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              77 Descrição arquivística resultados para Livro

              «Politica internazionale»
              PT/AHS-ICS/CAHS-MNA-196 · Item · 1973
              Parte de Colecção Arquivo de História Social

              Instituto per le relazioni tra l'Italia e i paesi dell'Africa, America Latina e Medio Oriente (IPALMO). Janeiro de 1973, n.º 1. Contém vários artigos sobre as colónias africas: "Ricordo di Amilcar Cabral"; "La guerra nazionalista in Angola"; "Violenza e repressione in Mozambico"

              IPALMO - Instituto per le relazioni tra l'Italia e i paesi dell'Africa, America Latina e Medio Oriente
              «South Africa's Defence Strategy»
              PT/AHS-ICS/CAHS-MNA-184 · Item · 1969-10
              Parte de Colecção Arquivo de História Social

              Abdul S. Minty - South Africa's Defence Strategy. Introd. de Rt. Rev. Trevor Huddleston Cr. Londres: Anti-Apartheid Movement, 1969 (Outubro). Contém capítulo intitulado "Portugal in South Africa".

              Anti-Apartheid Movement
              A Banca ao Serviço do Povo: livro
              PT/AHS-ICS/DIV-02B-2018-11 · Item · 2018-11
              Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

              Noronha, Ricardo, 2018, “A Banca ao Serviço do Povo”: Política e Economia durante o PREC (1974-75), Lisboa: Imprensa de História Contemporânea

              Este livro ocupa-se da nacionalização da banca no contexto do processo revolucionário português de 1974-75. Baseado num vasto acervo de fontes documentais e inspirado num conjunto de ferramentas teóricas desenvolvidas por Mario Tronti, Walter Benjamin e Michel Foucault, o seu ponto de partida é uma interrogação incontornável: por que razão uma medida que não constava do Programa do Movimento das Forças Armadas e assumia implicações tão consideráveis, a curto e a longo prazo, obteve um apoio suficientemente alargado para ser inscrita na Constituição da República enquanto uma conquista irreversível da classe trabalhadora? A resposta ensaiada ao longo destas páginas estabelece uma articulação entre conflitos sociais e economia política, identificando-a enquanto o centro de gravidade do processo que conduziria à nacionalização da banca.
              Nesse sentido, analisa o modo como as lutas sociais contribuíram para um processo de radicalização cumulativa iniciado no final do Estado Novo, que ganharia intensidade crescente ao longo do processo revolucionário. Simultaneamente, tenta compreender por que razão o diagnóstico da situação económica contribuiu para polarizar o combate político, cartografando as linhas de força de um debate que conheceu sucessivas declinações e abrangeu aspetos tão diversos como a inflação, a legislação laboral ou as relações de propriedade. Num contexto de crise económica e revolucionária, o setor bancário converteu-se num ponto crítico da relação entre trabalho e capital: a concessão de crédito assumiria uma importância decisiva após o 25 de Abril, com os sindicatos a atribuir aos banqueiros propósitos de desestabilização associados à prática de “sabotagem económica”; na sequência da nacionalização do setor, por sua vez, governantes, gestores e sindicalistas propuseram-se colocar “a banca ao serviço do povo”, no contexto de uma breve experiência de “transição socialista” cujo eco se faria sentir no texto da Constituição da República. O caso da banca revela-se assim uma chave interpretativa privilegiada para identificar o elenco de problemas e o horizonte de possibilidades que dominou a conjuntura histórica a seguir ao 25 de Abril. Este livro propõe-se contribuir para o amadurecimento do campo historiográfico dedicado à interpretação do processo revolucionário de 1975-75, estabelecendo um diálogo crítico com os trabalhos de investigação produzidos acerca do tema ao longo dos últimos anos.

              Recensões e obra aqui: https://imprensa.ihc.fcsh.unl.pt/noronhar2018/

              A Guerra Guardada: livro coletivo
              PT/AHS-ICS/DIV-02B-202409 · Item · 2024
              Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

              Livro colectivo, "A Guerra Guardada: Fotografia de Soldados Portugueses em Angola, Guiné‑Bissau e Moçambique, 1961‑1974", organizado por Maria José Lobo Antunes e Inês Ponte, pela Tinta da China, 2024.

