Brochura editada pela Comissão de Organização, Formação Política e Ideológica do PAIGC
PAIGC - Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo VerdePartidos políticos
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FILHO, Macioniro Celeste. “A Escola Nova autoritária proposta nos primórdios do Estado Novo em Portugal” in Revista Brasileira de História da Educação, Volume 22, e238, 2022, pp. 1-40.
Em 1934, no começo do Estado Novo em Portugal, foi proposta a implantação da Escola Nova nas escolas portuguesas. A concepção dessa Escola Nova foi então instrumentalizada para se adaptar a um regime autoritário, em processo de consolidação nesse país. Concebia-se, então, uma Escola Nova autoritária. É propósito deste artigo apresentar contextualizadamente a campanha pela Escola Nova divulgada pelo jornal Diário da Manhã, órgão do regime salazarista. A metodologia utilizada foi a de pesquisa e análise documental, tendo como fonte privilegiada os editoriais sobre o tema publicados no Diário da Manhã. É objetivo deste trabalho compreender e elucidar os processos de ressignificação autoritária que as ideias da Escola Nova tiveram no início do Estado Novo em Portugal.
Reúne materiais gerados pela Exposição “A Paz, o Pão, Habitação…”: Valores de Abril em Autocolantes; Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, 22 de maio de 2024 a 30 de Setembro de 2024; Curadoria: Inês Ponte, Annarita Gori, João Pedro Santos, AHS/ICS-ULisboa
"Através de autocolantes que fazem parte do acervo do Arquivo de História Social do ICS-ULisboa, esta exposição evoca os valores fundamentais de Abril: a Paz, o Pão, a Habitação, a Saúde e a Educação, como expressa a canção “Liberdade” escrita por Sérgio Godinho, há 50 anos. Quantos destes valores parecem hoje estar ainda por cumprir? Em jeito de balanço sobre os desafios que ainda se colocam aos valores de Abril, a exposição dialoga também com recursos visuais contemporâneos. Apropriando-nos dos autocolantes, na época um meio de divulgação comum, esta exposição sobre a intemporalidade dos valores de Abril é também uma forma de celebrarmos a expressão popular.
“A Paz, o Pão, Habitação…”: valores de abril em autocolantes tem por base a coleção de autocolantes proveniente de António Costa Pinto, investigador do ICS-ULisboa".
Comunicado do Conselho Político do Partido Socialista (S.P.I.O), um ano depois da «jornada histórica» (da Conferência Socialista de 1946): «Hoje, o Partido Socialista, não é só uma força política meticulosamente organizada, mas também a convicta crença de que os destinos do Universo Português não poderão ser conduzidos.
PSP - Partido Socialista PortuguêsSeabra, Marco (2023). Caminho para a (ir)relevância: As trajetória dos partidos menores em Portugal (1976-2022) [Tese de mestrado em Ciência Política], NOVA FCSH. Repositório da NOVA FCSH.
O partidos menores são muito negligenciados pela literatura académica e em consequência disso o conhecimento sobre os mesmos é muito reduzido. Para colmatar esta falha na literatura é realizado um estudo de caso que analisa a trajetória dos partidos menores em Portugal e as suas interações com outros partidos tentando encontrar semelhanças e diferenças que ajudem a compreendê-las tal como o papel dos partidos menores na sociedade democrática em que estão inseridos.
Solidariedade com o povo timorense (FRETILIN), Assembleia Geral de Trabalhadores (Estatutos dos Serviços Sociais, eleições para os corpos gerentes dos Serviços Sociais, Comissão Pró-Infantário).
Comissão Executiva dos Trabalhadores da CGDJÚNIOR, Carlos Zacarias F. de Sena. "Conluio e cadeias: Considerações sobre a direção pecebista na conjuntura do Estado Novo. 1936-1940", in Revista História & Luta de Classes, Ano 4, N.º 5, Abril 2008, pp. 23-30.
