja finalidade não aderiram."

            O General Sem Medo: exposição temporária
            PT/AHS-ICS/DIV-06Cu-1995 · Item · 1995
            Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

            Exposição "Humberto Delgado - O General sem Medo", no Museu República e Resistência, em 1995, direção científica de Fernando Rosas.

            Esta exposição exibiu 2 documentos do AHS:

            Proclamação do General Humberto Delgado. A todos os Portugueses da Metrópole e do Ultramar [Maio de 1958]
            PT-AHS-ICS-PQ-P-096

            Cartas do Sr. General Humberto Delgado, Candidato às últimas Eleições. Aos senhores: Ministro da presidência, Ministro do Interior e a Sua Eminência o Cardeal Patriarca de Lisboa; protestando contra a fraude eleitoral, a vaga de prisões e abusos policiais sobre os seus apoiantes que se seguiram ao encerramento da campanha (30 Junho e 12 e 14 de Julho de 1958, respectivamente)
            PT-AHS-ICS-PQ-DOC-149

            PT/AHS-ICS/DIV-06Cu-2010-10 · Item · 2010
            Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

            Registo de empréstimo de documentação original para a exposição Percursos, Conquistas e Derrotas das Mulheres na 1ª República: exposição temporária, organizada pelo Grupo de Trabalho para as Comemorações Municipais do Centenário da República, CML e Biblioteca Museu República e Resistência, em 2010

            Coordenação científica de Zília Osório de Castro (Faces de Eva).

            O catálogo da exposição reproduz 2 documentos do AHS:
            Postal do CNMP por altura do II Congresso Feminista e de Educação em 1928
            (PT-AHS-ICS-PQ-F-074), p. 39

            Retrato de Alice Pestana (Caiel)
            p. 86. e p.134
            (fora de catálogo)

            Viva a República, 1910-2010: exposição temporária
            PT/AHS-ICS/DIV-06Cu-2010-06 · Item · 2010
            Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

            Registo de empréstimo de documentação original para a exposição Viva a República, 1910-2010: exposição temporária, organizada pela Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República

            Coordenação científica de Luis Farinha.

            O catálogo da exposição reproduz 2 documentos salvaguardados pelo AHS:
            "Ao Povo: guerra à guerra" (p. 53)
            (PT-AHS-ICS-PQ-P-035)

            "Manifesto aos trabalhadores conscientes" (p. 76)
            (PT-AHS-ICS-PQ-P-122)

            Voltar: Mário Sacramento: a hora do ensaio
            PT/AHS-ICS/DIV-06Cu-2022-06 · Item · 2022
            Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

            04 Jun a 30 Out '22
            Curadoria de António Pedro Pita

            Com curadoria de António Pedro Pita e Odete Belo, a exposição “propõe a (re)descoberta de um pensamento teórico e prático, importante no período cronológico em que se desenvolveu e muito relevante para entender as aspirações e os problemas, as tensões e as possibilidades, os obstáculos e os impasses que marcaram o século XX português. A exposição resulta em grande parte de pesquisa no espólio do ensaísta. Sonda tumultuosas profundidades, recupera a voz de Mário Sacramento, sugere a mesa do trabalho teórico: artigos e apontamentos, anotações em livros, desenhos, sucessivas reformulações de textos entretanto publicados, interlocuções decisivas, a extensão no tempo de uma maturação relativamente frustrada, verso e reverso de uma situação dramática: um intelectual português que adentra problemas centrais da sua época sem condições para elaborar integralmente as respostas entretanto intuídas. O regresso de Mário Sacramento permite re-visitar, para repensá-lo, esse drama que marcou o século XX”.