              Entre 1961 e 1974, milhares de homens mobilizados para Angola, Guiné‑Bissau e Moçambique tiraram fotografias daquilo que os rodeava. Conservadas para si ou enviadas pelo correio como prova de vida à distância, estas imagens e as histórias que elas escondem foram mantidas durante anos na estreiteza dos seus círculos pessoais. Cinquenta anos depois do fim do conflito, este livro, tal como a exposição homónima no Museu do Aljube que lhe deu origem, parte da pesquisa etnográfica com ex‑combatentes e suas colecções fotográficas para explorar as ligações entre fotografia, memória e história da guerra colonial. Às imagens juntam‑se ainda textos de investigadores e obras de artistas e compositores que, de diversas formas, reflectem sobre o colonialismo, a guerra e o fim do império português.

              Editado por Maria José Lobo Antunes e Inês Ponte, pela Tinta da China, a obra tem Textos de Cláudia Castelo, Inês Ponte, Joaquim Paulo Nogueira, Kevin Carreira Soares, Maria José Lobo Antunes, Miguel Cardina, Miso Music Portugal, Paulo Faria, Pedro Aires Oliveira, Rita Luís, Rui Lopes; e Criações artísticas de Ana Vidigal, Daniel Barroca, Daniel Schvetz, Diogo Alvim, Lino Damião, Patrícia Barbosa, Pedro Lima

              A Urgência da Palavra Impressa: livro
              PT/AHS-ICS/DIV-02B-202306 · Item · 2023
              Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

              A Urgência da Palavra Impressa. A imprensa dos «intrépidos adolescentes» contra a ditadura (1970-1974)
              Jorge Ramos do Ó, Rui M. Gomes
              Tigre de Papel

              Nos liceus, os números dos matriculados não enganam quanto ao caráter elitista da sua frequência. Em 1970 estavam matriculados 14 870 alunos e, embora em 1973 se confirmasse um acentuado crescimento de 50%, apenas 22 994 alunos frequentavam esta fileira do ensino secundário. Trata-se do maior aumento do contingente liceal durante o Estado Novo, facto a que não são alheios quer a recomposição do tecido económico e social da ditadura quer o crescimento das aspirações sociais e educativas de setores mais alargados da população.

              As novas aspirações sociais têm repercussões visíveis e invisíveis, que se multiplicam em surdina, lentamente, ou que se apresentam de modo urgente e ruidoso. Os adultos destes grupos sociais aproveitaram a situação tornando-se notados pelos novos comportamentos de consumo e pela pressão ansiosa sobre o percurso escolar da descendência, mas alguns dos filhos adolescentes optaram por fazer um caminho mais rápido e concluíram muito cedo que a nova vida podia ser acelerada se tomassem a palavra e rompessem com as amarras institucionais da ditadura.

              Criar uma nova esfera pública em que pudessem expressar a sua autonomia passa a constituir um programa. Uma parte da construção dessa nova esfera pública foi feita por meio de instrumentos que hoje são parte dos adquiridos pela geração que nasceu depois do 25 de Abril: a liberdade de falar, de escrever, de produzir e difundir informação a partir do livre arbítrio individual e da organização e cooperação em grupo. Para os que hoje participam diariamente nas redes sociais e conhecem a imprensa livre é difícil perceber esta história feita de algum arrojo, porque envolvia a perseguição de um estado policial. Porém, nos primeiros anos da década de 1970, estes meios não existiam; pior, a imprensa livre não existia e quem a quisesse construir teria de se dispor a desafiar os instrumentos de controlo, vigilância e repressão da ditadura. Foi neste contexto que se construiu a aventura da imprensa estudantil do ensino secundário no período terminal da ditadura. É dessa história que são feitas as páginas deste livro.

              Adelaide Cabete: biografia
              PT/AHS-ICS/DIV-02B-201009 · Item · 2010-09
              Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

              Lousada, Isabel. Adelaide Cabete (1867-1935). - Lisboa: Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género, 2010. - 107, [4] p. - (Fio de Ariana; 6). - ISBN 978-972-597-329-5

              "No 75º aniversário da morte de Adelaide Cabete, ocorrida a 14 de Setembro, e quando se comemora o centenário da proclamação da República, pretende-se honrar a memória de uma das suas protagonistas, procurando revelar as facetes humanistas da vida desta mulher que foi médica, higienista, publicista, socióloga, republicana, socialista, educadora e feminista socióloga, maçona, republicana, socialista, livre-pensadora, educadora e feminista. Quem foi Adelaide Cabete?"