O fim da I Guerra Mundial
Conferência Socialista, realizada no Centro Almirante Reis, no dia 27 de Janeiro de 1946. Relacionado com a Internacional Operária.
PSP - Partido Socialista PortuguêsAgitação social; acção dos republicanos em 10 meses de República
PSP - Partido Socialista PortuguêsEsclarecimento da Comissão Executiva do Partido Socialista (S.P.I.O) sobre a anunciada «Conferência Socialista», convocada para Lisboa no dia 30 de Janeiro.
PSP - Partido Socialista PortuguêsRodrigues, João Daniel Dias (2018). O Protesto Operário e o socialismo em Portugal, 1882-1894 [Dissertação de mestrado em História Contemporânea - Faculdade de Letras da Universidade do Porto]. Repositório: https://repositorio-aberto.up.pt/handle/10216/116901
O estudo do movimento socialista e operário português entre 1882 e 1894, através da análise do órgão nacional de informação do Partido Operário Socialista, O Protesto Operário, é o nosso propósito com este trabalho.
Depois de mais de uma década de relativa apatia, o movimento socialista e operário foi capaz de se reerguer em torno da questão do monopólio dos tabacos, da “lei das licenças para trabalhar”, da luta pelas 8 horas de trabalho diário e dos aumentos salariais, entre outras reivindicações. A partir de 1887, o socialismo começava a tornar-se num movimento verdadeiramente popular em Portugal.
Contudo, o conflito que opôs “marxistas” e “possibilistas” no seio do Partido Operário Socialista, durante a última década de oitocentos, contribuiu de forma decisiva para provocar uma crise interna, culminando numa rutura definitiva. Os socialistas portugueses tiveram ainda que lidar com a eficiente campanha do republicanismo, por um lado, e com a emergência de uma nova força à sua esquerda, o anarquismo.
Sousa, Francisco Maria Gomes de
Campos, A. da S. (2018). "Para lutar é preciso ser instruído": a ideologia e o movimento operário na Universidade Popular de Setúbal: da 1.ª República ao advento do Estado Novo [Dissertação de mestrado, Iscte - Instituto Universitário de Lisboa]. Repositório do Iscte. http://hdl.handle.net/10071/18567
Este trabalho procura perceber em que medida o movimento anarquista em Portugal influenciou os trabalhadores da nação com vista à sua formação intelectual, tomando como estudo de caso a secção de Setúbal da Universidade Popular Portuguesa. Atravessando o período da chamada “Nova República Velha”, da Ditadura Militar e dos anos de consolidação do Estado Novo, o trabalho divide-se em 3 linhas de análise: em que medida é que a Universidade Popular Portuguesa se ligou ao Movimento Operário português; que interesses e contrapartidas é que tal implicava para ambas as partes; qual foi a participação da vertente libertária e anarcosindicalista nestas dinâmicas. Simultaneamente, a análise parte do geral, considerado a situação nacional, para o particular, a saber, o caso da cidade de Setúbal. O trabalho resulta da análise de fontes documentais, com particular foco para correspondência particular entre figuras do anarquismo português relevantes para a temática da secção de Setúbal da Universidade Popular Portuguesa. Apresentamos a secção de Setúbal como a personificação, em escala local, das relações pretendidas entre a Universidade Popular Portuguesa e os trabalhadores do país. Relevamos, ainda, o papel do sindicalismo na educação popular, com especial ênfase para a Confederação Geral do Trabalho. Por fim, tenta-se perceber de que forma a fundação do Partido Comunista Português afectou o movimento anarquista nacional, ao disputar a influência ideológica dos trabalhadores e do meio sindical.
VI Congresso (IV Ilegal) do PCP, realizado na União soviética: novo programa- 1-destruir o Estado fascista e instaurar um regime democrático; 2- liquidar o poder dos monopólios e promover o desenvolvimento económico geral; 3- realizar a reforma agrária
PCP - Partido Comunista Português