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            103 Descrição arquivística resultados para Revista

            103 resultados diretamente relacionados Excluir termos específicos
            PT/AHS-ICS/CAHS-MNA-168 · Item · 1970-05
            Parte de Colecção Arquivo de História Social

            Washington: Aaran Segal, 1970 (Vol. 15, n.º 5, Maio)
            Publicado por CARNEGIE ENDOWMENT FOR INTERNATIONAL PEACE

            número dedicado à guerra colonial, incluindo questão da NATO, dos movimentos nacionalistas africanos, perfil de Amilcar Cabral, e Cahora Bassa (Moçambique).

            OUT OF AFRICA 10
            ARMS AND THE PORTUGUESE: NATO'S ROLE 12
            ARMS AND THE NATIONALISTS: WHO HELPS? 15
            PORTUGAL AND THE U.S.: END OF AN ERA 18
            AMiLCAR CABRAl: A PROFILE 20
            CAHORA BASSA: POWER ANO POLITICS 22
            DIALOG: S. A. JEWS, ANOTHER VIEW 24
            JAPAN ANO AFRICA: CAMERA DIPLOMACY 28
            REFUGEES: WHAT FUTURE? 30
            NEW AGRICULTURAL RESEARCH APPROACH 3 1
            ARTHUR ASHE: AN INTERVIEW 32
            ART, RHODESIAN SCULPTURE 34
            BOOK REVIEWS 42
            LETTERS TO THE EDITOR

            A Bondade
            PT/AHS-ICS/PQ-J-307 · Item · 1917
            Parte de Espólio Pinto Quartin

            Órgão da Liga de Instrução «Allan Kardec». Existências: Nº 4 (fev. 1917).

            A Casa Pia
            PT/AHS-ICS/PQ-J-371 · Item · 1942-11-21
            Parte de Espólio Pinto Quartin

            Órgão dos alunos desta instituição

            PT/AHS-ICS/PQ-J-388 · Série · 1903
            Parte de Espólio Pinto Quartin

            Existências: Nº 2 - Nº 4, Nº 6 - Nº 8, Nº 17 - Nº 22, Nº 26, Nº 28, Nº 30, Nº 31, Nº 34 - Nº 37, Nº 40 - Nº 45, Nº 49, Nº 53, Nº 57, Nº 59 - Nº 61, Nº 68, Nº 74, Nº 76, Nº 77 - Nº 79, Nº 82 - Nº 85, Nº 92 - Nº 94, Nº 97, Nº 101, Nº 103, Nº 105 - Nº 107

            A Crónica
            PT/AHS-ICS/DLV-145 · Item · 1900-1903
            Parte de Espólio Deolinda Lopes Vieira

            Revista ilustrada e literária. Redactor principal: Luís da Silva. Nºs 9, nº 10; n.º 11 (ano I), Junho de 1900 (truncados); nº 12 , nº 13 (ano I), Junho de 1900; nº 23 e 24 Outubro de 1900 (truncados); nº27, Novembro de 1900 (truncado); nº 29, Dezembro de 1900 (truncado); nº 33 (ano II), Janeiro de 1901 (truncado); nº 39, Abril de 1901; nº 80 (ano III), Dezembro de 1902; nºs 88 e 89 (ano III), Abril de 1903

            PT/AHS-ICS/DIV-02B-201712 · Item · 2017-12
            Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

            Oliveira, Elisabete (2017). "A Escola Superior de Belas Artes de Lisboa na década de 1960 – acção dos tempos do figurativismo naturalista à liberdade e pluralismo estético" in Convocarte - Revista de Ciências da Arte, nº5, pp. 307-340.
            Dez. 2017; https://repositorio.ul.pt/handle/10451/47186