              Anarquismo em Portugal (1796 -2022): livro
              PT/AHS-ICS/DIV-02B-202210 · Item · 2022-10
              Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

              Fontes, Carlos, 2022, Anarquismo em Portugal (1796 -2022)

              Em 2021 comemorou-se os 225 anos da divulgação das primeiras ideias anarquistas em Portugal. Foi a data que pretendemos assinalar com este livro. A sua estrutura base foi elaborada em 1975 quando era redactor do jornal A Batalha. Na altura um dos nossos problemas era a ausência de uma história do anarquismo em Portugal que nos permitisse perspectivar as lutas em que estávamos envolvidos. Os anos foram passando e o material reunido ao longo de anos começou a dispersar-se. No Colóquio comemorativo dos 100 anos do jornal A Batalha, em 2019, antigos camaradas recordaram-me o projecto que em tempos havia abraçado. Em casa, revolvendo velhos papéis descobri entre eles o plano do livro a publicar e centenas de fichas que ainda conservava. Desde então muito se avançou na redescoberta das ideias e práticas anarquistas em Portugal, o que me tem obrigado a novas leituras, não contando já com os testemunhos de muitos antigos camaradas. Os tempos são outros, mas as lutas no essencial são as mesmas, por isso o plano continua o mesmo com as mudanças impostas pelo tempo.

              Angola Geral
              PT/AHS-ICS/JCH-B-C-I · Subsubsecção · 1955-1974
              Parte de Espólio José Carlos Horta

              Conjunto documental relativo ao contexto político e social de Angola entre 1955 e 1974. Reúne correspondência trocada entre José Carlos Horta e diversas personalidades angolanas, incluindo Jorge Campinos (1974), António Dembro e António Serafim (1970), Edmundo e Maryse Rocha (1961–1965), Manuel (1962) e Maria Luísa Gaspar (1961–1962).

              Inclui também textos e documentos sobre Angola, como a intervenção do porta-voz angolano Luís José de Almeida no 8.º Conselho da Assembleia Mundial da Juventude, um livro intitulado "Angola - A resistência em busca de uma nova nação" de Jonas Savimbi, e um rascunho de José Carlos Horta relativo à situação política angolana.

              Contém ainda recortes de imprensa que documentam a situação política de Angola durante o período colonial.

              António José da Costa
              PT/AHS-ICS/GQ-AJC · Subfundo · 1953-1974
              Parte de Colecção Glicinia Quartin

              Conjunto de documentos pertencentes a António José da Costa, composto por 15 livros de peças teatrais relacionadas com a esfera educativa e o teatro infantojuvenil (1953-1974) e 2 cadernetas manuscritas.

              PT/AHS-ICS/DIV-02B-1986-03 · Item · 1986
              Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

              Artesãos e Operários: Indústria, Capitalismo e Classe Operária em Portugal (1870-1934)
              Maria Filomena Mónica
              Editado pelo ICS-ULisboa

              Livro de importância decisiva na evolução dos estudos histórico-sociológicos sobre a classe operária em Portugal, aqui considerada no período de 1870 a 1934. Recusando abordar a classe operária como uma totalidade homogénea, a autora procura antes apreender e delinear a sua diversidade essencial e as complexas circunstâncias que explicam essa diversidade. Merecedora de relevo é a tentativa feita para avaliar as condições de vida do operariado, não só materiais, mas também culturais, problema amplamente debatido noutros países, mas muito pouco estudado entre nós. E aqui, de novo, tem de referir-se o esforço constante para fugir a fáceis generalizações, apontando as enormes distâncias e diferenças que separavam, uns dos outros, diversos sectores da classe operária.

              Atividade Didática
              PT/AHS-ICS/GQ-01AP-02AD · Subsecção · 1973-2000
              Parte de Colecção Glicinia Quartin

              Testemunha a atividade profissional de Glicínia Quartin na qualidade de professora, junto da Escola Superior de Teatro e Cinema, regida até 1983 pelo Conservatório Nacional e, depois, pelo Instituto Politécnico de Lisboa. Este conjunto de documentos abrange não apenas a atividade didática de Glicínia, como também as atividades de divulgação dos métodos de ensino experimentados pelo movimento “Educação pela Arte” em Portugal, do qual a atriz foi promotora até depois do fim da sua carreira de professora.

              Atividade Profissional
              PT/AHS-ICS/GQ-01AP · Secção · 1962-2000
              Parte de Colecção Glicinia Quartin

              Junta documentos, de natureza vária, que atestam a atividade de atriz e de professora de teatro de Glicínia Quartin. O período abrangido por esse conjunto de documentos vai da sua formação na Itália, entre 1962 e 1965, no Studio di Arti Sceniche de Alessandro Fersen em Roma, até às colaborações com várias companhias de teatro e produções cinematográficas em Portugal, celebradas já em finais da década de 90, passando pela atividade de docente na Escola Superior de Teatro e Cinema entre a década de 70 e 90.

