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  • Fundos do AHS com natureza privada, recebidos após o falecimento do seu produtor (2025-05, ip)

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            Espólio António Sousa Ribeiro
            PT/AHS-ICS/ASR · Fundo · 1868-1951

            O espólio ilustra as diferentes atividades a que se dedicou este monárquico, nascido no Porto em 1868. Contém documentação relacionada com a atividade de António de Sousa Ribeiro como oficial colonial e empresário ligado às antigas colónias portuguesas. O conjunto documental integra um vasto fundo bibliográfico focado nos temas coloniais; um conjunto diversificado de fotografias e álbuns fotográficos de antigas colónias portuguesas: Moçambique, São Tomé e Príncipe, Guiné, Angola e Timor, mas também antigos territórios controlados pelo Reino Unido: na África do Sul e Hong Kong; e um conjunto de fotografias tiradas na metrópole portuguesa, destacando-se os retratos de estudantes e de figuras do clero, incluindo um ou outro retrato de mulher e um conjunto de fotografias de paisagens.

            Ribeiro, António Sousa
            Espólio Deolinda Lopes Vieira
            PT/AHS-ICS/DLV · Fundo · 1888 - 1958

            A documentação reunida segue de perto a trajectória biográfica de Deolinda Lopes Vieira: professora primária na Escola-Oficina n. 1 ( de influência anarquista e libertária) e no ensino oficial, dedicou-se à educação de crianças do ensino primário e infantil, colaborando em revistas pedagógicas; militante feminista, participou na organização de várias associações, entre elas o Conselho Nacional das Mulheres Portuguesas, desde a sua fundação em 1914 até à extinção em 1946; e na maçonaria feminina – Loja Humanidade do Direito Humano – desde a sua fundação em 1923. Alguma da documentação foi identificada como tendo pertencido a Adolfo Lima (1874-1943), figura destacada do grupo de pedagogos anarquistas portugueses da primeira metade do século XX, com quem a família Quartim privou de perto. Outra é dirigida ou pertenceu a António Pinto Quartim, nomeadamente correspondência ou documentos pessoais, como por exemplo a carteira profissional de jornalista. Sempre que tal acontece remete-se a consulta para o Espólio Pinto Quartim, já à guarda do AHS desde 1979.

            Vieira, Deolinda Lopes.
            Espólio José Carlos Horta
            PT/AHS-ICS/JCH · Fundo · 1955-2012

            O espólio é composto por documentação (originais e cópias) que abrange a atividade pessoal e política de José Carlos Horta.

            No âmbito da sua atividade pessoal, o espólio inclui materiais biográficos de José Carlos Horta, sobretudo fotocópias de documentação recolhida em arquivos nacionais, com o propósito de reconstituir o seu percurso político. Contém também imprensa e recortes de imprensa internacional (1980-1990), bem como correspondência pessoal, com destaque para a correspondência familiar (1961-1976) e uma riquíssima correspondência com Viriato da Cruz (1961-1972).

            No âmbito da sua atividade política, o espólio reúne documentação produzida e acumulada por José Carlos Horta ao longo do seu percurso militante.
            Inclui documentos de organizações transnacionais, como a União Geral de Estudantes da África Negra (UGEAN) - da qual Horta foi uma das principais figuras -, nomeadamente correspondência, documentação interna e publicações periódicas (1960-1968). Contém também documentação relativa à Conferência das Organizações Nacionalistas das Colónias Portuguesas (1961-1965), incluindo estatutos, resoluções, discursos e publicações periódicas, assim, como publicações periódicas e recortes de imprensa de caráter transnacional (1962-1968).

            Contém ainda documentação de movimentos políticos nacionais, abrangendo os contextos moçambicano, angolano, guineense e português.

            No que diz respeito a Moçambique, reúne documentos de várias organizações políticas, nomeadamente da UDENAMO (1961-1965), FRELIMO (1962-1973) e COREMO (1964-1972). Inclui também, embora em menor quantidade, documentação de outras organizações como a UNEMO (1967), FUNIPAMO (1963), CEML (1962-1965), RENAMO (1981-1983), MONAMO (1979?) e FUMO (1978-1980). Estão igualmente presentes documentos relacionados com o domínio colonial português, o contexto da guerra de libertação e o período pós-independência (1962-1979).

            Relativamente a Angola, o espólio inclui documentação do MPLA (1960-1963), sobretudo no âmbito da sua atividade político-diplomática, com especial destaque para o período em que José Carlos Horta exerceu funções como conselheiro político (1960-1961). Estão também representadas outras organizações angolanas, como a UPA (1962), LGTA (1962), ELNA (1962), FDLA (1963) e GRAE (1964-1965). Destaca-se ainda a documentação relativa à Guiné, produzida maioritariamente pelo PAIGC (1961-1964), incluindo estatutos, comunicados, documentos militares e diplomáticos, publicações periódicas e recortes de imprensa.

            Por fim, inclui também documentação relativa a movimentos políticos no contexto português, nomeadamente o PCP (1970), a FAP (1965), o OCMLP (1968) e o CMLP (1964-1965). Assim como exemplares do Boletim "Notícias de Portugal" (1966), editado pelo Secretariado Nacional de Informação.

            Horta, José Carlos
            Espólio Pinto Quartin
            PT/AHS-ICS/PQ · Fundo · 1883-1970

            Espólio pessoal de António Tomás Pinto Quartin, constituido quer por documentação de natureza pessoal, quer por panfletos, brochuras, jornais, revistas, e alguns objectos que foi acumulando. Espelha a actividade jornalística e política de Pinto Quartin, contendo ainda correspondência pessoal com políticos e intelectuais da época, e vários dos seus interesses culturais, com especial ênfase no teatro. Espelha também a relação conjugal de longa data (de 1916 a 1970) com Deolinda Lopes Vieira (1888-1993), professora primária.
            Reúne fontes de grande potencial para a história social e política dos últimos anos da Monarquia Constitucional e da I República e para o estudo da Oposição política ao Estado Novo, cobrindo sensivelmente o período de finais do século XIX até aos anos 50 do século XX.

            Quartin, António Tomás Pinto.