Educação popular

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              A Educação Popular
              PT/AHS-ICS/PQ-J-059 · Item · 1921-03-27
              Parte de Espólio Pinto Quartin

              Mensário de educação popular, órgão da Universidade Popular Portuguesa

              Universidade Popular Portuguesa
              PT/AHS-ICS/DIV-05M-001 · Item · 2023-03
              Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

              Divulgação sobre Deolinda Lopes Vieira, da sua relação com o Conselho Nacional das Mulheres Portuguesas, com base num postal e em algumas publicações salvaguardadas no Espólio Pinto Quartin; bem como de publicações recentes sobre as suas actividades. Texto de Inês Ponte

              Nova Silva / Carlos Gonçalves
              PT/AHS-ICS/PQ-J-271 · Item · 10-04-1907
              Parte de Espólio Pinto Quartin

              Revista ilustrada sob a direcção de Leonardo Coimbra, Jaime Cortesão e Álvaro Pinto

              A revista Nova Silva deu expressão à tendência libertária e anticlerical do grupo de jovens estudantes republicanos e livre-pensadores que esteve na origem da Renascença Portuguesa. Nova Silva adoptou como lema libertas. Livre de preconceitos, apartidária e independente de escolas e programas, procurou encontrar na liberdade o fundamento do bem e da justiça humanas. O mensário acompanhou a crise académica e incitou à greve geral académica de 1907. Com o mesmo empenho anunciou e divulgou os preparativos para a formação de uma escola livre em Coimbra, que não chegou a concretizar-se, mas que já prenunciava os projectos de educação popular, tão caros ao futuro movimento da Renascença.

              Revista ilustrada (Fevereiro-Abril de 1907), sediada no Porto, apenas publicou cinco números. Teve como fundadores e directores Jaime Cortesão, Álvaro Pinto, Leonardo Coimbra e Cláudio Basto. Este último abandonou a direcção no final do n.º 3, afirmando ter-se desvinculado daquela responsabilidade no n.º 2. Com Cláudio Basto saiu também o editor, Amadeu da Assunção, ambos futuros médicos. O editor a partir do n.º 3, Carlos Gonçalves, era um publicista republicano que continuou nos anos seguintes a participar em projectos editoriais, quer com Jaime Cortesão quer com Álvaro Pinto. A paginação a duas colunas manteve-se ao longo da publicação, assim como o recurso a ilustrações e a desenhos. Nas duas primeiras edições, o sumário dos artigos surgiu na capa e a contracapa foi ocupada por publicidade. Nos últimos três números, a revista deixou de inserir publicidade e o sumário passou para a segunda página. A capa alterou-se no n.º 3, passando a apresentar cabeçalho com a imagem forte, a vermelho e preto, de um proletário que quebrara as algemas e se apresentava portador do fogo. Nos n.ºs 1 e 2, as gravuras foram realizadas na Litografia Portuguesa e, nas edições restantes, na Oficina de Gravura Cristiano & Nunes. A produção tipográfica manteve-se na Imprensa Civilização, na Rua Passos Manuel, 215, e a sede da direcção e redacção também se conservou inalterada, na Rua de Santa Catarina, 438.
              Adelaide Machado

              Coimbra, Leonardo José.
              Revista de Guimarães
              PT/AHS-ICS/PQ-J-314 · Item · 1922-1923
              Parte de Espólio Pinto Quartin

              Publicação da Sociedade Martins Sarmento, Promotora da Instrução popular no concelho de Guimarães

              Sociedade Martins Sarmento
              Voz do Operário - Correspondência
              PT/AHS-ICS/PQ-DOC-340 · Item · 1912-1955
              Parte de Espólio Pinto Quartin

              Inclui documentos de preparação e respostas a inquérito sobre caixas escolares (Escola Privativa nº 2 e nº 3); bem como serviço da biblioteca

              A Voz do Operário - Sociedade de Instrução e Beneficência