            Questionamo-nos: I) Como se pode partir duma ditadura e academismo e ser actor da transformação para a democracia e o pluralismo estético? II) Os actores dessa mudança serão activistas (Actv) ou artivistas (Artv)? O período de ‘60–’65 na ESBAL pareceu-nos um campo de análise privilegiado, insuficientemente estudado, formando actores de uma mudança referencial: atravessando constrangimentos como as lutas estudantis e colonial e a emigração, terão mudado a consciencialização-acção no Ensino Artístico e o sentido sócio-cultural dos posicionamentos/obras individuais e colectivos - em nossa hipótese, do figurativismo naturalista para o pluralismo estético internacional; e activaram dinâmicas sócio-culturais, como na Educação.
            Objectivos gerais: Investigar como se pode chegar à criação livre, estético-eco-sociologicamente actuante, partindo dum contexto repressivo; se será legítimo designá-la de actv/artv; e assim, aprofundar a compreensão da complexidade da arte/cultura contemporânea.

            PT/AHS-ICS/DIV-02B-202004 · Item · 2020-04
            Parte de A Divulgação AHS/ICS-ULISBOA

            Bandeira, Filomena (2020). "A Sociedade de Instrução e Beneficência A Voz do Operário. Outra forma de fazer política: a propósito da reforma dos serviços escolares (1924-1935)" in Cadernos de História da Educação, v.19, n.1, pp.187-213.

            Este artigo insere-se num projeto sobre Escolas e experiências de referência em Portugal no século XX e centra-se no estudo de uma instituição que desenvolve atividades educativas num quadro associativo e para as classes populares. Optámos por uma apresentação descritiva com a intenção de argumentar que a adoção e aplicação de um modelo educativo, inspirado na Educação Nova e conformado a um público específico, assentou numa estratégia sociopolítica, emergente das condições históricas do associativismo operário na primeira metade do século XX e da situação vivida no País com a crise da Primeira República, que desembocou no Estado Novo. No artigo explanamos o processo de reforma dos serviços escolares da Voz do Operário entre 1924-1935, não sem antes apresentarmos uma história sumária da Sociedade, desde o fim do século XIX até à década de 1950, com o objetivo de representar a associação na sua dimensão, atividade e significado social.

            PT/AHS-ICS/PQ-J-331 · Série · 1909
            Parte de Espólio Pinto Quartin

            Existências: Nº 1 - Nº 6 (1909)

            AMANHÃ – “Revista popular de orientação racional dirigida por Grácio Ramos e Pinto Quartim em Lisboa, de 1 de Junho a 15 de Agosto de 1909, seis números.
            Periódico anarquista, foca temas de actualidade na época: faz a apologia do amor livre, do divórcio, da pedagogia libertária, do ateísmo e da nova ortografia.
            Apresenta artigos de grande qualidade.
            Eis um excerto do editorial:
            «Quem somos? Somos os precursores do futuro, os precursores do amanhã. O que queremos? Queremos pão, liberdade, ciência e bem-estar para todos os que compõem a família humana. Queremos que a cada indivíduo assegurado seja o seu máximo de felicidade.»
            Noutro passo, afirma-se nomeadamente que a revista se publica «rompendo com todo o passado, sem respeitar nem ídolos, nem deuses, nem dogmas, nem preocupações» e que tem como objectivo supremo a instrução científica e racional do povo. Este periódico constitui um importante acervo das ideias progressistas do início do século.
            No número inaugural Tomás da Fonseca publica um excerto dos Sermões da Montanha, Emílio Costa o artigo «Eduquemos Sempre»; no n.º 4 homenageia-se o geógrafo anarquista Elisée Reclus. Principais colaboradores: António Altavila (3), Augusto Casimiro (3P), Bento Faria (2P), Coriolano Leite (6P), Dikran Elmassian (6), Elisée Reclus (4), Emílio Costa (1), José Bacelar (1C, 4P), Kropotkine (4), Manuel Ribeiro (1P), Pinto Quartim (1,5), Tomás da Fonseca (1)”.

