Operariado

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              A casa do Povo Portuense (1900-1914): master
              PT/AHS-ICS/DIV-02C-201410 · Item · 2014-10
              Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

              Freitas, João, 2014, A casa do Povo Portuense (1900-1914). Porto: Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Dissertação de mestrado. Disponível em www:https://repositorio-aberto.up.pt/handle/10216/76730

              As Maisons du Peuple (Casas do Povo) foram uma das principais singularidades do movimento operário de cariz socialista. Estas eram um centro coordenador do
              associativismo socialista, um modelo para o futuro da sociedade e um local de politização e socialização do operariado. As suas origens remontam ao cooperativismo belga do final do século XIX. Rapidamente, este modelo associativo se disseminou por toda a Europa. E Portugal não foi excepção. Logo em 1900, no Porto, cidade em que o movimento socialista era mais coeso, um grupo de operários decidiu criar a sua Casa do Povo à semelhança da original situada em Bruxelas.
              Este estudo pretende estudar as origens, a organização interna e a evolução da Casa do Povo Portuense, no período anterior à Grande Guerra, bem como o papel que esta desempenhou no movimento socialista, a sua tarefa como centro disseminador do socialismo na região do Porto e como espaço de sociabilidade e politização do operariado local.

              À Classe Operária !
              PT/AHS-ICS/CO-DOC-056 · Item · 1969-02-21
              Parte de Colecção César Oliveira

              Greves por aumento de salários, pagamento do 7º dia e ao mês: Covina, Intar, Fábrica de Cimentos Tejo, Firestone, Fábrica de Tecidos Torres Novas, etc.
              Documento produzido pela Direcção da Organização Regional de Lisboa do Partido Comunista Português

              PCP - Partido Comunista Português
              PT/AHS-ICS/DIV-02C-2013-09 · Item · 2013-09
              Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

              Pereira, Joana Dias (2013). A produção social da solidariedade operária : o caso de estudo da Península de Setúbal (1890-1930).
              Dissertação apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Doutor em História Contemporânea, Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa

              A opção de analisar o desenvolvimento das relações sociais industriais através dos processos espaciais e demográficos co-implicados parte do pressuposto de que o espaço industrial e a população operária são socialmente produzidos, ou seja, resultam da agência conflitual de variados agentes, entre os quais se destacam os industriais, o Estado e as classes trabalhadoras. Os processos de industrialização e urbanização, intensificados a partir de 1890, foram observados numa perspectiva integrada, tendo em consideração as tendências meridionais dominantes. Não obstante, o objecto de investigação privilegiado nesta dissertação foi o repertório estratégico dos trabalhadores e a sua acção colectiva. A concentração da indústria, a especulação imobiliária mas também a deficiência de equipamentos urbanos, tornaram indispensável a prossecução de estratégias de sobrevivência diversificadas, que analisamos recorrendo aos mais actuais modelos teóricos. Foram consideradas as estratégias individuais do grupo doméstico – a migração, a poupança ou a diversificação de fontes de rendimentos -, as estratégias recorrendo à ajuda externa – integração de redes de entreajuda informais -, e, finalmente, a participação em associações e movimentos sociais. Estas últimas, por sua vez, subdividiram-se entre as estratégias centradas na economia doméstica – o mutualismo e o cooperativismo de consumo; as centradas nos locais de trabalho – as cooperativas de produção e os sindicatos; e as centradas na pressão sobre o Estado – pela estruturação nacional do associativismo e a acção colectiva. O principal objectivo desta análise foi compreender a base material e os recursos organizacionais que possibilitaram o processo de mobilização massivo das classes trabalhadoras na segunda década do século XX. A crise revolucionária europeia de 1917-1920 tem vindo a ser alvo de inúmeras interpretações e estudos empíricos, a minha abordagem filiou-se na tradição historiográfica que privilegia uma análise monográfica e comparativa do processo de longo termo que antecede este ciclo de agitação social, permitindo relacionar a evolução da estrutura e da acção colectiva dos trabalhadores.

              PT/AHS-ICS/DIV-02C-2018-07 · Item · 2018-07
              Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

              Eusébio, Gonçalo Vargas (2018). "A renascença portuguesa e as universidades populares" [tese de mestrado em História Moderna e Contemporânea], Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. http://hdl.handle.net/10451/36266

              Sempre procurei ver a História como a ciência que estuda a ação do Homem no espaço e no tempo, melhor dizendo, num determinado espaço físico e num certo período
              de tempo: assim no meu percurso académico tentei sempre melhorar o modo como pesquisava as fontes, e escolhia o que achava mais importante, do que entendia como
              acessório. Não deixando de ser uma visão subjetiva, o trabalho e rigor que muitas vezes exige enobrece a profissão de Historiador. Um trabalho sempre incompleto, e baseado no que foi escrito anteriormente, mas que tem a grande utilidade de servir como uma fonte para aproveitamento futuro. Nessa perspetiva, um trabalho sobre educação e a história nacional durante um espaço de tempo definido entre a parte final do século XIX, influenciado pela crise de 1891-92 que se seguiu ao “Ultimatum” britânico, e que marcaria a entrada no século seguinte, com novas formas de protesto contra a Monarquia Constitucional, com uma crescente adesão ao republicanismo e a outros movimentos políticos e sociais, e o aparecimento e desenvolvimento de novas iniciativas culturais e cívicas. O surgimento da Renascença Portuguesa e do seu órgão A Águia, insere-se assim na sequência desses movimentos que pretendiam outra sociedade, mais esclarecida e interventiva, um tópico sempre presente ao longo da História, mas que a República veio trazer ainda com mais pertinência.

