Monárquicos
15 Descrição arquivística resultados para Monárquicos
Publicação semanal de 16 paginas de texto e capa ilustrada com o retrato do entrevistado. Publicará entrevistas com os homens eminentes de toda a Europa e Americas, à medida que os acontecimentos as provocarem.
Dona Maria Aldegundes de Bragança e Bourbon, Infanta de Portugal, tutora do Príncipe D. Duarte Nuno de Bragança. Programa político da Causa Nacional
Em defesa do regime monárquico, a propósito dos artigos publicados no Jornal do Comércio por Bettencourt Rodrigues
Branco, José de Azevedo Castelo.Comunicado de um grupo de monárquicos sobre Salazar e a Causa Monárquica.
Revista quinzenal ilustrada
Sobre uma viagem que os monárquicos pretendiam fazer a Tanger para homenagear Portugal, na pessoa d'El-Rei D. Duarte II. Apesar do entusiasmo suscitado à volta da viagem, esta acabou por não se concretizar.
Federação dos Estudantes Monárquicos de PortugalContém artigo sobre a universidade e a censura.
Comissão da Juventude da Causa MonárquicaGONÇALVES, Leandro Pereira. "Integralismo Lusitano Entre Circulações e Comparações Com o Integralismo Brasileiro" in História e Cultura, V. 13, N.º 1 (Fascismos e Neofascismos No Espaço Ibero-americano [org. Gabriela Santi Pacheco e Pedro Tanagino]), 2024. Doi: https://doi.org/10.18223/hiscult.v13i1.4364 .
O Integralismo Lusitano (IL), fundado em 1914 por jovens intelectuais, visava estabelecer um regime monárquico corporativista em Portugal. Liderado por figuras como António Sardinha, Alberto de Monsaraz, José Hipólito Vaz Raposo, José Pequito Rebelo, Luís de Almeida Braga e Francisco Rolão Preto, o grupo buscava a restauração nacional com base nos valores medievais e no cristianismo. Paralelamente, defendia o nacionalismo, alinhando-se com tendências presentes no Brasil, onde se estabeleceu a mais bem-sucedida expressão do fascismo fora da Europa, a Ação Integralista Brasileira (AIB), liderada por Plínio Salgado. Embora a composição dos integralismos português e brasileiro não seja idêntica, este estudo busca analisar como o movimento em Portugal influenciou seu congênere brasileiro, ambos inseridos em um contexto comum dentro de uma rede intelectual, o que contribuiu para a interlocução política entre os dois países.
Comunicado de protesto contra a prisão de estudantes durante romagem dos monárquicos portugueses a São Marcos.
Comité Juvenil Monárquico(extracto de 'O Primeiro de Janeiro'). Restauração monárquica no Porto, em 19 de Janeiro de 1919
Medias, A. AlvesManifesto da Acção Realista Portuguesa contra a República e em defesa da Monarquia
Acção Realista PortuguesaEd. Typ. de Francisco Martins Barboza
Oliveira, J. Fernandes de.