              Atividade Teatral e Cinema
              PT/AHS-ICS/GQ-01AP-01AT · Subsecção · 1962-1998
              Parte de Colecção Glicinia Quartin

              Conjunto de documentos relativos à formação teatral de Glicínia Quartin em Roma, a participação de Glicínia Quartin no Teatro Experimental de Cascais, noutras companhias de teatro e no cinema.

              Aulas de Teatro
              PT/AHS-ICS/GQ-01AP-02AD-01AUL · Subsubsecção · 1973-1992
              Parte de Colecção Glicinia Quartin

              Conjunto diversificado que engloba documentos manuscritos e datilografados, em que se destacam, pelo número, planificações de aulas e fichas de alunos. Os documentos presentes nesta secção proporcionam informações concretas sobre a atividade didática implementada por Glicínia Quartin, no âmbito do teatro, ao mesmo tempo que revelam o interesse da atriz não só pelo ensino do teatro enquanto atividade artística, mas também pelo teatro como meio de educação. A isso, acrescenta uma pasta contendo materiais relativos ao curso de New Music in Action que a atriz frequentou em York em 1976. Encontramos os seguintes documentos:

              • um conjunto de quatro pastas organizado, pela própria Glicínia, da seguinte maneira: uma pasta contendo fichas de alunos com fotos; uma pasta denominada “Lições para arquivar” e outra “Apontamentos Aulas”, as duas contendo apontamentos e planificações de aulas; uma pasta contendo o relatório da disciplina “Teoria do Jogo Dramático”. O material contido nessas quatro pastas data de 1973 a 1975.

              • Lei de Teatro. Proposta de lei datilografada, com apontamentos à margem do texto, sem data. Pela referência ao 25 de abril e à Lei Constitucional 3/74, percebe-se que o texto é posterior a 1974.

              • Um caderno contendo apontamentos e planificações de aulas do ano 1975.

              • Um conjunto de resumos bibliográficos, sem data.

              • Uma pasta contendo materiais relativos ao curso New Music in Action (1976).

              • Um exemplar do livro de Marie Elisabeth Dienesch, Jeu dramatique et éducation (1977), copilação de textos sobre teatro pedagógico.

              • Os programas do 9º ano da disciplina de Teatro para o Curso Superior Unificado, do ano letivo 1977-1978.

              • Uma pasta contendo fichas de avaliação dos alunos inscritos na Escola de Formação de Professores e Educação pela Arte, relativas ao ano 1979, e ficha de inscrição do aluno José Eduardo dos Santos Espada, atualmente Professor Coordenador da Área Científica de Técnicas Teatrais da Escola Superior de Teatro e Cinema.

              • Conjunto de folhas avulsas sem data, contendo apontamentos para aulas teóricas de teatro.

              • Apontamentos para aulas e fichas de alunos, relativos à disciplina de Interpretação para o ano letivo 1987-1988.

              • Estatutos da Escola Superior de Teatro e Cinema. Conjunto de documentos incompletos e sem data. Não foi possível remontar à data, contudo, a referência à Lei nº 54/90 dos Estatutos do Instituto Politécnico de Lisboa indica que se trata de um documento produzido posteriormente.

              • Conjunto de 7 blocos de notas manuscritas contendo apontamentos, esboços de peças, planificação de aulas e avaliações de alunos. Embora não sejam todos datados, as datas que foi possível levantar nos blocos remetem a um lapso temporal incluído entre 1981 e 1992.

              • Projeto para discussão pública “Autonomia e Gestão das Escolas”, com data janeiro de 1998.

              • Conjunto de textos teóricos sobre o teatro.

              PT/AHS-ICS/DIV-02B-2002a · Item · 2002
              Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

              Pina-Cabral, João de - Between China and Europe: Person, culture and emotion in Macao. Londres: Continuum, 2002.

              Capa retirada da edição de 2020: Pina-Cabral, João de - Between China and Europe: Person, culture and emotion in Macao. Nova Iorque: Routledge, 2020.

              From the mid-1500s to December 1999, Macao was the longest-standing site of economic, religious and political contact between the Chinese and European worlds. Yet this surprising capacity for survival has resulted, ironically, form the very weakness of the Portuguese presence. In particular, since the foundation of Hong Kong (in 1840), Macao had depended on a creative use of its marginality - as a centre for gambling, for the coolie trade, the opium trade, the semi-clandestine gold trade and so on. As a rear window on China, Macao provides us with fascinating examples of marginality that allow us to study the limits of the systems that characterize the Chinese world.