              PT/AHS-ICS/DIV-02B-202004 · Item · 2020-04
              Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

              Bandeira, Filomena (2020). "A Sociedade de Instrução e Beneficência A Voz do Operário. Outra forma de fazer política: a propósito da reforma dos serviços escolares (1924-1935)" in Cadernos de História da Educação, v.19, n.1, pp.187-213.

              Este artigo insere-se num projeto sobre Escolas e experiências de referência em Portugal no século XX e centra-se no estudo de uma instituição que desenvolve atividades educativas num quadro associativo e para as classes populares. Optámos por uma apresentação descritiva com a intenção de argumentar que a adoção e aplicação de um modelo educativo, inspirado na Educação Nova e conformado a um público específico, assentou numa estratégia sociopolítica, emergente das condições históricas do associativismo operário na primeira metade do século XX e da situação vivida no País com a crise da Primeira República, que desembocou no Estado Novo. No artigo explanamos o processo de reforma dos serviços escolares da Voz do Operário entre 1924-1935, não sem antes apresentarmos uma história sumária da Sociedade, desde o fim do século XIX até à década de 1950, com o objetivo de representar a associação na sua dimensão, atividade e significado social.

              PT/AHS-ICS/DIV-02C-2011-09 · Item · 2011
              Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

              Figueiredo, Cláudia Alexandra Gonçalves
              Dissertação apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em História Contemporânea, Universidade Nova de Lisboa

              Este trabalho é uma monografia do Teatro Livre, uma sociedade teatral que funcionou em Lisboa entre 1902 e 1908. Formado por um colectivo de intelectuais libertários, socialistas e republicanos próximos do movimento operário, o Teatro Livre foi uma tentativa de educação das massas e de transformação da ordem social pelo teatro. Elaborada no âmbito da História da Cultura Contemporânea, esta dissertação pretende compreender a natureza e o significado político deste projecto estético. Para tal, recorreu-se não apenas à leitura de algumas das peças encenadas mas também às fontes empíricas que nos permitiram integrar esta experiência cultural numa escala nacional e internacional mais alargada.

              PT/AHS-ICS/DIV-02B-1986-03 · Item · 1986
              Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

              Artesãos e Operários: Indústria, Capitalismo e Classe Operária em Portugal (1870-1934)
              Maria Filomena Mónica
              Editado pelo ICS-ULisboa

              Livro de importância decisiva na evolução dos estudos histórico-sociológicos sobre a classe operária em Portugal, aqui considerada no período de 1870 a 1934. Recusando abordar a classe operária como uma totalidade homogénea, a autora procura antes apreender e delinear a sua diversidade essencial e as complexas circunstâncias que explicam essa diversidade. Merecedora de relevo é a tentativa feita para avaliar as condições de vida do operariado, não só materiais, mas também culturais, problema amplamente debatido noutros países, mas muito pouco estudado entre nós. E aqui, de novo, tem de referir-se o esforço constante para fugir a fáceis generalizações, apontando as enormes distâncias e diferenças que separavam, uns dos outros, diversos sectores da classe operária.

              PT/AHS-ICS/DIV-02B-2013 · Item · 2013
              Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

              Cordeiro, José Lopes. (2013). "As lutas dos operários têxteis da Bacia do Ave (1956-1974) e algumas questões da história do movimento operário" in Atas Atas do I Congresso de História do Movimento Operário e dos Movimentos Sociais em Portugal, 13-15 de março de 2013, FCSH-UNL, Vol. I, pp. 338-364.

              Boletim de Estudos Operários
              PT/AHS-ICS/DIV-01BEO · Série · 1982-1986
              Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

              Numa democracia recente, foram 9 números, 2 por ano, com apanhados de literatura sobre uma área de estudos emergente à época em Portugal, o operariado, e de noticias sobre arquivos nacionais e internacionais focados nessa dimensão. Tem pontualmente informações sobre coleções e doadores do então Arquivo das Classes Trabalhadoras, atual Arquivo de História Social. Tiragem: 250 exemplares. A partir do número 7 de 1985 Maria Filomena Mónica passa a directora da revista

              PT/AHS-ICS/DIV-06CExp-202605 · Item · 2026-05
              Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

              Lista bibliográfica temática que reúne muitas brochuras relativas ao operariado publicadas em contexto português preservadas pelo jornalista anarco-sindicalista António Pinto Quartin (1887-1970). Inventário realizado por Maria Goretti Matias, no âmbito do depósito deste grande espólio no ICS-ULisboa, entre 1979 e 1980, dando origem ao Arquivo Histórico das Classes Trabalhadoras, sob coordenação de Maria Filomena Mónica e Fátima Patriarca.

              Na altura, optaram por uma organização do espólio por tipologia documental, tendencialmente separando as brochuras por país de publicação - em paralelo ao inventário de mais de um milhar de brochuras editadas em Portugal. Esboçaram também uma secção de brochuras estrangeiras (ie, editadas fora de Portugal) e uma outra de brochuras das colónias (ie, editadas em Angola ou em Moçambique, como também sobre questões coloniais). Este catálogo digital indica quais as publicações relativas ao operariado actualmente com objecto digital em acesso livre. Foi realizado por Catarina Pinto, em março de 2026. As mais de 300 brochuras estrangeiras foram inventariadas em junho de 2025, por Daniela Spina.

              A versão digital do Catálogo desenvolvido por Goretti entre 1985 e 1986, foi realizada por Catarina Pinto, em 2026-03. Nessa altura, das 204 brochuras da lista original, 66 tinham entretanto objecto digital, sendo 4 destes através de mediação digital. As restantes são assim passíveis de consulta presencial no Arquivo de História Social do ICS-ULisboa, com marcação prévia.