            In PIRES, Daniel, Dicionário da Imprensa Periódica Literária Portuguesa do Século XX (1900-1940), Lisboa, Grifo, 1996, pp. 64-65.

            Ramos, Grácio.
            Amicizia n. 5.
            PT/AHS-ICS/JB-ME-OEE-11 · Item · 1969-5
            Parte de Colecção José Barreto

            Revista para estudantes estrangeiros em Itália: contém artigo sobre o movimento estudantil em Portugal.

            Ufficio Centrale Studenti Esteri in Italia
            Association Men
            PT/AHS-ICS/AHSilva-GUE-TRV-5-B-15 · Documento composto · 1917-1918
            Parte de Espólio Alfredo Henrique da Silva

            Dois exemplares da revista "Association Men", editada pela YMCA dos Estados Unidos.
            "Association Men. Official Magazine of the Young Men's Christian Association". Vol. XLIII. N.º 1 (September 1917). Ed. Y.M.C.A., New York, 1917;
            "Association Men". Vol. XLIII. N.º 6 (February 1918). Ed. Y.M.C.A., New York, 1918.

            Athena
            PT/AHS-ICS/PQ-J-354 · Item · 1924-12
            Parte de Espólio Pinto Quartin

            Revista de Arte (dedicada a arte e letras)

            "Entre Outubro de 1924 e Junho de 1925 cumpre-se a curta parábola de Athena – Revista de Arte mensal. Saíram apenas 5 números, mas foi o bastante para eternizar, no panorama modernista português, um projecto que trará a lume, pela primeira vez, os nomes dos heterónimos Alberto Caeiro e Ricardo Reis, nove anos depois da estreia de Álvaro de Campos, enquanto engenheiro e poeta sensacionista, no primeiro número de Orpheu.

            Dirigida em “coabitação” por Fernando Pessoa, responsável pela parte literária, e Ruy Vaz, como director da secção dedicada às artes plásticas e à arquitectura, incluía reproduções de desenhos, quadros e gravuras de artistas de épocas passadas e contemporâneos como Tiepolo, Lino António, Mily Possoz e Manuel Maria Bordallo Pinheiro.

            Athena contou com a colaboração de alguns velhos membros órficos como Luiz de Montalvor, Almada Negreiros, Raul Leal, Mário de Sá-Carneiro (a quem é consagrado o n.º 2) para além de outros poetas e intelectuais com laços de amizade e vínculos afectivos muito fortes a Fernando Pessoa: António Botto, Augusto Ferreira Gomes, Mario Saa, Castello de Moraes e Henrique Rosa, irmão do padrasto e seu mentor nos anos da juventude.

            É, todavia, graças aos abundantes contributos inéditos assegurados pelo próprio Pessoa, como autor ou tradutor, e pelos seus três heterónimos, que a revista suscitou o maior interesse.

            De facto, Ricardo Reis assina 22 odes em Athena 1 enquanto Álvaro de Campos confirma as qualidades de prosador contundente já exibidas em 1917 em Ultimatum, com três artigos: “O que é a Metafísica?” no número 2, onde o autor inaugura uma discussão com a linha editorial da revista e “Apontamentos para uma Estética Não-Aristotélica”, “Apontamentos para uma Estética Não-Aristotélica II”, publicados nos números 3 e 4, respectivamente. Alberto Caeiro revela-se ao mundo em Athena 4 com 22 poemas de O Guardador de Rebanhos e em Athena 5 assina 16 poemas inconjuntos.

            Em entrevista ao Diário de Lisboa, em 3 de Novembro de 1924, Fernando Pessoa explicava que o objectivo da publicação era:

            “Dar ao público português, tanto quanto possível, uma revista puramente de arte, isto é, nem de ocasião e início como o Orpheu, nem quase de pura decoração como a admirável Contemporânea.”" Antonio Cardiello https://pt.revistasdeideias.net/pt-pt/athena/foreword/presentation